
Die Schwierigkeit beim Zugang zu offenen Stellen des öffentlichen und im Vorschulnetzwerk ist kein neues Thema, sondern im Zentrum der öffentlichen Diskussion im Zusammenhang mit der Zunahme von Ausländern in Portugal.
https://www.publico.pt/2025/07/11/sociedade/noticia/filhos-imigrantes-prioridade-acesso-creches-preescolar-nao-verdade-2139868
Von Proof_Year_3662
8 Kommentare
**Pessoal, o que acham deste artigo?**
É evidente que não existem critérios baseados na nacionalidade, e ainda bem, pois isso seria inconstitucional.
Contudo, na minha opinião, a questão é mais profunda e prende-se com os critérios de prioridade no acesso às creches.
Ao acolhermos um número elevado de imigrantes não qualificados, muitas vezes com rendimentos muito baixos, e tendo em conta que os critérios de prioridade incluem precisamente rendimentos reduzidos, dependência de apoios sociais e situações de desemprego de um dos membros do casal, estas famílias acabam, ainda que de forma indireta, por ter prioridade no acesso.
Compreendo, em parte, a lógica: se há prioridades, estas devem ser dadas a quem mais precisa, e isso passa naturalmente pelos rendimentos.
Contudo, para as famílias da classe média-baixa ou ate média, o custo de uma creche privada representa um encargo extremamente elevado, sobretudo se tiverem mais que 1 filho.
**Pergunto**: não seria mais justo, em vez do atual programa „Creche Feliz“, que prevê creches gratuitas para algumas famílias, que o estado subsidiasse parcialmente as mensalidades no publico ou no privado, de forma proporcional ao rendimento de cada agregado familiar?
Dessa forma, o apoio seria mais equilibrado e abrangeria de forma mais justa todas as famílias que realmente precisam. Tambem permetia uma abordagem mais elastica ao numero de vagas, uma vez que e dificil criar novas creches publicas, e os pais saberiam com que encargos contar.
>Filhos de imigrantes têm prioridade no acesso a creches e pré-escolar? Não é verdade
No caso do pré-escolar, o artigo 10.º do despacho estabelece, de facto, as situações em que as crianças têm prioridade no acesso às instituições de ensino, mas em nenhuma das alíneas se faz referência à nacionalidade.
Claro que não D. Bárbara Baltarejo, claro que não, sabe que isso seria considerado crime, correcto? Nenhuma instituição pode discriminar negativa ou positivamente com base na raça, credo ou cor.
D. Bárbara Baltarejo, agora pense lá connosco, se calhar vai-lhe custar, mas tente:
Quem tem direito ao Abono (1.º e 2.º escalões) e à Garantia para a Infância? (Tendo em conta que os apoios são atribuídos com base no rendimento per capita do agregado familiar)
Vejamos: famílias com rendimentos mais baixos. Até aqui ok Bárbara?
Que famílias têm rendimentos mais baixos? Portuguesas? sim claro, infelizmente ainda há demasiadas, porém, agora temos um novo *player*, as famílias estrangeiras.
Porquê D. Bárbara?
Estrutura socioeconómica diferente para começar. Muitas famílias imigrantes que chegam a Portugal estão em situação económica mais vulnerável nos primeiros anos, com rendimentos mais baixos e empregos precários.
E isso leva a quê D. Bárbara? que sejam mais elegíveis para esses apoios. Concorda???
Ou ainda: famílias numerosas e/ou monoparentais: estatisticamente, algumas comunidades imigrantes têm famílias com mais filhos ou em situação monoparental, o que também aumenta a prioridade. Concorda???
Trabalham e vivem em áreas urbanas: como Lisboa, Setúbal, Porto, etc., onde a procura por creches é, já por si, altíssima, o que faz com que a concorrência se torne mais visível.
Mas sim, no fundo acho mal dizerem que é única e exclusivamente pela nacionalidade, nisso posso dar razão, mas já sabemos o que a casa gasta no que toca a *fake news* e a exagerar as coisas ¯\_(ツ)_/¯
Há nacionalidades com rendimentos médios 30-35% abaixo do Português.
Derivado desses baixos rendimentos, a criança média dessas nacionalidades tem prioridade no acesso à creche face a uma criança nacional, assim como tem direito a mais apoios.
Então o pessoal que vinha “salvar” o Estado Social afinal consome mais recursos do que o Português médio, apesar de contribuir muito menos? Sim.
Não existe nenhuma regra que o diga, no entanto as regras dão prioridade a quem ganha menos, ora como a maioria da imigração é de salário minimo, o resultado é prioridade à maioria dos filhos dos imigrantes juntamente com outros locais de salário minimo.
Com o boom da imigração e agora da reunião familiar significa que a classe média vai estar excluida do acesso a estes serviços públicos para o qual descontam.
Regras mal feitas que impulsionam o sentimento anti imigração.
Mas as elites lá vão fingindo que não se passa nada. Quase que parece que desejam que certos partidos cheguem ao poder.
O problema não é a oferta de creches estar desadequada do número de crianças até mesmo num dos países com menor natalidade do mundo. O problema é o *excesso de crianças*.
Só quem não tem filhos é que diz coisas destas… 30% do meu rendimento e 1h30 de carro vai para a creche porque não tenho direito a creche para os meus dois filhos.
Isto é muito bonito mas quando vamos às visitas, vemos os pais portugueses desesperados porque precisam de trabalhar e pagar contas e não conseguem deixar os filhos em creches… ficam desesperados e votam desesperadamente…
Isto é um problema e tem de ser resolvido. Não digo que será parando a emigração e elegemos políticos para descobrirem como resolver, mas tem de ser resolvido.
Eu não sei que creches vocês conhecem mas das minha experiência que passei muito recentemente por dois processos de inscrição de creches, e em que, como toda a gente, inscrevi a criança em várias, todas elas não dão prioridade a quem tem menos rendimento mas precisamente ao contrário! Quem tem bons rendimentos entra logo! E quem tem cunha, que geral é quem tem bons rendimentos… Tenho a sorte de ter um rendimento bem a cima da médica e fomos aceite em todas.
Tanto que é assim, que já ouvimos comentários que as creches não gostam muito de coisas como o programa „Creche Feliz“ porque leva mais tempo a receber o dinheiro do Estado.
Ah, e não é verdade que o programa „Creche Feliz“ é só para famílias de baixos rendimentos. É para todas as crianças nascidas depois de 21. Houve foi uma medida depois para incluir tb crianças antes de 21 (que já não precisam) que tinha em conta os rendimentos.
O Público como jornal de esquerda está a lutar com tudo contra a maré, e mais se enterra. Uma lei não pode diretamente discriminar uma nacionalidade que tem mais direito ou prioridade que outra, o que esta lei fez foi dar a volta a isso e definir vulnerabilidade social como critério e ai já se dá a volta. Queria aqui agradecer ao PS e aos editores do Público por mais uma vez darem um monumental tiro no pé a querer jogar areia para a cara das pessoas. Isto é um problema sim, e não aumentamos a taxa de natalidade dos de cá, dificultando as creches aos mesmo em detrimento de quem vem de fora. O PS e demais extrema esquerda a serem traidores.
As coisas são como são, não devemos andar com paninhos quentes, tem de se falar abertamente.