
Von 18 bis 24 Jahren dienen wir im Grunde nichts, sondern wir dienen alles. Von 25 bis 34 dienen wir zu dienen. Von 35 bis 44, wer möchte, dass wir bleiben. Von 45 bis 54 sind wir zu teuer und veraltet zu sein. Von 55 bis 64 würden wir allen einen Gefallen tun, wenn wir nach Hause gehen. Dies ist mehr oder weniger das aktuelle Szenario, wenn wir die Arbeitslosenzahlen, die durchschnittlichen Gehaltswerte und die Art und Weise, wie der Markt uns liest – nicht als Menschen, sondern als nützliche Phasen.
https://cnnportugal.iol.pt/amp/codigo-do-trabalho/emprego/bernardo-mota-veiga-jovem-ate-aos-44-anos-velho-depois-dos-45-o-atual-codigo-do-trabalho-nao-nos-da-a-vida-que-queremos-e-tira-nos-a-que-merecemos/20250915/68c7ca7fd34e58bc6795bbd6
Von FarInspection7171
2 Kommentare
De quem é a culpa? É nossa. Mas também de um sistema que nos acorrenta à estabilidade, ensinando empresas a pesar custos em vez de valorizar forças. E de um Código do Trabalho que ensina as empresas a olhar mais para o peso do que para a força. Mais para o custo do vínculo do que para o valor da experiência.
No Japão pagam para as pessoas dessas idades ficarem nas empresas sem fazer grande coisa
Mais sal nisso Bernardo.