Eine Person, die von seiner Arbeit lebt und 2.300 € pro Monat erhält, was 27.600 € pro Jahr, ledig und ohne Abzüge entspricht Pwc4.410,91 € in IRS, was 15,98% seines Einkommens entspricht.

    Bereits eine Person, die von der Miete eines gemieteten Hauses mit 2.300 € pro Monat lebt und somit auch 27.600 € pro Jahr erhalten, wird nur 2.760 € IRS zahlen, was den angekündigten 10% entspricht. Das heißt, alles zu halten, was der Rest gleich, unterstützt die Arbeitsleistung 59,8% mehr Steuern wie die gleiche Nicht-Arbeit.

    Wenn die Person, die von ihrer Arbeit lebt, ihr Einkommen verdoppelt und 4.600 € pro Monat erhält, dh 55.200 Euro pro Jahr, werden die IRS unter den gleichen einzelnen Bedingungen und ohne Abzüge 25,51% betragen, was € ägt, 14.079,22 €.

    Der Vermieter, der das Einkommen verdoppelt, das ein weiteres Haus mit 2.300 € erfasst, zahlt die gleichen 10%, dh 5.520 €, und dies ist, obwohl es Runde 1, 2, 5 oder 20 Häuser zu einem moderaten Preis ist, der Preis immer 10%, während die Arbeitsleistung (gut) IRS progressiv ist.

    In der Tat, wenn der Vermieter ein Haus für mehr als 2.300 € vermietet hat, wird das einzige Thema, das ironischerweise weiterhin nennen wird "Allgemeines Regime"Anwesend Sie können es verkaufen und von der Besteuerung befreit seinS Vorausgesetzt, Sie verwenden den SO -genannten Wert, um zwei oder drei zu kaufen, die Sie für 2.300 € für Leasing einfügen. Und wir sprechen über "Vermieter" All dies gilt aber auch für Unternehmen mit Immobiliengeschäften.

    Dies wird buchstäblich am Knie gemacht, und ich gebe zu, dass Sie in irgendetwas einen Fehler machen, und es vereinfacht offensichtlich IRS, aber es ist immer noch ein großer Unterschied in der Behandlung zwischen der Klasse, die zu leben, und der Klasse, die sich entscheiden kann, um zu arbeiten oder nicht, was immer die Leistung anderer hat.

    Umas contas em cima do joelho
    byu/VicenteOlisipo inportugal



    Von VicenteOlisipo

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    32 Kommentare

    1. Pobre_Provinciano on

      Mas tu achas mesmo que a classe política sabe o que anda a fazer nos ultimos 20 anos?

    2. SecretPT90_reborn on

      E o pior é retirar o agravamento de IMI que ainda podia combater o exagero de casas alugadas sem contradonde longa duração

      Talvez no sub de literacia financeira seja feito um post a debater isto com mais profundidade e exemplos

    3. throwaway1284-7288w on

      Continuo a dizer que a percentagem de IRS deveria ser igual para todos. Lá porque ganho mais não significa que usufro mais das coisas que o Estado „dá“.
      É só absurdo uns descontar mais do que os outros e depois nem usufrir de nada.
      Vejo o meu marido que desconta imenso e nunca vai ao médico, mal saímos de carro para algum lado, por isso também não usufruir das estradas e muito menos das autoestradas. Não vamos a eventos da terrinha nem ver fogo de artifício.
      O dinheiro sai todos os meses, mas não sabemos que raio estamos nós a pagar.

    4. Por algum motivo quem tem dinheiro não o faz a trabalhar das 9 às 5. 

      Ficou um pouco pior porque os salários têm subido muito menos em comparação com quem tem activos. 

      A ironia é que se taxares mais essas pessoas adivinha onde vai acabar a factura ? Nas pessoas que trabalham e que têm de pagar o uso do activo. 

    5. Já dizia o Adam Smith, aquele perigoso pensador da esquerda radical:

      > As soon as the land of any country has all become private property, the landlords, like all other men, love to reap where they never sowed, and demand a rent even for its natural produce

      Devíamos taxar o menos possível os rendimentos do trabalho e compensar noutros tipos de rendimentos. Temos, infelizmente, em todo o mundo ocidental, exatamente o contrário. Não é, como tal, surpreendente que haja uma tendência para a concentração de riqueza.

    6. Cry-Technical on

      O que esperavam? Benefícios para quem vive do seu trabalho? Isso é tão démodé

    7. bigmoedabang on

      De facto, a carga fiscal sobre os rendimentos do trabalho e d pensões deveria ser a mais baixa de todas as categorias de rendimentos. Não se percebe como se continua a não valorizar devidamente o trabalho, em prol de outros tipos de rendimentos nomeadamente de capital (que são tanto maiores quanto maior for o capital inicial).

