Live Jungs!

    Wie viele Menschen mache ich mir Sorgen um den Wohnungszustand in Portugal.

    Ich habe vor kurzem ein Video über die Berühmten gesehen "Commie Blcoks".

    https://youtu.be/1exuuujx7y

    Ich fand die Massenkonstruktion sehr interessant und wie ich heute in osteuropäischen Ländern renoviert werde.

    Und ich fragte, dass Portugal brauchte? Öffentliche Massenwohnungen mit dem Bau einfacher Gebäude für die Pasta (jetzt ohne Balkone, um den Marquise zu vermeiden).

    Die Gebäude leiden unter dem Ruf, hässlich zu sein, aber das Video zeigt, dass jedes Gebäude ohne Wartung und an einem grauen Wintertag nie schön erscheinen wird. Die gleichen Gebäude in Ost -umgestaltetem Deutschland sind ganz normal.

    Ich bin kein Ökonom, kein politischer, kein Bauingenieur, also kann ich sogar eine sehr romantische Idee der Situation schaffen, sondern sagen, was sie denken.

    Umarmungen und dass jeder Wohnraum bekommt!

    Habitação estilo soviética, solução para a habitação?
    byu/Cautious-Practice-57 inportugal



    Von Cautious-Practice-57

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    19 Kommentare

    1. Acho que se precisa menos dos commie blocks e mais de fazer o tipo de planeamento urbano que eles mostram no video. Para além disso, faz muita falta a industria para poder fazer construção como eles fizeram.

    2. Jealous-Weekend4674 on

      Sim, o que Portugal precisa é de habitação a preços acessiveis e não de construcao de luxo ou de gama media alta.

      Quando entregues às forças de mercado, os empreiteiros vão optar pela contrução de gama alta porque tem uma rentabilidade melhor.

      Até sou capaz de apostar se o Estado contruisse habitação acessivel para vender, ainda ia ter lucro…

    3. até parece que já estou a ouvir os felizes contemplados destas casas

      „foda-se, nao tem varandas ,nem bidé? Só uma casa de banho? Os quartos são pequenos. A fachada é feia“

      tal como quando vão receber os cabazes alimentares “ foda-se outra vez massa? salsichas e atum? a gente não come só isso! Nao tem carne, bacalhau?“

    4. GeorgiaWitness1 on

      **em suma sim**. O problema de comprar casa é sempre um catch 22. Queres ter casa, mas depois não queres comprar ou viver longo tempo numa coisa destas.

      Também não queres arrendar durante muitos anos, depois acabas por ter casas ridiculamente baratas e outras ridiculamente caras.

      Eu pessoalmente fazia isto, mas se perguntares a uma pessoa da minha idade que quer comprar casa e quer uma coisa dessas, não.

    5. Na Polónia, os pais começavam a entregar uma pequena soma mensal quando os filhos estavam em idade escolar ou, antes. Em regra as casas não estavam prontas antes do jovem ter… 30 anos (a menos que tivesses contactos/dólares), As casas eram exíguas pois, considerava-se que 8m2 por pessoa era suficiente portanto, 20m era um luxo. Quando era comunicado que o apartamento estava pronto tinham que pagar uma quantia equivalente a vários anos de salário (dez talvez, mais) de uma só vez (não havia empréstimo bancário) para poder receber as chaves….bom, o apartamento era entregue apenas com paredes: armários, portas, torneiras nada disso era da responsabilidade da cooperativa.

      Last but not least, a casa nunca era tua tinhas o direito de usufruto. Fonte: vivi num desses apartamentos nos anos 80.

      Dito isto, na região de Lisboa as Cooperativas de habitação construíram casas a preços acessíveis e foi pena que essa experiência tivesse perdido fôlego.

    6. Elvish_Champion on

      Também não queres sugerir as capsule rooms que os Japoneses têm?

      Imagina tu, um micro-quarto para cada pessoa. Em três tempos resolvia-se tudo. Era só criar uns quantos milhares em cada cidade que tem excesso de população vs casas disponíveis para habitar onde ninguém as pode pagar.

