
Dies ist ein Anstieg von 1,5% oder 11.030 Arbeitsplätzen im Vergleich zum Vorjahreszeitraum. (…) Diese Evolution widerspricht der Regel eines Eintrags durch jeden Ausgang, der von der Regierung im Oktober angenommen wurde
Estado emprega mais de 760 mil trabalhadores, um novo recorde
Von user4567822
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É um aumento de 16,2% (**+106 mil funcionários**) em relação [ao mesmo período em 2015](https://www.dgaep.gov.pt/index.cfm?OBJID=ECA5D4CB-42B8-4692-A96C-8AAD63010A54).
E, como [no 2.º trimestre de 2025, a população empregada era 5 248 300 pessoas](https://www.ine.pt/xportal/xmain?xpid=INE&xpgid=ine_destaques&DESTAQUESdest_boui=706224046&DESTAQUESmodo=2), **a percentagem de trabalhadores que são funcionários públicos é 14,5%**.
Às vezes, compara-se essa percentagem com [outros países](https://www.oecd.org/en/publications/government-at-a-glance-2025_0efd0bcd-en/full-report/employment-in-general-government_dafcfac5.html#title-9af50893a0), mas já vi quem dissesse que nem todos usam a mesma métrica e que, por exemplo, Portugal não incluiria os funcionários nas empresas que detém (ex: TAP).
Sem incluir milhares de empresas do Estado. É bem fácil perceber porque é que Portugal é pobre apesar de ter paz, clima, acesso à UE.
Pensei que com a direita era “menos estado”…
Tirando funções essenciais: polícias, médicos, quem recolhe o lixo etc., temos uma multidão de funcionários parasitários de dinheiro do contribuinte em organismos centrais e locais que contribuem zero ou próximo de zero para o pib nacional. Não produzem, apenas criam burocracia.
Se tivermos em conta este estudo [aqui](https://www.oecd.org/content/dam/oecd/en/publications/reports/2024/12/size-and-composition-of-public-employment-data-sources-methods-and-gaps_f6c2babd/32c747be-en.pdf) Portugal está abaixo da média da OCDE em termos de funcionários públicos e muito longe dos ditos países ricos (Suécia, Dinamarca e Noruega)
Ter-se muitos funcionários públicos não é indício do país ser pobre mas sim o oposto.
Em princípio estes números tenderão a aumentar pois vejamos:
– os professores têm redução do horário letivo semanal com a idade
Critérios para a Redução da Componente Letiva:
50 anos de idade e 15 anos de serviço docente: Redução de 2 horas.
55 anos de idade e 20 anos de serviço docente: Mais 2 horas (total de 4 horas).
60 anos de idade e 25 anos de serviço docente: Mais 4 horas (total de 8 horas).
Para o 1.º Ciclo e Pré-Escolar:
Professores em regime de monodocência que completem 60 anos de idade podem requerer uma redução de cinco horas na sua componente letiva, independentemente de outros requisitos, como disposto no Decreto-Lei n.º 41/2012, segundo o BDJUR
– os médicos têm redução noutro aspecto
Dispensa de Trabalho Noturno e Urgência por Idade
A partir dos 50 anos:
Médicos com idade superior a 50 anos podem requerer dispensa da prestação de trabalho em serviços de urgência ou atendimento permanente durante o período noturno.
A partir dos 55 anos:
Médicos com idade superior a 55 anos que trabalhem em regime de dedicação exclusiva há pelo menos cinco anos podem ter direito a dispensa de serviço noturno.
– igual acontece aos polícias
Dispensa de Turnos Noturnos
Transição para Pré-Aposentação: A partir de 2017, com a entrada em vigor do DL 243/2015, os polícias que tivessem 58 anos ou mais em 2017 podiam requerer a dispensa de trabalhar em turnos noturnos. Esta idade foi baixando progressivamente nos anos seguintes, alcançando os 55 anos ou mais em 2019.
Sendo os professores a maior percentagem de funcionários públicos e sendo cada vez mais uma classe envelhecida só para manter o mesmo número de turmas são necessários anos professores.
O mesmo acontece para assegurar as urgências nos hospitais e SAP.
No que diz respeito às funções do Estado as mesmas têm vindo a alargar e isso leva ao aumento dos funcionários públicos.
O problema em Portugal não está no número mas sim na gestão dos mesmos .
Temos muitos trabalhadores e mal distribuídos
Depois temos setores que não funcionam como a justiça desde tribunais, conservatórias etc, sítios claramente com funcionários a mais e outros a menos seria interessante saber as categorias desses mesmo trabalhadores.
Outra questão é relação das autárquicas deste ano e contratação de pessoal pelas autarquias.
Serviços públicos têm problemas -> a culpa é do pessoal a mais -> despede-se pessoal -> os problemas continuam porque nunca foram por excesso de trabalhadores -> a culpa é do pessoal a mais -> despede-se pessoal -> os problemas continuam…
Pronto, está prevista a deterioração dos serviços públicos nos próximos anos…
A maioria deve ser middle managers, tendo em conta que os serviços estão cada vez piores.