
Die Versicherung gibt zu, dass der Besitz eintraf, wenn sie mehr gewählt wird: „Es gibt keine Verfassungsregeln für einige und verfassungsmäßige Regeln für andere“
https://cnnportugal.iol.pt/videos/seguro-admite-dar-posse-a-chega-se-for-mais-votado-nao-ha-regras-constitucionais-para-uns-e-regras-constitucionais-para-outros/68c350180cf29d28d828aaef
Von user4567822
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[Entrevista à CNN:](https://cnnportugal.iol.pt/antonio-jose-seguro/eleicoes-presidenciais/chega-todos-os-presidentes-nomearam-o-lider-do-partido-ou-a-coligacao-mais-votada-eu-tenciono-manter-esse-principio-entrevista-exclusiva-a-antonio-jose-seguro/20250912/68c34744d34e58bc67959d9a)
> Até agora, todos os Presidentes da República deram posse (…) o líder do partido ou à coligação mais votada. Eu tenciono manter esse princípio
Por mais que discorde do chega ser governo, há que respeitar os sufrágios e os resultados dos mesmos. Isto não deveria sequer ser tema.
Este não está muito investido na Presidência, só pode.
Está a dizer a 60% do eleitorado PS „psssst não votem em mim ok??“.
Ele por acaso respondeu „Tanto me faz ser eleito, já tenho muito com que me entreter“ quando lhe perguntaram ser presidente?
Sabem que partidos nunca dariam o governo ao CH?
Mandem mensagem privada que eu respondo.
Na realidade ele deve empossar o que conseguir ter o apoio da maioria para fazer governo.
É natural convidar o que tiver mais votos. Mas pode ser que esse não tenha condições para governar.
A melhor forma de derrotar o CHEGA é deixá-lo chegar ao governo.
Só para explicar porque a noticia pode levar a engano, dar posse ao partido mais votado não é algo que esteja em regra constitucional. O que está descrito na constituição é:
Artigo 187.º – „O Primeiro-Ministro é nomeado pelo Presidente da República, ouvidos os partidos representados na Assembleia da República e tendo em conta os resultados eleitorais.“
Não há nada referido na constituição se tem de ser ou não o mais votado.
Um governo do chega seria a maneira mais rápida do partido desaparecer
Razões **constitucionais** para um presidente Português não dar posse ao Chega:
**Defesa da Constituição:**
O CHEGA tem um programa e práticas incompatíveis com direitos fundamentais, democracia pluralismo ou wstado de direito.
**Defesa dos limites materiais da Constituição:**
Se o PR considerasse que o programa do CHEGA procura abolir ou enfraquecer direitos intocáveis (como a proibição da pena de morte ou a igualdade perante a lei), poderia recusar.
**Preservação da unidade nacional:**
Pode argumentar que um governo do CHEGA, pelas suas posições mais extremistas,é uma à coesão social e a estabilidade democrática.
O tema não é tão simples como estão aqui a tentar fazer que é.
No fundo, é a democracia a funcionar, mesmo que não se goste do Chega. Se o povo escolhe, há que aceitar. A responsabilidade é de quem alimentou (e continua a alimentar) o partido ao longo dos anos.
Posso estar errado, mas parece-me que o Seguro percebe que não tem maioria no PS e está a tentar “captar” votos do eleitorado do Chega, mostrando abertura para parecer razoável e, ao mesmo tempo, ganhar visibilidade política.
E isto não me parece nada inocente: com a reunião do Chega hoje sobre as presidenciais, o Seguro está a tentar mostrar-se a eles.
Os outros partidos têm de se esforçar e melhorar o seu desempenho para impedir que o Chega governe, porque cada vez mais é um cenário realista.