Share.

    12 Kommentare

    1. Eu teria trocado este titulo porque isto não é nada que se apresente. Mas não posso. Muita gente fica baralhada com percentagens e bastava isso para ter em atenção que não devem ser usadas desta forma, a meu ver. De 102 para 166 são 64 mas „um aumento de 50%“ entra mais no ouvido.

      > Olhando apenas para os dados, há um aumento considerável de violações praticadas por portugueses, que passaram de 102, em 2023, para 166, em 2024. Já os estrangeiros passaram de 27 para 29, sendo que no final de 2024 havia uma mulher portuguesa presa pelo crime de violação. Hermínio Barradas, presidente da Associação Sindical das Chefias do Corpo dos Guardas Prisionais, faz uma leitura diferente das nacionalidades: «Suspeitamos, até porque conhecemos as cadeias, que muitos dos que estão como portugueses devem ser aqueles portugueses do SEF e da AIMA. E isso não vem discriminado no relatório da DGRSP. Nós suspeitamos que seja isso». Questionado sobre a fragilidade do seu argumento, Hermínio Barradas assume que os aumentos de violações se devem a cidadãos «não autóctones. **Agora quase que há portugueses nacionais e portugueses internacionais», acrescenta, reforçando que é o que vê nas cadeias.**

      > Já a sobrelotação das cadeias e as guerras que lá se passam possibilitam uma leitura curiosa. O número de prisioneiros dos PALOP diminui, havendo apenas um país que aumentou, a Guiné-Bissau. «É notório que aumentou o número de estrangeiros dos outros países africanos. Também é evidente que as ofensas à integridade física aumentaram 20% na comunidade estrangeira», explica Hermínio Barradas. E quanto ao peso dos prisioneiros do PCC, a máfia brasileira? «Continuamos com a mesma convicção. Há quem fale em 29, nós temos a convicção de que o número anda à volta de uma centena. Estão espalhados pelas várias prisões, que são um campo de recrutamento do mais fértil que existe, porque estão preenchidas com pessoas frágeis, vulneráveis e indigentes».

      > Outro fenómeno que inquieta os profissionais das cadeias diz respeito à sobrelotação das cadeias, **algo que instâncias europeias não deixam, muitas vezes, passar em claro e multam , com frequência, Portugal.** «A média da União Europeia são 104 pessoas presas por 100 mil habitantes. Portugal tem 115 reclusos por 100 mil habitantes. Mas se formos ver só os estrangeiros, são 137 reclusos por 100 mil habitantes. Portanto, o rácio português está inflacionado, estes 115 deviam ser menos se não houvesse os tais 2.053 estrangeiros presos. Em 1.500.000 de população admitida estrangeira em Portugal, existem 2.053 cidadãos presos. Dá um rácio de 137 reclusos por 100 mil habitantes. Portanto, 16% da população prisional já são estrangeiros. Onde é que aumentou? Foi nos outros países de África».

      * [webarchive](https://archive.ph/UUmQS)

    2. Associação Sindical das Chefias do Corpo dos Guardas Prisionais, faz uma leitura diferente das nacionalidades: «Suspeitamos, até porque conhecemos as cadeias, que muitos dos que estão como portugueses devem ser aqueles portugueses do SEF e da AIMA. E isso não vem discriminado no relatório da DGRSP. Nós suspeitamos que seja isso». Questionado sobre a fragilidade do seu argumento, Hermínio Barradas assume que os aumentos de violações se devem a cidadãos «não autóctones. Agora quase que há portugueses nacionais e portugueses internacionais», acrescenta, reforçando que é o que vê nas cadeias.

    3. Acceptable-Crew-1990 on

      E na foto uma polícia com grandes glúteos. Sexismo normalizado + povos sem cultura dá problemas.

    4. Far_Round8617 on

      Discordo enormemente. O número de violados aumentou. Não de violadores. 

    5. >«Suspeitamos, até porque conhecemos as cadeias, que muitos dos que estão como portugueses devem ser aqueles portugueses do SEF e da AIMA. E isso não vem discriminado no relatório da DGRSP. Nós suspeitamos que seja isso». Questionado sobre a fragilidade do seu argumento, Hermínio Barradas assume que os aumentos de violações se devem a cidadãos «não autóctones. **Agora quase que há portugueses nacionais e portugueses internacionais», acrescenta, reforçando que é o que vê nas cadeias.**

      Toda esta parte é vergonhosa, possas.

      „Suspeitamos porque conhecemos“

      Então, eu suspeito que seja tudo pessoal da Associação Sindical das Chefias do Corpo dos Guardas Prisionais

    6. Witty_Landscape7465 on

      Mas isto faz algum sentido? O número de estrangeiros aumentou apenas dois, mas apenas os estrangeiros naturalizados quando tiram o passaporte português é que decidem violar pessoas? Até lá controlam-se?

      Curioso que o Sol já tinha lançado aquela notícia dos imigrantes entupirem com os sistemas públicos portugueses e agora manda esta com base em achismos, sendo que ainda há uns tempos saíram relatos que a atribuição de nacionalidades estava praticamente suspensa e que uma baixa percentagem das mesmas eram para imigrantes.

    7. BrilliantTelephone29 on

      Para a esquerda tudo se resolveria com integração , isto é , com portas escancaradas , subsídios e palmadinhas nas costas

    8. Admirable-Cell-2658 on

      Já sabem é tudo uma sensação, esqueceram de referir que é uma sensação de „ardor“!

    Leave A Reply