    8. hermione1906 on

      A lógica do sistema como está construído pressupõe (ainda que erradamente, mas isso é outra conversa) que os rendimentos de investimentos (rendas, mais valias de ações, dividendos, etc) que a pessoa adquiriu tais investimentos com rendimentos do trabalho (tributados à taxa progressiva) e que, portanto, os mesmos não deviam ser outra vez tributados a uma taxa tão alta. Por exemplo, eu pago o meu IRS do meu trabalho e ponho todos meses de parte o pouco que consigo numa conta de investimentos (SP500 e ETFs e afins), é o meu dinheiro ganho com trabalho e suor e acho mal que quando precisar de liquidar esses investimentos ainda tenha que pagar 25% (ou a taxa que estiver em vigor na altura) sobre o qualquer lucro que eu possa vir a ter, quando aquele dinheiro com o qual eu investi já foi tributado e eu é que assumo o risco se o investimento correr mal. Mas se alguém alguma vez alguém disser que vai baixar o IRS sobre as mais valias nos ativos financeiros, ai jesus que se apaga a luz… são opiniões I guess

    9. Se fossem fazer uma medida destas só fazia sentido para rendas mais baixas. Quem é que já ouviu contratos por baixo da mesa de 2300€? Aí se nota que apesar do benefício para legitimizar e baixar preços dos contratos mais baixos, esta medida também é usada para meter muita gente meter ao bolso sem qualquer necessidade.

    10. Gostas de sofrer por antecipação. O IRS dos dois casos não irá sofrer qualquer alteração em 2025.

      Ah, se não englobares as rendas e só viveres de rendimentos prediais não há dedução específica.

      Quanto ao resto, é mais do que conhecida a expressão „Quem não rouba ou não herda…“. Só demonstra a fraqueza do nosso modelo económico.

    11. Pedrogoalmeida on

      Percebo mas tens tantas casas fechadas em Portugal que podiam estar alugadas e não estão porque não vale a pena a chatice.

      Se não tornares atrativo as casas vão continuar fechadas e as rendas vão continuar a subir.

      Temos de aumentar a oferta. Pode não funcionar mas tem de se fazer alguma coisa se não daqui a 10 anos vai continuar tudo na mesma.

      Já se viu que as medidas que se tem vindo a fazer até agora não funcionam. Mas é uma ótima perspetiva que fazes. Não contava com valores tão gritantes.

    12. E está aqui a razão pela qual o englobamento obrigatório é essencial e para ontem. É a melhor forma de igualar os rendimentos do trabalho aos rendimentos de ganhos de capital.

      Ah e tal dupla tributação. Ah e tal incentivar a investir.

      O tanas! Quanto muito façam uma isenção para um valor limitado de ganhos de capitais como é feito em vários outros países europeus. Não somos propriamente a Suíça ou Luxemburgo, não temos uma economia que vive exclusivamente de ~~evasão~~ optimização fiscal. É taxar por igual.

    13. revengeofthepotatoes on

      Diria que o problema não será tanto as rendas e esta nova medida de redução de IRS mas mais o resto, ou seja, os impostos sobre o trabalho!

      E poderíamos entrar aqui numa longa discussão, nomeadamente, porque o indivíduo A desconta X% sobre o seu salário e o indivíduo B desconta Y% sobre o seu salário…não têm ambos o mesmo direito de igualdade, tal como o aqui mencionado de rendas vs salário?

      Quem sabe um dia lá chegaremos, a uma igualdade de impostos sobre o trabalho e à redução desses mesmos impostos.

      Para já, esta medida irá contribuir em parte para alguns senhorios voltarem a ver o arrendamento como uma mais valia face a deixar as casas paradas ou noutros usos que não arrendamento e termos assim mais casas no mercado (ainda teremos de resolver umas quantas outras questões para isto ser realmente apelativo aos senhorios mas passo a passo pode ser que lá cheguemos). E como essa caminhada, também chegar ao ponto de mais casas no mercado, mais oferta e consequentemente regularizar/baixar os preços das casas…

    14. Incentivando o arrendamento torna-se um negócio ainda mais atrativo fomentando ainda mais a procura de casas com o seu preço a subir.

      Por isso é que em matéria de habitação preferia as medidas do PS: ao menos não faziam nada, estas são todas a piorar ainda mais o estado das coisas.

