Um alto retrocesso está retirada do as perto da sexualidade. Chamar de „ideologia de género“ é já palhaçada de quem não percebe o impacto positivo que tem ensinar à malta nova sobre isto. Reduz infeções. Reduz gravidezes inesperadas. Aumenta saúde sexual no geral. Aumenta tolerância face ao outro
Engraçado ser contra isto. Especialmente dado o histórico que o Chega tem. Hmmmmm 🤔🤔🤔
Gabriel-d-Annunzio on
Basicamente, vão adaptar ao que já, bem ou mal, se faz. Muitos professores que conheço tem pudor em dar a parte da sexualidade, então passam à frente e deixam para o secundário. No 3º ciclo toda a gente procura dar mais ambientalismo, direitos humanos, e por aí.
PikachuTuga on
Isto sim é um bom resumo do novo programa.
E no 3.º ciclo, onde os alunos já são adolescentes e com um pouco mais de maturidade, é que serão dados os direitos humanos, com análise de casos históricos e atuais de **violação dos direitos humanos** como „tráfico de seres humanos, abusos sexuais, violência de género, bem como violência contra pessoas com orientação sexual e identidade e expressão de género não normativas“. E também só no 3.º ciclo é que o programa prevê “debater a **igualdade de género** em contextos como a educação, o trabalho e o exercício de cargos políticos”.
Portanto as viúvas do BE podem ficar descansadas que na idade certa os temas de género vão ser abordados. Mas sem ideologia.
Entretanto para desgosto da esquerda a **literacia financeira** saiu reforçadíssima em todos os ciclos.
Jumpyer on
Menos mal, literacia financeira faz muuuita falta.
Com isto, não quero dizer que a devem parar com a educação sexual. Esta, pode muito bem ser ensinada com a levante máxima: Respeitem os outros. Não é não. Somos todos iguais. Somos todos livres. O mundo será sempre um lugar melhor se formos todos simpáticos e respeitarmos a identidade do outro.
Não é preciso aprofundar mais que isto, basta os jovens perceberem que devem respeitar os outros. A problema aqui é que esta mensagem não se deveria aplicar só a questões relacionadas com identidade e sexualidade, mas com cultura ou até profissionais (quantas pessoas continuam a tratar como m*rda quem trabalha em serviços?).
Terrible_Mouse_6838 on
Bom, lá vamos nós aumentar o número de gravidez adolescente, doenças venéreas e abortos clandestinos.
neapo on
Menos lixo e mais assuntos sérios que afetam todos e não uma minoria da sociedade que sofre de disforia de género e precisa de tratamento como descrito no manual de psiquiatria DSM V
sjbs123 on
Diziam que queriam “retirar o conteúdo ideológico”, mas na prática parece mais uma substituição: diminuem-se temas como igualdade de género e educação para a diversidade, e reforçam-se literacia financeira e empreendedorismo como novos pilares. A meu ver, não eliminam a ideologia — apenas trocam uma por outra, agora com um guião mais alinhado com a visão do atual Governo.
A ideia de uma “educação neutra” é, muitas vezes, um mito: todas as escolhas curriculares refletem prioridades políticas e sociais.
rickz123456 on
Gostava apenas de dizer que sexualidade é diferente de ideologia de género, muito diferente
Quem está a colocar tudo no mesmo lote está a fazer um péssimo serviço aos nossos jovens
cueca2000 on
E bem.
charge-pump on
Isto só reforça a ideia de que o PSD está a ceder ao Chega em toda a linha. A ideia que há ideologia na disciplina de cidadania não tem pés nem cabeça. Basta ler os conteúdos do ME que tinham de ser abordados. É possível sempre melhorar a disciplina, mas esta conversa cheira a tempos da outra senhora.
Koizito on
Lindo. Vão tirar coisas realmente importantes de ensinar e enfiar ainda mais propaganda de ideologia capitalista pela goela abaixo das crianças…
PessoaaleatoriakkxD on
Esta gente foi aquele tipo de aluno que odiava Cidadania e achava uma seca brutal, agora querem mudar o que não gostavam.