      Sim, é sarcasmo porque isto é ridículo. A solução não é criar mais casas até saturar o mercado e o preço baixar (porque isso não vai acontecer quando tens estrangeiros a pagar sem problema algum os nossos preços porque para muitos são considerados baratos), tem é de haver mecanismos (incentivos e condições) para os preços fora das zonas principais (principais cidades do país já saturadas a nível populacional) serem mais acessíveis/atrativas e puxar o pessoal para elas para remover saturação de certos lugares.

      De momento, fazer 5-15 minutos para o trabalho está a ser considerado um luxo e o pessoal quer beneficiar desse luxo mesmo sabendo que tal não é possível e então a solução é reclamar. Mas e se houver incentivos em condições para fazer essa viagem em 30 minutos? Já aceitam morar um pouco mais longe? E se a empresa beneficiar com a contratação de pessoal que mora um pouco mais longe? Também ajudaria? Enquanto algo tipo isso não for equacionado como opção, este barulho vai sempre existir. Portugal não tem condições para ter cidades como New York, mas o pessoal está a pressionar para que tal aconteça sei lá porquê.

    7. gazing_the_sea on

      Isso é um monte de esterco em termos de construção e só serviu para criar guetos.

    8. Meu caro

      Morei num bairro numa habitação de que falas (num antigo satélite da União soviética) e posso-te garantir que NÃO queres nada disso.

    9. Tanhauser-Gate on

      Eu vivo em Praga, na R. Checa. Aquilo está cheio de „panelaks“ nas partes de fora do centro da cidade. Eu NUNCA iria viver num deles. Todo o pessoal que eu conheço, que é Checo ou estrangeiro, evitaria ao máximo viver num deles. A minha mulher, que é checa, diz que nem morta iria para lá. Mesmo assim, aqui ficam os Prós e Contras:

      Prós:

      1. O Aquecimento central é 5 estrelas. Funcionam bem, mesmo depois de 50 anos.

      2. Mais barato que os prédios em betão ou tijolo.

      3. Muitos desses prédios estão integrados com escolas primárias e secundárias. Tens também pequenos comércios, consultórios médicos e afins.

      Contras:

      1. São feios, mas mesmo muito feios. Em certas zonas, como Praga 5, tens uma linha de 10 prédios, cada uma à frente de outra. Ou seja, acordas e vês um bloco feio de qualquer lado de onde tens uma janela. Esse período já morreu e voltar a construir algo semelhante é estúpido, porque leva a um peso bastante negativo na „aura“ da cidade

      2. Ouves tudo, mas mesmo tudo, em cima, em baixo, dos lados. As paredes são de um material fino e de pouca qualidade. Tens que ter uma paciência bastante grande, com uma tolerância para barulho de outro mundo.

      3. Tens bastantes problemas sociais nesses prédios (violência doméstica, alcoolismo e drogas, comportamento anti-social, etc). Se tens filhos, talvez não seja o melhor sítio para eles andarem.

      4. Esquece estacionar o carro. Não existem garagens.

    10. Como alguém que cresceu num commie-block (panelák em eslovaco), é uma merda comparado com casas mais modernas ou antigas, e não tem longevidade. Há melhores técnicas e planos.

      Tb estes foram baratos só porque havia fábricas de paneis, e só vale quando são construídas milhares destas merdas.

    11. Interesting_Order736 on

      Há uma cidade do interior que agora não me lembro qual é, mas que tem um projeto de um pequeno bairro neste estilo que deve ser feito com fundos do PRR.

      Também já ouvi falar do mesmo projeto cá para as Caldas, ali na Avenida Timor Lorosae onde há uns quantos terrenos vagos mas não sei se seguirá para a frente porque já há uns anos que a Agostinho Pereira anda a continuar um projeto antigo que ficou suspenso em 2009 por causa da crise.

    12. Eu estive na Polónia e vi um edificio de residência comum. Espero que não estejas a falar em morar num quarto e partilhar casas de banho.

    13. Soluções há muitas mas enquanto tivermos políticos envolvidos no negócio das casas e a beneficiarem directamente com a escassez de habitação, não vamos nunca sair da crise.

      Para urbanismo sério e soluções habitacionais de primeira qualidade aqui mesmo em Portugal vejam o bairro de Alvalade em Lisboa.

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