      Partido Remax

    15. Ainda que concorde que parece uma medida estranha, especialmente na análise inicial do OP, acho que tem que haver aqui mais por onde se pegar. Pessoalmente conheço mesmo bastantes casos de casas na grande área de Lisboa e Porto, com rendas de 2500+ por baixo da mesa (leia-se sem contrato). Se isto acontece com valores elevados quanto mais rendas mais baixas ali nos 1000-1500€ que também não estão declaradas por esse país fora… Ainda que estejamos a analisar isto na perspectiva de apenas se viver dos rendimentos de trabalho vs rendimentos de custos prediais, quero acreditar que estas medidas também servem como motivação positiva para:

      1. Permitir que a malta que tem rendimentos de trabalho + rendimentos prediais não fique com a corda tão ao pescoço. Quem ganhe um ordenado médio e aufira rendimentos prediais é altamente penalizado se fizer tudo by the book. Especialmente aqueles que ainda estejam a pagar o imóvel que está no arrendamento.

      2. Pela via da redução do imposto, muitos senhorios ganharem consciência e reduzirem o risco de exposição de serem apanhados, com um imposto mais acessível de pagar. Uma espécie de medida semelhante ao do efatura, em que todos beneficiam neste sentido. Havendo mais contratos declarados, mais impostos são pagos e entramos num balanço de quantidade de valor pago por contrato declarado vs muitos mais contratos declarados com imposto mais baixo pago.

      3. Colocar mais casas disponíveis no arrendamento, que consequentemente gera uma maior concorrência e normalização de preços pela via do aumento da disponibilidade. Há efectivamente muita casa que não está no mercado por causa do imposto de 25%+. Tenho no meu grupo de amigos e familiares, proprietários que não colocam segundas habitações no mercado porque como trabalham, não querem pagar ainda mais impostos e correr o risco de arrendar a casa e lhes estragarem tudo, ou mesmo ter o custo de gestão de inquilinos (nem toda a gente gosta, tem tempo ou tem capacidade para lidar com inquilinos). Assim, novamente pela via da redução do imposto, esta malta mais indecisa poderá chegar-se à frente.

    16. Estarolas_PT on

      Essas tuas contas estão mal feitas.
      2300/mês dá 32.200 por ano (2300*14)

    17. Sao medidas atractivas, nao sao? Era esse mesmo o objectivo, atrair casas para o mercado.

    18. Olá, hoje descobriste que os rendimentos do trabalho pagam (muito) mais impostos do que os rendimentos do capital (sejam rendas de imóveis, ações, bonds etc).

      Com base no que a seguir responderes, vais também descobrir a tua orientação económica! Responde à seguinte pergunta:

      A) dado o disposto no 1° parágrafo, concluí-se que os impostos sobre rendimentos de capitais devem aumentar

      B) dado o disposto no 1° parágrafo, concluí-se que os impostos sobre rendimentos do trabalho devem diminuir

      Se respondeste A), parabéns! És socialista/comunista! Se respondeste B), uau! És liberal/economicamente conservador!

      Partilha mais connosco!

    19. Pribeiro2021 on

      A questão sobre esta comparação, que inicialmente parece injusta (e se calhar até é), é que se não tentar mudar a lei o número de imóveis para arrendar continuarão muito aquém das necessidades.

      Embora eu ache que essa medida poderá ajudar em parte a impulsionar o segmento imobiliário de arrendamento, mas sem mexerem na parte jurídica relativamente ás garantias e aumentar a celeridade na resolução de conflitos será mais uma lei que poucos irão utilizar.

      Nesta comparação o OP só está a comparar uma variável (capital), mas esquece-se de todas as outras variáveis associadas ao imoveis (ex. impostos, manutenções, risco de incumprimento, processos judiciais, etc…)

      Eu de longe que prefiro receber o meu salário mesmo pagando mais de IRS, dormindo bem á noite, do que ganhar mais mas ter uma panóplia de potenciais problemas, onde provavelmente essa diferença não justifica o esforço pessoal, financeiro e psicológico necessário.

    20. Zealousideal_Club134 on

      O que dizes pode ser verdade, mas a fiscalidade deve obedecer também a pressupostos práticos. Há uma escassez gigante de casas, taxar esses rendimentos vai afastar ainda mais as pessoas a colocarem as casas no mercado. Nos Países Baixos, por exemplo, as rendas para particulares não são taxadas.

    21. Quiet_Economics_3266 on

      Se um imposto sobre o tabaco serve para desencorajar o seu consumo, achas que imposto sobre o trabalho serve para quê…?

      E agora sabes porque Portugal é o que é.

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