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    15 Kommentare

    1. rickz123456 on

      E é o correto a fazer.

      A cimeira da ONU em setembro é a oportunidade ideal para um reconhecimento em conjunto

      Para já França, Canadá, Portugal, Luxemburgo etc..

      O Rangel deu a entender que aqueles países que assinaram aquela declaração vão avançar todos no reconhecimento

    2. gazing_the_sea on

      Não altera em nada o seu reconhecimento, não deixa de haver guerra, o Hamas não deixa de existir, a Palestina não deixa de reconhecer Israel como um alvo a destruir e o resto dos países árabes continuam a não querer saber da Palestina.

    3. Maximum-Ear5677 on

      „Mas só em Setembro, que agora metem-se as férias de Agosto e isto fica tudo engatado“ -Um Tuga, provavelmente 

    4. charge-pump on

      Uma vez mais, é tarde e mau. O impacto vai ser zero. Israel já praticamente conquistou a Palestina toda e prepara-se para anexar Gaza.

    5. cesaroncalves on

      Titulo bonito, depois de milhares e milhares de mortos, aqui está Portugal finalmente pronto para salvar o povo do genocídio, com reconhecimento do seu estado, e nada mais…

      [Este artigo vai em mais detalhe](https://www.publico.pt/2025/07/30/politica/noticia/portugal-subscreve-declaracao-aponta-reconhecimento-palestina-passo-essencial-2142244)…

      >Na declaração, as diplomacias destes países “instam os países que ainda não o fizeram a estabelecer relações normais com Israel” e a “expressarem a sua disposição em começar discussões sobre a integração do Estado de Israel na região”.

      E para salvar este povo oprimido, sugerimos „ajudar“ quem os está a massacrar já à 75 anos, espalhando falsas informações, [Arab Leaders Said They Are Willing To Ensure Peace In The Middle East But Israel Is Obstructing It](https://www.youtube.com/watch?v=ngYKA7VYWRE) .

      >Além disso, expressam ainda a determinação de trabalhar “numa arquitectura” para garantir a reconstrução da Faixa de Gaza, o desarmamento do Hamas e a sua exclusão do governo da Palestina.

      >Esta nota, que começa por condenar o “hediondo e anti-semita” ataque de 7 de Outubro, exige também um cessar-fogo imediato, a libertação imediata e incondicional de todos os reféns do Hamas, incluindo os restos mortais, bem como acesso humanitário sem restrições.

      Aproveitamos ainda para condenar novamente o ataque de á 2 anos atrás, impor exigências ao povo sob genocídio, chamar aos oprimidos de „anti-semitas“, e ainda falamos de tripulações de tanques e soldados como reféns. Zero menções dos milhares de „prisioneiros“ Palestinianos em Israel, mesmo com novas [acusações de roubar órgãos aos mesmos](https://www.solidarity-ps.org/en/Stealing_Martyrs_Organs) (já não é a primeira vez que foram apanhados a faze-lo).

      Ainda continua com exigências aos Palestinianos, e zero, absolutamente nenhuma condenação a Israel.

      É de notar, que exigimos uma Palestina desmilitarizada, enquanto [isto](https://www.reddit.com/r/JewsOfConscience/comments/1md9orz/journalist_andrey_x_mourns_his_friend_odeh/?utm_source=share&utm_medium=web3x&utm_name=web3xcss&utm_term=1&utm_content=share_button) acontece nas zonas desmilitarizadas.

      A posição da UE em relação a Israel é simplesmente nojenta.

    6. Não serve de nada, visto que Israel nem está a atacar território controlado pelo governo da Palestina.

    7. Equivalent_Policy803 on

      O que mais me irrita nisto é que nós só vamos atrás do que os outros dizem! Nao temos iniciativa nenhuma.

    8. Maleficent_Round9274 on

      Que ridículo… o que muda até em setembro? Ou há condições para reconhecer já ou não há

    9. SantoInverno on

      Ora bem, deixa cá ver se segundo o direito internacional podemos classificar a Palestina de estado:

      1. O governo tem de ser o órgão mais soberano dentro do seu território (não é o caso);

      2. Necessita de ter um território definido, que não esteja em perigo de ser constantemente mudado e de conseguir exercer o seu poder nele como forma de poder mais elevado tanto a nível aéreo, marítimo, terrestre e subterrâneo (não é o caso);

      3. População fixa (próximo, mas não é suficiente);

      4. Governo capaz de exercer os três poderes, executivo, legislativo e judicial dentro do seu território (não é o caso).

    10. Absurdo! Reconhecer uma zona dominada por um grupo terrorista, e que foi colocado lá pela população fanática e que aplaude os actos terroristas que faz, é legitimar que o terrorismo vale a pena.

      Já para não falar que ainda há reféns lá (curiosamente não há manifestações a pedir a sua libertação), que o hamas utiliza os civis e zonas como escolas como escudos, que têm ideologias desumanas e completamente incompatíveis com a evolução civilizacional e que fazem do ocidente uns paspalhos com a imensa desinformação e seleção criteriosa do que passar aos ingénuos e idiotas úteis do ocidente. E claro, a sua razão de existir é pura e simplesmente exterminar Israel (admitido na carta de criação do Hamas e pelas bocas de todos os residentes), que os tais idiotas ocidentais tanto papagaiam com o „From the River to the Sea“. Isso e enriquecer os seus líderes de forma astronómica através dos apoio de outros países fanáticos e de contribuições de países e organizações ingenuas (ou ate idiotas).

      Tanto as acusações de genocídio como de aparthaid é mais uma estupidez comida pelo idiotas ocidentais, que curiosamente só existiria se as forças se invertessem e o Hamas tivesse o poder de Israel. É preocupante este crescimento meteórico da islão e fanáticos religiosos com ideias absolutamente medievais pelo mundo e a forma como certas áreas das sociedades ocidentais hipotecam tudo quanto evoluímos em prol de poder a curto prazo, votos e dinheiro. E a forma como defendem o desaparecimento directamente ou indirectamente, por vezes com ações concretas dignas de nazis, da única perspectiva ocidental e de valores não medievais, de igualdade de direitos e deveres a nível de raça, religião e sexo numa zona so mundo absolutamente dominada por ideologias que defendem tudo o contrário fanaticamente. E nem esses querem lá os Palestinianos… Aliás deve ser a única guerra, escalada a níveis mais altos pelo lado que está mais a sofrer e onde o atacado tem o dever de assegurar tudo e mais alguma coisa aqueles que os querem exterminar. Fantástico!

      Nunca vou perceber.

      Agora, sabendo bem onde estou a escrever isto, venham de lá os downvotes massivos.

    11. A Autoridade Palestiniana, o governo a ser eventualmente reconhecido, só passa a controlar Gaza se o Hamas for destruído primeiro.

      Sem essa parte cumprida, isto é uma palmadinha nas costas ao Hamas e não muda a situação para melhor, aliás até incentiva para que piore.

      O Hamas aprendeu esta semana que pode manipular a opinião pública metendo cá para fora fotos de crianças com doenças genéticas a dizer que estão a morrer à fome que os media ocidentais papam e espalham sem o mínimo de sentido crítico.

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