BroaxXx on
Parece-me uma excelente troca, honestamente…
Leave A Reply
Du musst angemeldet sein, um einen Kommentar abzugeben.
13 Kommentare
Um alto retrocesso está retirada do as perto da sexualidade. Chamar de „ideologia de género“ é já palhaçada de quem não percebe o impacto positivo que tem ensinar à malta nova sobre isto. Reduz infeções. Reduz gravidezes inesperadas. Aumenta saúde sexual no geral. Aumenta tolerância face ao outro
Engraçado ser contra isto. Especialmente dado o histórico que o Chega tem. Hmmmmm 🤔🤔🤔
Basicamente, vão adaptar ao que já, bem ou mal, se faz. Muitos professores que conheço tem pudor em dar a parte da sexualidade, então passam à frente e deixam para o secundário. No 3º ciclo toda a gente procura dar mais ambientalismo, direitos humanos, e por aí.
Isto sim é um bom resumo do novo programa.
E no 3.º ciclo, onde os alunos já são adolescentes e com um pouco mais de maturidade, é que serão dados os direitos humanos, com análise de casos históricos e atuais de **violação dos direitos humanos** como „tráfico de seres humanos, abusos sexuais, violência de género, bem como violência contra pessoas com orientação sexual e identidade e expressão de género não normativas“. E também só no 3.º ciclo é que o programa prevê “debater a **igualdade de género** em contextos como a educação, o trabalho e o exercício de cargos políticos”.
Portanto as viúvas do BE podem ficar descansadas que na idade certa os temas de género vão ser abordados. Mas sem ideologia.
Entretanto para desgosto da esquerda a **literacia financeira** saiu reforçadíssima em todos os ciclos.
Menos mal, literacia financeira faz muuuita falta.
Com isto, não quero dizer que a devem parar com a educação sexual. Esta, pode muito bem ser ensinada com a levante máxima: Respeitem os outros. Não é não. Somos todos iguais. Somos todos livres. O mundo será sempre um lugar melhor se formos todos simpáticos e respeitarmos a identidade do outro.
Não é preciso aprofundar mais que isto, basta os jovens perceberem que devem respeitar os outros. A problema aqui é que esta mensagem não se deveria aplicar só a questões relacionadas com identidade e sexualidade, mas com cultura ou até profissionais (quantas pessoas continuam a tratar como m*rda quem trabalha em serviços?).
Bom, lá vamos nós aumentar o número de gravidez adolescente, doenças venéreas e abortos clandestinos.
Menos lixo e mais assuntos sérios que afetam todos e não uma minoria da sociedade que sofre de disforia de género e precisa de tratamento como descrito no manual de psiquiatria DSM V
Diziam que queriam “retirar o conteúdo ideológico”, mas na prática parece mais uma substituição: diminuem-se temas como igualdade de género e educação para a diversidade, e reforçam-se literacia financeira e empreendedorismo como novos pilares. A meu ver, não eliminam a ideologia — apenas trocam uma por outra, agora com um guião mais alinhado com a visão do atual Governo.
A ideia de uma “educação neutra” é, muitas vezes, um mito: todas as escolhas curriculares refletem prioridades políticas e sociais.
Gostava apenas de dizer que sexualidade é diferente de ideologia de género, muito diferente
Quem está a colocar tudo no mesmo lote está a fazer um péssimo serviço aos nossos jovens
E bem.
Isto só reforça a ideia de que o PSD está a ceder ao Chega em toda a linha. A ideia que há ideologia na disciplina de cidadania não tem pés nem cabeça. Basta ler os conteúdos do ME que tinham de ser abordados. É possível sempre melhorar a disciplina, mas esta conversa cheira a tempos da outra senhora.
Lindo. Vão tirar coisas realmente importantes de ensinar e enfiar ainda mais propaganda de ideologia capitalista pela goela abaixo das crianças…
Esta gente foi aquele tipo de aluno que odiava Cidadania e achava uma seca brutal, agora querem mudar o que não gostavam.
Parece-me uma excelente troca, honestamente…