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    Es ist notwendig, Chancen bei der Verfolgung einer Gesellschaft zu erreichen, die Zugang zu Chancen zwischen sozialen Klassen betrifft. Bevor Sie sich Sorgen machen, dass portugiesische Universitäten auf internationaler Ebene konkurrieren können, sollten Sie sich zunächst um das Panorama portugiesischer Studenten kümmern, die ihr Studium nicht aus wirtschaftlichen und sozialen Privilegien fortsetzen können.

    Der Bildungsminister vergisst, dass er sich auf seinen Diskurs über das soziale Recht zur Bildung und nicht auf das Kapital Privileg der Macht zur Teilnahme konzentrieren sollte. Sie müssen wissen, wie Sie relevante Fragen stellen können, um wirksame Antworten auf die Gesellschaft zu erzielen. Wenn wir in einer kapitalistischen Welt von uns leben, müssen wir natürlich Geld verwalten, aber einen akademischen Weg fortzusetzen, der nur soziale Ungleichheiten gewinnt, ist kein Weg, der Eigenkapital anstrebt. Es ist ein Abgrund, in dem nur diejenigen, die Geld haben, eintritt, um die Brücke auf die andere Seite zu übergeben.

    Das Bildungsgewicht sollte nicht im Studenten, sondern im Bundesstaat sein. Die Quelle der Fakultäten, die Lehrer und Forscher der Universitäten zu bezahlen, müssen auf den Brüdern von Studenten beruhen und nicht eine der Funktionen des portugiesischen Staates sein, es scheint, dass Herr Fernando Alexandre möchte, dass Portugal nicht mehr als „Bildungskunden“ beendet und „Bildungskunden“ hat.

    O peso da Educação não deve estar no estudante, mas sim no Estado…
    byu/FarInspection7171 inportugal



    Von FarInspection7171

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    9 Kommentare

    1. Flat_Deer_9196 on

      O custo das propinas é inferior ao salário mínimo, não é isso que afasta os alunos do ensino superior

    2. FarInspection7171 on

      Este aumento de propinas não é inocente. Aaa e tal são só 13 euros. A questão não é essa.

      O problema é o descongelamento e o que lá vem. Se juntarmos a isto o valor pornográfico das rendas e o aumento de residências particulares caríssimas temos a receita para a catástrofe que aí vem.
      O ministro foi lá posto para uma “reforma” ultra-neoliberal do ensino superior (o básico e o secundário são do Cristo) e para destruição do sistema que foi um verdadeiro elevador social.

    3. Swimming_Bar_3088 on

      Até ao 12° ano é gratuito, e mesmo assim não conseguem competir a esse nível…. viste as notas de matemática ? 

      Iam competir melhor na faculdade ? Nem pensar.

      Fica a 700€ por ano, quem não pode pagar tem bolsas de mérito, o passe é de borla qual é o problema mesmo ? (Os quartos a 600€+)

      Estamos a querer entrar é naquela parte em que qualquer um tira um curso qualquer de borla (pago pelo estado) e com 0 utilidade para o estado.

      Podiam por as propinas de borla mas o estado abria ou fechava os cursos consoante a necessidade do país e trabalhavam 3 anos para o estado para pagar o curso, já que querem ideias socialistas fazemos como na URSS.

    4. PassiveAgressiveSign on

      Sim, mas depois os pobres podem começar a misturar-se muito e não queremos nada disso, certo?

    5. O ministro tendencialmente concorda, por isso é que foram anunciados aumentos nas bolsas com o descongelar de 13 euros nas propinas..

    6. Isto não é uma notícia, é um artigo de opinião de uma tola.

      Há quase 20 anos, quando entrei na universidade, as propinas eram perto de 1000€. Um aumento de 13€/ano é nada. Querem não ter propinas, querem que as universidades sejam modernizadas, querem que os professores ganhem mais. Tudo ao mesmo tempo não dá.

    7. Parece fácil e direto? Não é. Há aqui vários pontos a considerar:
      * A educação pode ser gratuita, mas como as coisas estão, o pessoal tira os cursos e dá de fuga para trabalhar no estrangeiro e no entanto já o governo gastou uns valentes milhares sem qualquer retorno.
      * Será a questão fazer a educação mais acessível ou mais na linha de a fazer menos acessível a quem mais tem? Se formos pela segunda via, não se soluciona nada e infelizmente é a via que o Zé povinho mais aprecia.
      * Imaginemos que as propinas são à borla. As universidades não são como as escolas primárias ou secundárias que existem distribuídas por todo o país e existe muita oferta de corpo docente. Com isto quero dizer que a realocação de estudantes custa dinheiro em rendas e outras despesas que em nada têm a ver com as propinas. Imaginando que as propinas são 1000 euros anuais, a renda anual mais as despesas do dia a dia vão superar esse valor em grande escala.
      * Ter pessoal com curso superior é importante para um país/sociedade/nação (caso estes não emigrem), mas não podemos descurar que existem mais carreiras não superiores que são essenciais para uma sociedade: eletricistas, canalizadores, construtores, serventes, cozinheiros, etc… Claro que muitas das vezes não lhes é dado o devido valor mas estas pessoas são necessárias. Por outro lado, existem muitos cursos superiores com aplicações práticas de nicho que continuam a formar pessoas que dificilmente vão conseguir emprego na sua área de especialização.

      Voltando à questão dos direitos. Não nasci rico e por isso sei que as coisas não vão ser iguais para mim como foram para o Balsemão, para o Mello ou o Amorim, mas chorar também não ajuda muito principalmente conhecendo como as coisas funcionam. Conheço pessoas de todos os tipos incluindo aqueles que toda a vida choraram por mais ao governo e aqueles que, não dando crédito ao governo, fizeram o que melhor podiam com os recursos que tinham. No final do dia sinto que existe mais uma crise de mentalidade do que propriamente um bloqueio à melhoria e evolução.

    8. E já não está? Pagar 700 euros de uma licenciatura em qualquer curso e um custo irrisório. Depois, o ensino superior é obrigatório? Temos todos de ser Drs e Engs?

      Enfim e sempre a mesma lenga lenga com esta malta.

    9. Se tem dinheiro para iPhones, para roupas de marca e para se embebedar todos os dias, podem pagar a propina….quem não tem, tem apoios.

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