
EM 2019,
“[…] Europäische Länder, einschließlich Portugal, erkennen Guaidó als Präsident von Venezuela an
Die europäischen Länder erkannten Juan Guaidó offiziell als Interimspräsident von Venezuela an. Am Morgen des Montags kündigten 11 Länder (Spanien, Großbritannien, Frankreich, Deutschland, Schweden, Österreich, Dänemark, Litauen, Lettland, die Niederlande und Portugal) ihre Unterstützung für den Führer der venezolanischen Nationalversammlung an. [..]”
https://www.publico.pt/2019/02/04/mundo/noticia/maduro-avisa-trump-vais-sair-manchado-sangue-1860578
As noticias sobre o reconhecimento do estado palestiniano, fazem-me lembrar 2019…
byu/No-Guarantee-2 inportugal
Von No-Guarantee-2
11 Kommentare
Lembro-me bastante dos Estados Unidos serem fervorosamente contra o reconhecimento do Guaido terem senadores a escrever a líderes europeus a acautelar para não o fazerem.
Edit: claramente esqueci-me do /s
Reconhecer o estado Palestiniano quando já pouco ou nada resta dele… Isto é só areia para os olhos. A Europa é gado a compactuar com Israel e EUA, só não vê quem não quer. A UE tem os dias contados. Vergonha.
Realmente reconhecer como estado uma região onde não existe nada de básico para oferecer a população, aliás nunca existiu.
Gaza foi sempre e sempre será um viveiro de terroristas onde a mais básica da liberdade é negada aos poucos palestinianos que possam eventualmente ser moderados.
Infelizmente na sociedade ocidental existem uns tristes que julgam que o Hamas a jihad islâmica e a autoridade palestiniana até são uns meninos simpáticos e tolerantes que até autorização igrejas católicas em Gaza. Chama-se política.
Sendo reconhecido um estado terrorista palestiniano essa tolerância acaba.
Sim, só que é pior.
Pior porque cargos presidenciais são transitivos, e os países à partida não. E pior porque desta vez é para estar do lado errado, dando um estado a terroristas islâmicos genocidas.
O Guaidó ainda tinha alguma legitimidade.
Reconhecer um „estado“ que nunca existiu e cuja „liderança“ é apenas um grupo terrorista financiado e armado pelo Irão é um nível de estupidez muito além da norma…
O Estado da Palestina, pela Autoridade Palestiniana (NÃO o Hamas), já era reconhecido há décadas por dezenas de outros estados. Este passo diplomático serve para três motivos:
1. Reforçar a Autoridade Palestiniana como o verdadeiro representante do povo palestiniano numa altura chave em que o Hamas perdeu quase toda a sua infraestrutura humana e militar.
2. Forçar (ou tentar forçar) Israel a cessar os ataques indiscriminados e política apartheid na Faixa de Gaza, e em especial na Cisjordânia através do isolamento diplomático.
3. O ponto mais importante na minha opinião, isolar os EUA ainda mais a nível mundial como a única grande potência que aprova o que está a acontecer em Gaza. É mais que óbvio que a única razão pela qual o governo de Netanyahu está a prolongar esta guerra é porque o Trump e os fanáticos evangélicos na América dão carta-branca e armas para se fazerem as atrocidades.
Esta ação de reconhecimento da Palestina por parte de mais de 10 países ao mesmo tempo serve para mostrar ao povo israelita (que pode votar em futuras eleições) como as ações do atual governo de Netanyahu não são só imorais, mas prejudiciais ao próprio estado israelita, forçando ainda mais a ideia que o Netanyahu é um corrupto imoral sedento de poder, o que é 100% verdade.
Não tem o cu a ver com as calças.
Reconhecer a Palestina para mim tem alguns problemas enormes.
1- Quais são os limites/fronteiras do estado palestiniano? Qual é a sua capital?
2- Estão interessados em encontrar uma solução pacífica para resolver a questão com Israel?
3- Quem é que vai liderar esse estado de forma legítima?
4- O que é que vão fazer com a divisão entre Gaza e a Cisjordânia? O Hamas é para desaparecer, ou vai continuar em força?
Não faço a menor ideia do que é que este post pretende insinuar.
>The most commonly used definition is by Max Weber who describes the state as a compulsory political organization with a centralized government that maintains a monopoly of the legitimate use of force within a certain territory.
Um estado não precisa de ser democrático, mas há mínimos para ser um estado. Podemos fingir que é um estado, mas está longe de ser um. Antes do 7 de Outubro, a faixa de Gaza podia ser considerado como um estado, apesar de ser controlado por um grupo terrorista. Na Cisjordânia, a Autoridade Palestiniana não tem um monopólio no uso legítimo de força. Tanto a Autoridade Palestiniana como Israel dividem os poderes do uso legítimo de força. É comum existirem ações conjuntas para capturar terroristas do Hamas na Cisjordânia.
Pêras e maçãs