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    13 Kommentare

    1. Alguemdiepolitics on

      sim, uma elevada rentabilidade numa economia portuguesa com desequilíbrios estruturais como défices orçamentais crescentes, crescimento económico ainda frágil e vulnerabilidades nos sectores públicos e nas parcerias público-privadas, que são uma consequência directa das políticas neoliberais e da entrega da banca a interesses privados.

    2. É tão bom o mercado livre da UE.

      Pegar no dinheiro e depositar num banco Dinamarquês, Polaco ou da Estónia.

      Ah não, isso não pode ser, know your customer e raios que a partam.

    3. depende do crédito habitação numa bolha imobiliária, sempre foi assim. Antes da bronca de 2008 todos os bancos dependentes de crédito habitação estavam muito bem, até que se descobriu que afinal as hipotecas valiam dois caracóis e uma cerveja.

    4. Quando a bolha rebentar ninguém lhes vai pedir os premiozinhos de volta pois não? Alanca contribuinte né?

    5. Claro que são rentáveis. São absolutamente terríveis mas não há escolha.

    6. Icy_Writing_6404 on

      O capital que existe para captar em Portugal é muito pouco e a entrada está barrada com burocracia e exigências loucas. O que existe está dependente de negócios pobres, cíclicos.

      É muito difícil melhorar a situação porque o eleitorado sonha com senhas e filas para vouchers, nunca mais pensa em optimizar o uso de capital. Não é tema sequer.

      Portanto paga e cala.
      Pelos vistos também não vale a pena ter um banco público. Corremos o risco máximo de corrupção sem qualquer benefício.

    7. A classe política come na mão de todos destes senhores e outras grandes empresas.
      Quando estas dão lucros não apoiam o estado ou a sua população, tentam é esmifrar o povo o máximo possível, mas quando estão a dar prejuízo lá vai o estado meter uns milhões dos contribuintes…
      Já lá vai o tempo em que se elegia presidentes e primeiros-ministros para melhorar as condições da população.

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