
Haben keine großen Neuigkeiten mehr haben, in denen Arbeiter zunehmend klettern wollen "Firmenleiter" oder wer nicht für Teams und/oder Abteilungen verantwortlich sein möchte.
Und ich wollte fragen, ob Sie genauso denken? Möchten Sie ohne wesentliche zusätzliche Verantwortung wachsen oder einfach einen ruhigen technischen Posten aufbewahren?
Quellen: – https://www.peoplemanagement.co.uk/article/1920701/half-workers-no-longer-aspire-managers-report-finds
– – https://www.ft.com/content/4fc00d4f-06bf-4b3e-95a3-41db3e9001fd
Vocês ambicionam um cargo de gestão de equipa/departamento ou similares?
byu/–____________- inportugal
Von –____________-
38 Kommentare
Nope nunca ambicionei e continuo sem querer. Carreira de 18 anos em IT. Máximo que aceito é tech lead/principal e depende do contexto.
Não. Porque, e isto é algo que ando a perceber em cada vez mais empresas, tu és „promovido“, ganhas uma carga exponencial de chatices e trabalhos, e o salário nem de perto acompanha – e isto, atenção, se sequer passares a ganhar mais! Conheço um caso de uma pessoa que levou uma dessas „promoções“, mas continuou a ganhar o mesmo.
Também conheço outro caso de alguém que está como „chefe“, e vai pedir para ser despromovido, quer ser um trabalhador regular, sem encargos nem chatices adicionais.
Fucking hell no!
Só o stress, ter que fazer politiquices, lidar com as falsidades e ser a cara das más decisões dos superiores daria cabo de mim.
Já fiz o cargo de teamlead e odiei.
Deixem-me ser um pequeno mexilhão à vontade nas sombras sem ninguém me chatear
Isto em IT
Se sentir que tenho uma boa equipa e competências/conhecimento necessário para a gerir, ia adorar!
Cada caso é um caso, mas eu pessoalmente que não ambicionava acabou por acontecer por causa da experiencia acumulada, o que tornou a coisa mais natural. O gosto em ajudar, e equipas trabalhadoras claro que ajudam muito..
Claro que nem todos são talhados para gerir apesar da experiencia, são qualidades muito diferentes. Mas aceitando o desafio é assumir a responsabilidade e dar o melhor.
Tenho pena que nos casos em que a responsabilidade do cargo acaba por não corresponder, a regressão não seja bem aceite por ambas as partes.
Não. Prefiro trabalho técnico.
Óbvio que não, ter 3x mais trabalho para ganhar mais 50 ou 100 euros ??
Escolham outro que eu dou a minha vez 😂😂
Já tive momentos em que sim. Aliás, há uns anos atrás tive um atrito com o meu chefe porque ele contratou um novo manager, que nem era da área, quando eu tinha melhorado os resultados do meu departamento a trabalhar sozinho (na ausência do meu antigo manager, que tinha mudado de empresa). O que valeu é que era um tipo porreiro e acabamos por ficar amigos.
Hoje em dia dá-me igual ao litro. Na última empresa onde estive foi-me oferecida a oportunidade e recusei em favor de outra pessoa e hoje, apesar de estar sozinho no meu departamento, no caso de contratarem alguém já fiz saber que prefiro que estejamos ao mesmo nível. Ser „manager“ é uma merda… ganhas mais mas não compensa com o que tens que lidar (avaliações de desempenho, apresentar resultados de outras pessoas, gerir as férias, ser quase um psicólogo da tua equipa) e não tenho pachorra para isso.
Acho que se uma pessoa já ganha bem, uma pessoa só ambiciona a isso se gostar de mandar nos outros.
Não. Definitivamente não. Até acho que tenho perfil para a cena, mas gosto mais da minha saúde mental. Tenho em casa um middle manager e vejo as consequências dessa decisão. Mais chatices, muito mais responsabilidade, relatórios de tudo e mais alguma coisa (enquanto tem ainda que fazer também trabalho como se fosse um funcionário normal), reuniões que podiam ser um e-mail, chefias executivas a exigirem mais e mais, saco de pancada emocional para as chefias executivas. Tudo isto por uns míseros 200€. Estou bem assim, obrigado!
Já tive esse trabalho e o burnout respectivo. Prefiro ter uma função mais sossegada onde posso influenciar decisoes do que me sentir continuamente pressionada por todas as partes. As pessoas que reportam a mim, pq esperam mundos e fundos, alem de boas decisoes, e os estao por cima de mim, a espera de mais mundo e fundo s e boas decisoes. Por mais meia duzia de euros, nao vale a pena. Há pessoas para as quais isto é uma progressão natural. Para mim, não.
Não,já liderei equipas por 3 anos e era horrível. Lidar diretamente com o ser humano è bem complicado,fora a politicagem
Isto passou-se na Bélgica, numa multinacional.
Era o engenheiro mais sénior de uma pequena equipa, o resto tinham todos acabado de sair da faculdade.
O meu chefe pergunta-me se quero ser chefe de equipa, que ele já tinha várias outras equipas a cargo e não tinah tempo para se ocupar de toda a gente.
