Jeder dritte Portugiese leidet unter Angstzuständen, Burnout, Panikattacken oder Depressionen

    https://rr.pt/noticia/pais/2025/10/09/um-em-cada-tres-portugueses-sofre-de-ansiedade-burnout-ataques-de-panico-ou-depressao/443029/?utm_source=cxultimas

    Von Alkasuz

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    9 Kommentare

    1. pedroomessias on

      Tudo isto poderia ser colmatado logo no início mas quem esteja nestas situações ainda é visto como alguém fraco e tenta ao máximo esconder, levando às situações mais extremas.

    2. Infelizmente temos uma sociedade antiquada que ainda vê de lado a saúde mental aliada a um país cujo nível de vida está em declínio acentuado já há bastante tempo.

      A maior libertação que tive na minha vida foi levar a minha saúde mental a sério e o meu único arrependimento é não tê-lo feito mais cedo.

    3. BlazingJava on

      O meu caso foi de ter um bullshit job.

      Programador a fazer manutenção de software que foram feitos quando ainda tinha fraldas.

      Não havia progressão de carreira, pedir um aumento era como pedir 100€ a um estranho na rua para droga.

      E com isto comparava-me muito com os meus pais e os pais dos outros que com a minha idade já tinham 1 casa 2 filhos em boas escolas.

      E ganhava 1600€ brutos mas com renda de 500€ por 1 quarto em aveiro

    4. Normal. Acorda-se às 7h (com sorte) para ir trabalhar, apanha-se trânsito, ganha-se mal, chega-se a casa às 19h (com sorte), trata-se do jantar, da roupa e dos filhos… De repente são 22h e dá para 1h de descontração porque depois é preciso ir dormir para repetir no dia seguinte.

      Passa-se a semana assim, à espera que chegue a sexta à noite. E passa-se o ano à espera que cheguem as férias. Vai-se ficando mais ansioso/stressado, adquirindo patologia musculoesqueletica e CV (porque o tempo para exercício é nulo), o dinheiro que sobre (com sorte) não dá para extravagâncias ou prazeres… De repente está-se na reforma, sem se ter conseguido poupar e a receber pouquinho.

      Portanto, os anos que restam não servem propriamente para aproveitar porque é-se velho e doente e não se tem dinheiro. Entretanto já se passou por mortes de amigos e familiares e outras tragédias. E a vida termina.

      Mas se se é contra esta forma de organização do mundo do trabalho, é-se preguiçoso.

    5. Correção: um em cada 3 portugueses assume que sofre de ansiedade, burnout, pânico ou depressão.

      O 2º desses 3 portugueses também sofre mas não o assume porque ouviu o 3º português a dizer que isso é pieguice ou que no seu tempo não havia isso, ou que isso é falta de ginásio/gratidão/Deus/(inserir outra peta)

    6. Ja senti várias vezes declínio na minha saúde mental e acabei por não pedir ajuda por vários motivos.

      O declínio que senti estava ligado a factores ambientais que eu identificada e eu tinha noção que sem mudar a minha situação, terapia e psicólogo pouco iriam ajudar.

      Exemplos foram enquanto estive presa a uma relação abusiva com um ex, e mais tarde senti sintomas de burn out ligados ao emprego e relação profissional com colegas de trabalho. Consegui melhorar a minha saúde mental quando que afastei dos focos de ansiedade, que foi quando me separei e depois quando mudei de emprego.

      Em Portugal muita gente fica presa a situações tóxicas porque não tem capacidade de ser independente. Sem estabilidade financeira é muitas vezes difícil largar parceiros ou empregos, por muito tóxicos que sejam.

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