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    14 Kommentare

    1. É sinal que estão legalizados. Os nosso emigrantes também estão, e bem, inscritos nos países que os acolheram.

    2. > Os números, avançados esta quinta-feira pelo Jornal de Notícias, revelam ainda que há mais de 830 mil estrangeiros inscritos nos centros de saúde. Quer isto dizer que, apesar de haver perto de um milhão no Registo Nacional de Utente (RNU), nem todos estão inscritos nos centros de saúde.

      > O fim da Manifestação de Interesse diminuiu as novas inscrições, mas o número continua a crescer. O que significa que do total de utentes registados em julho deste ano, 83% são inscrições recentes.

      * [webarchive](https://archive.ph/LrFVo)

      > O problema, segundo as autoridades de Saúde ouvidas pelo Nascer do SOL, tem vindo a agravar-se pela cada vez maior escassez de dadores de sangue – em especial, nas camadas mais jovens – e pelas alterações na população decorrentes dos movimentos migratórios que têm abalado a Europa e que se agudizou em Portugal nos últimos anos com a política de portas abertas à imigração.

      > O tipo de sangue mais comum na população imigrante é o de tipo A, que é o segundo mais preponderante na população portuguesa, logo a seguir ao 0. No final do mês de julho, o diretor do Serviço de Sangue do Hospital de Santa Maria, Álvaro Beleza, aproveitou o seu espaço de comentário semanal na CNN-Portugal para chamar a atenção para a gravidade da situação e lançar um apelo para a necessidade de dar sangue.

      > Com efeito, tem-se registado uma quebra dramática nos dadores de sangue, sobretudo entre os mais jovens (na faixa etária até aos 44 anos), sendo que os bancos de dadores de sangue são principalmente constituídos por cidadãos com idades compreendidas entre os 60 e 70 anos, naturalmente com mais constrangimentos para dar sangue com o avançar da idade.

      > Fonte do Serviço Nacional de Saúde (SNS) confirmou ao Nascer do SOL que, embora a falta de reservas seja generalizada nos quatro principais tipos de sangue, a situação mais premente é mesmo a de sangue tipo A. Curiosamente, as mesmas fontes ouvidas pelo Nascer do SOL sublinham que, se é verdade que o crescimento da população imigrante contribuiu de forma decisiva para o agravamento do problema, são precisamente os estrangeiros que alimentam a esperança numa solução futura, uma vez que a população portuguesa, como aliás a europeia, se encontrava em acelerado ritmo de envelhecimento e de perda de dadores de sangue.

      * [webarchive](https://archive.ph/trs8l)

      Uma das consequências/efeito em cascata num sistema que já não estava bom antes (se é que alguma vez esteve na última década, pelo menos) e ainda se cria mais problemas em cima dele. Se calhar não era má ideia criar uma rede de benefícios melhor para convencer as pessoas a doarem sangue. Está visto que o que existe agora para as convencer não resulta e daqui não vai melhorar. Até mesmo, se a maioria dos imigrantes o tipo de sangue em falta é o maior, é preciso convence-los a doar em maior quantidade.

    3. A melhor solucao para esse problema será emigrar os que defendem os imigrantes e assim ja sao menos uns quantos que usam o sns……

    4. Live-Confection6859 on

      Portugal está reduzido a porta de embarque da União Europeia para imigração „legal“. É esse o legado de António Costa e foi recompensado com o trabalho em Bruxelas.

    5. E com a questão do reagrupamento familiar ainda pior ficará.

      Entretanto, imensos Portugueses continuam sem ter acesso a médico de família! E casas, e vaga nas creches para os filhos, e, e…

    6. O SNS está a ser propositadamente degradado para que a populaça finalmente se deixe dessas parlermices comunistas da saude barata/gratis, e da educacao barata/gratis.
      Só a malta com dinheiro tem direito a subir na vida e a chegar aos 80.

      Com muita pena minha está a resultar com uma pinta do crl e ironia das ironias, é a malta que mais precisa de ambos que ajuda mais à festa.

      Os que chegam, descontam e usufrem, sao os que menos culpa tem porque nao votaram nesta merda.

    7. E? Podemos identificar e informar sobre o problema exato VS fazer um headline generalista? O problema com certeza não será o número de utentes nacionais ou estrangeiros. Talvez seja, pura especulação, que não conseguimos atender as pessoas com qualidade e a tempos admissíveis porque X,Y,Z. ( impostos, ilegais, corrupção, êxodo de Portuguese qualificados, etc etc etc…)

    8. Gmatoshenriques on

      Aposto que algumas dezenas de milhares vieram para Portugal devido a problemas de saúde, e estão a sugar os parcos recursos existentes.

    9. Será que a malta do argumento „isto é tudo um plano para matar o SNS“ também vai incluir isto na sua teoria ou já é demasiado edgy?

    10. OnionPersonal2632 on

      É o que a esquerda quer, o aumento inqualificável de imigrantes vai levar a que praticamente todos os serviços públicos evoluam negativamente.

      Nos não estamos a receber enfermeiros ou médicos mas sim mão de obra não qualificada, imigrantes esses que tendem a descontar menos e a usar mais todos os serviços públicos, a mesmo passo temos os nossos jovens que trabalham neste setores a emigrar e a população residente a ficar cada vez mais velha, isto é uma receita certíssima para o fim do estado social.

    11. YellowAggravating172 on

      E ainda não viram nada… Afinal, recordemos as palavras do nomeado pela AD para diretor científico do Observatório das Migrações, há alguns meses:

      >“Se a educação é um primeiro momento em que as crianças e os seus pais migrantes contactam com o Estado, a saúde é o segundo. (…) Se calhar, por muito que isto possa parecer chocante, alguns portugueses como eu, como muitos de vocês que estão inscritos no Centro de Saúde e têm um médico de família, podem prescindir desse médico de família e ceder esse médico a quem, primeiramente, está a precisar“, apontou.

      https://www.dnoticias.pt/2025/4/11/444929-observatorio-defende-integracao-laboral-de-migrantes-na-educacao-e-forcas-de-seguranca/

    12. Nisto quantos médicos, enfermeiros e técnicos foram contratados?

      Quanto foi cobrado de IRS a este milhão de pessoas?

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