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    1 Kommentar

    1. Concordo inteiramente com a visão de Vital Moreira e, por sua vez de António Costa.
      25 anos, intercalados por 10 dissoluções é algo que deve ser analisado. Portugal tem-se destacado no que toca à chamada dos cidadãos às cabines de voto.

      Tantos momentos eleitorais, em especial nos últimos 10 anos de Marcelo deram espaço a certas e determinadas forças políticas para crescer.
      Foi criado um mediatismo em torno da ideia de bandalheira e o resultado está à vista .

      Andámos a viver sob incerteza mais do que o necessário e chegámos mesmo a ter o parlamento dissolvido por demissão de um primeiro ministro, mencionado num documento de que nunca mais se ouviu falar, algo nunca antes visto na história de Portugal.

      Quando Vital Moreira afirma que não cabe ao presidente dissolver um parlamento capaz de apresentar um novo governo que reúna consenso para produzir o Orçamento de Estado está também a apontar o óbvio.

      Para Marcelo o parlamento eleito não é nada mais do que a votação naqueles que vão encabeçar um governo, mas na realidade e, apesar de concordar que existe um número significativo de eleitores que votam no candidato e não no programa, os partidos apresentam-se com um projeto e esse projeto seja de que partido for é o que foi às urnas.

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