Disse que sim, estúpidamente (hoje sei-o) sem perguntar mais nada acerca de salário, condições.
Fui o chefe de equipa durante uns meses, e nesse período apanhei:
– Semanas de 50h, tenho que fazer o trabalho de chefe de equipa mas também tenho que fazer o meu anterior trabalho
– 70% do meu tempo são reuniões
– Qualquer erro da equipa era minha responsabilidade
– Qualquer atraso nos projetos era minha responsabilidade
– Todas as iniciativazinhas de merda que a gestão de topo se lembrava, caiam sobre mim
– Gritos, pressão e mau estar geral psicológico (não é só em Portugal que há chefias de merda)
Passados uns meses vieram as novas fichas de salário, nas grandes empresas, só se actualiza 1x por ano, mesmo que tenhas sido promovido.
Eu pensava que tinha recebido uma promoção, mas no final era uma „promoção“: 0.5% de aumento.
Fui para casa quase a espumar da boca, e no dia seguinte disse ao meu chefe para encontrar outro, eu volto à minha posição antiga.
Fui despedido passados 6 meses 🤷
Hoje ganho mais e sem ter responsabilidades de gestão de pessoas, acho que a mim não me voltam a apanhar nessa.
Certamente não sem voltar a discutir salários e condições antes de aceitar.
Já estou numa posição de gestão e para mim foi a melhor mudança. Hoje tenho mais liberdade, delego quase tudo e concentro-me no “jogo político”, que encaro como parte natural do trabalho. Nas reuniões até me chamam o “veto”, porque adoro deitar abaixo políticas absurdas (como não darem teletrabalho ou brincarem com as férias dos trabalhadores). Não sou micromanager: deixo as pessoas resolverem, apoio quando é preciso e reconheço mérito, mas não tolero falhas recorrentes. Muito melhor do que quando era apenas “operário”. Adoro.
Não.
O aumento de ordenado não justifica o aumento de trabalho e responsabilidade.
Adicionalmente, já tive alguns cargos de chefia / supervisão, e tenho algumas limitações da minha personalidade que me dificultam desempenhar de forma correta esse trabalho.
Não muito obrigado.
Nunca foi fácil gerir pessoas, mas nos dias que correm está a ficar cada vez mais difícil. Muitas gerações diferentes a trabalhar, muita falta de recursos e os patrões a quererem resultados que não são possíveis de atingir com o que há, e muitos nem possíveis são de todo!
Não. Não tenho personalidade para isso, sou uma pessoa mais técnica, quanto menos pessoas melhor.
Ainda mais, há algum tempo, a empresa onde estou supostamente estava com alguns problemas em ter pessoal de liderança de equipas, sem dúvida exacerbados por estes terem de seguir uma política diferente relativamente ao regime de trabalho híbrido (mais um dia por semana presencial).
Vejo muita gente a dizer que não aceita porque o pagamento extra não é muito.
Essas pessoas esquecem de algumas coisas, quando desempenham uma função numa empresa podem adicionar isso ao CV, o que fará com que possam mais facilmente candidatar-se a cargos mais altos em outras empresas por salários mais altos.
Já tenho. Não recomendo.
Não é qualquer pessoa que consegue; e é trabalho muitas vezes ingrato. Muito menos se forem competentes a fazer o vosso trabalho.
Se conseguirem melhorar condições salariais sem terem de assumir um cargo de gestão (a menos que seja um cargo alto de direção) é a minha recomendação.
Acho que ninguém está errado, são decisões de cada um. Agora, uma pessoa que decida ficar num posto técnico sem grandes responsabilidades também não pode esperar acréscimos de salário tão significativos em média. Há depois aqueles frustrados que acham que quem está nesses cargos não faz nada e só manda bitaites, quem me dera que assim fosse, o aumento de responsabilidade é real e especialmente se tiverem trabalho administrativo em cima de tudo o resto é mesmo uma dor.
Sou funcionária pública, isso é um não…
Trabalho em RH. A minha chefe e eu falámos sobre o assunto há uns meses.
Para ocupar o lugar da minha atual chefe eu teria um aumento de 500€ líquidos.
Teria o dobro ou triplo das responsabilidades. Horários mais alargados. Seria exprimido pelo pessoal acima de mim e ter de lidar com o pessoal abaixo de mim – que atualmente são meus colegas. Tá quieto.
Depende. É para gerir em consciência e sem „medo“ de ser ultrapassado e sem egos á mistura? Então sim, sem problema.
É para trazer realmente valor na „gestão“, a defender a equipa, a identificar e promover as valências de cada um e a fazer toda a gente sentir-se bem? Então sim.
É para ter efetivamente alguma mais valia em gerir, que não seja mais trabalho e mais responsabilidade pelo mesmo ordenado? Então sim.
É para ser um layer efetivamente que filtra e direciona os pedidos de cima para a equipa de forma consciente e organizada, e que está ciente da capacidade da equipa em skills e tempo, e que não só diz não á chefia como também leva as necessidades da equipa a mesma? Então sim.
Se for para ser mais um pau mandado com mais um chicote porque o higher management é demasiado cagão para serem eles a fazê-lo, então não…
No contexto actual, prefiro não ser promovida para cargos de responsável de equipa ou departamento o equivalente a middle management/quadros médios.
