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    13 Kommentare

    1. Witty_Landscape7465 on

      Levanta aqui um ponto importante… destes que estão cá quantos é que realmente descontam para a SS? Já se ouviram tantos números diferentes…

      O outro ponto importante… 85% de pessoas em idade ativa têm um impacto tão grande no SNS e educação como querem sempre tentar transparecer?

    2. Estão em idade ativa mas uma grande parte não trabalha, só não vê quem não quer.

      A verdadeira verdade inconveniente.

      Coloquem aqui os downvotes esquerda.

    3. Isto é suposto ser bom ou mau à luz de outras estatisticas oficiais?

      Ora a 31 de Dezembro do ano passado, o público diz que estão cá oficialmente 1.543.697 cidadãos estrangeiros.

      Source: https://www.publico.pt/2025/10/16/sociedade/noticia/85-15-milhoes-imigrantes-estao-idade-activa-indianos-ja-sao-segunda-nacionalidade-2151047

      Se 85% estão em idade ativa, significa que +- 1.312.142 poderiam estar a trabalhar.

      No entanto, segundo o poligrafo, temos 894.825 trabalhadores estrangeiros inscritos na Segurança Social. Source do poligrafo no final do comentário.

      Ora onde andam os restantes 417.317 que representam 31.8% da população estrangeira que está em idade ativa e não estão inscritos na segurança social?

      Trabalhadores estrangeiros ativos:
      – por conta de outrem: 653.000

      Source: https://www.bportugal.pt/publicacao/boletim-economico-marco-2025

      – independentes: 241.825 (subtraindo ao total os de outrem)

      Total de: 894.825

      Source: https://poligrafo.sapo.pt/fact-check/debates-2025-andre-ventura-so-302-mil-imigrantes-e-que-estao-a-trabalhar-e-a-descontar-para-a-seguranca-social/#:~:text=Os%20%C3%BAltimos%20dados%20da%20Seguran%C3%A7a,benefici%C3%A1rios%20ativos%20de%20nacionalidade%20portuguesa.

      Edit: Para atualizar os números de trabalhadores ativos estrangeiros, após a correção apontada pelo user ComicCapybara, pois o inicial era apenas de trabalhadores por contra de outrem. Deixo a diferença entre trabalhadores por contra de outrem e independentes no final do comentário para quem tiver interesse.

    4. Chance_Land_9828 on

      Não sabemos ao certo quantos estão cá, não sabemos ao certo quantos descontam e pagam impostos, não sabemos nada, porque cada órgão de comunicação social dá um número mediante a sua agenda e algumas notícias que são pagas para ser dadas.

      Mas ninguém se pergunta como é que está tanta gente em idade ativa e só á volta de 600 mil se diz que descontam? Andamos a enganar quem? Não há descontrolo na imigração massiva que recebemos? Até os números estão descontrolados, todos martelados!

    5. EfficientInsecto on

      Os tugas foram para o luxemburgo, frança, alemanha, venezuela e australia em idade ativa? Sim.

    6. Pergunta sobre como isso funciona em Portugal e noutros países.

      Imaginem que um imigrante vive e trabalha em Portugal durante 20 anos, a descontar regularmente para a Segurança Social, mas depois decide voltar ao país de origem. Quando chegar à idade da reforma, Portugal continua a pagar-lhe a pensão, mesmo ele já não vivendo cá? Ou, por já não residir em Portugal, perde esse direito?

      E no caso contrário: os portugueses que vão trabalhar para o estrangeiro e mais tarde regressam para se reformar em Portugal, quem lhes paga a pensão? Supondo que trabalharam, por exemplo, 10 anos em Portugal e 35 anos fora, recebem duas reformas separadas (uma de cada país)?

    7. Estes números podem levar a várias interpretações, e muitas vezes acabam por ser contruidos e usados de forma seletiva para sustentar a conclusão que cada um quer tirar.
      Comparar com os inscritos na SS e concluir que o “resto” está ilegal ou a trabalhar sem descontos parece-me uma leitura demasiado simplista.
      Há muitas situações legítimas que podem explicar essa diferença: estudantes, desempregados temporários, familiares dependentes, trabalhadores independentes, entre outros.

      Claro que existe também um lado problemático: há imigrantes em situações de precariedade e exploração, especialmente em setores como a construção, a restauração, a agricultura ou as limpezas.
      Mas isso não é um problema da imigração em si, é sobretudo uma questão de fiscalização e de políticas laborais.

    8. Quer dizer que 15% não estão. No outro dia vi um indostânico velho e perneta na rua. Não sei o que está aqui a fazer. Ah já sei, deixaram-no entrar para o SNS e a SS terem o que fazer, já que tem sido calmo nos últimos tempos.

    9. E ainda assim há quem se continue a queixar que não tem ninguém para trabalhar. Não deixa de ter a sua piada cósmica que muitos dos que influenciem a isto sejam também aqueles a quem vai ser descoberta a careca do motivo pelo qual não encontram pessoas.

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