O salário absolutamente não compensa a montanha de problemas que querem que resolvas, não só a tua equipa como também o chefe. Fica-se literalmente entalado num beco sem saída.
Quando a economia está na mó de baixo, ou quando o teu chefe precisa de um bode expiatório para sacrificar aos seus chefes, os quadros médios são os primeiros as ser mandados embora com a desculpa esfarrapada de contenção de custos, optimização de recursos, etc etc.
Vivi isto na minha pele durante 5 meses em que substituí um colega em baixa médica.
Não tenho interesse nenhum nisso, mais reuniões, ter que lidar com mais pessoas, mais responsabilidades provavelmente sem aumento salarial que se veja… é literalmente tudo negativo.
Isto em IT, quero estar no meu canto e fazer o meu trabalho. Ponto final parágrafo.
Só as semanas em que o chefe de equipa vai de férias e me calha ficar a substituir já são más o suficiente.
Sim, eu mudei de trabalho para uma empresa estrangeira por causa disso.
Em Portugal a resposta era sempre a mesma, já és um programador com muitos anos de carreira, o salário é alto, se quiseres progredir tens de assumir cargos de chefia e coordenação projectos/equipas, „subir na cadeia de valor do projecto“.
Este discurso não faz sentido nenhum, não tenho de mudar de carreira, desenvolver novas skills e conhecimentos para progredir. Gestão de equipas e pessoas, gestão de projectos são carreiras totalmente diferentes de desenvolvimento de software.
Lá fora, reconhecem experiencia e conhecimento, valorizam e pagam de acordo. Quem gere equipas e os projectos são gestores de pessoas e projectos profissionais, não um programador.
Nao quero, nem pelo dobro.
O meu objectivo é: Trabalhar o mínimo possível, com a minima responsabilidade possível, a ganhar o máximo possível.
Podem dar-me tarefas que se dão a quem acaba de começar a trabalhar, desde que o salário suba, eu aceito.
Eu quero crescer, tenho vindo a fazê-lo e quero ainda mais.
Giro equipas há 15 anos, o que faz a diferença não é a equipa.
É a cultura da empresa e a equipa de gestão que está acima de ti.
Durante uns tempos nos meus 20s nao me interessou para nada mas quando vais de empresa para empresa e com o passar dos anos acho que ha ali um click quer por motivaçoes de dinheiro ou mesmo de curriculo que te faz querer chegar a algum lado.
A partir daí tenho vindo a subir a escada corporativa e honestamente nem vejo como seria a minha vida se nao o tivesse tentando visto que nao tenho estudos nem skills para as outras coisas para ter um salario decente em Portugal
É complicado. Não acho que tenha perfil, nem grande desejo. Não sou uma pessoa que queira viver para o trabalho, que procura títulos, poder, ou que goste do jogo político.
Prefiro estar no meu canto a fazer o meu trabalho sem grandes chatices. Mas ao mesmo tempo não gosto de me conformar. Tenho ambição de me desenvolver e ganhar mais. Ate agora tenho tido boas performance reviews que tem levado a um aumento a cada ano (entre 2-5%).
Se desse para continuar a crescer na posição que estou, preferia. Mas sei que para dar o salto, terei de passar por liderar pessoas ou equipa.
Não só não ambiciono, como já recusei.
Mais trabalho e mais responsabilidade sem ganhar mais ou ter quaisquer benefícios? Não, obrigado.
Prefiro outras formas de „vestir a camisola“, „ser uma família“, „mostrar o meu valor“, e „subir na carreira“.
Eu ambiciono sempre fazer menos por mais. Tão só-
Sou responsável por 40 pessoas, 99% dos meus problemas não são técnicos, nem operacionais… Mas sim gerir os feitios dessas 40 pessoas.
O dinheiro a mais que recebo pelo cargo de chefia, não compensa de todo as chatices. Só o faço porque gosto verdadeiramente do meu trabalho.
Eu gostava, se fosse aplicável ganhar o mesmo que o meu superior/a (um/a senhor/a de 60 anos) que nao sabe mexer sequer no excel, nem falar ingles e saca 4k limpos, e eu que faço o trabalho todo (literalmente) levo para casa 1,2k. Por isso sim, gostava de escalar na escada corporativa.
Já passei por várias empresas e sempre que subia para um cargo em que tinha de gerir outros membros de equipa e trabalhos, o aumento salarial era 0 ou muito reduzido para a carga de trabalho, chatices e horas extra.
Era novo e tinha uma ideia romantizada da escada corporativa. Agora já não estou para isso. Quero subir, sim, mas tem de ser algo mais natural e, obviamente, quero mais salário e condições.
Quero crescer em conhecimento e salário, não quero gerir pessoas.
Been there, sempre fui developer, com mais ou menos responsabilidade/abrangência técnica, no meu último emprego fui „subindo“ até „solutions manager“, ter de gerir equipa, ter de lidar com politiquices, nah… Pedi para descer, meteram-me num projeto de merda, mudei de emprego de volta para um cargo de desenvolvimento