Isto não deve ter nada a ver com o Chega mas devia ser uma regra básica de segurança nos locais públicos.
Ter a face tapada deve ser simplesmente proibido, seja com burka ou com lenços, roupa ou capacete.
Justin57Time on
„Na exposição de motivos, assinala que o Estado português é laico e defende que não existem motivos para ser permitida „a exibição de símbolos religiosos em instituições públicas, como escolas não religiosas, hospitais, transportes públicos e demais locais regidos ou pertencentes ao Estado“.“
A justificação é completamente absurda. Será que ele quer proibir pessoas de usarem correntes com crucifixos? Porque se esta justificação serve para uns, teria de servir para todos, o que seria uma absurda violação de liberdades individuais.
angelolidae on
Não existem um monte de trajes festivos que envolvem cobrir o rosto (caretos por exemplo), ou seja este defensor da pátria quer proibir que um homem ande nesses trajes?
KokishinNeko on
A justificação é parva, tantos países que proíbem a cara tapada por razões de segurança e não tiveram problemas com isso, e este gajo vai meter religião ao barulho? Fds… Que tiro no pé.
Mas que venha a lei, 100% de acordo.
OkDesk2871 on
concordo, os homens nao deviam andar ai a tapar-se com bonés e boinas e chapeus parolos
Madwie2 on
O estado português é laico, mas as pessoas não.
Cada um faz o que quer, desde que não afecte a liberdade do próximo.
Bifito on
Devia-se estender também a roupas (de cariz religioso) que cubram o cabelo. Mas um passo de cada vez.
peidinho31 on
Para ontem
DrPepperPower on
Eu percebo e no geral até concordo (abrindo exceções para manifestações e festivais que devia ser óbvio)
A verdadeira questão é: Qual é o intuito do chega em fazer isto? Duvido que seja segurança….
Master_Bayters on
Proíbam é os Panamás. Que coisa foleira
heartbeatcity1984 on
Uma vez mais demonstra que o grande problema com a imigração passa apenas e só pela existência destas pessoas na via pública. Se apenas fosse permitido aos imigrantes viver no subsolo, ninguém se importaria se vivem assim ou assado. O que incomoda é que existam no espaço público e que usufruam dos serviços pelos quais pagam impostos.
dakar_em_canoa on
Chega bem, novamente.
A Suiça acabou de aplicar esta regra a 1 de janeiro.
le_raveli on
“No diploma admitem-se outras exceções, nomeadamente „por razões de saúde ou motivos profissionais, artísticos e de entretenimento ou publicidade“”
Publicidade? Isso quer dizer que posso usar lenços da prozis para tapar a cara é na boa certo? Quem diz que não foi um favorzinho ao Milhão? 😉
basiliodebrito on
O espaço do chega a desaparecer com decisões do psd, vão ter que inventar mais papões para os ignorantes, esse grande problema da burca. O estado é laico. Deve-se discutir o espaço público como a escola e os espaços do estado. Mas já agora Pf tirem as santinhas aos professores das escolas e ponham e fechem a porta aos padres. De resto, em nome da segurança calcam-se direitos por todo o lado. Coisas que eram inaceitáveis há meia dúzia de anos vão parecendo normais. Somos nós a violar sistematicamente a nossa privacidade. Mas a burca, claro.
tokenwolf14 on
Com capacetes de vidro, duhhh 😂😂
Admirable-Cell-2658 on
Não é original e já deveria estar implementado.
Já temos muitos países por questões de segurança com medidas idênticas:
🇫🇷 França
Desde 2011, é proibido cobrir totalmente o rosto em locais públicos.
🇧🇪 Bélgica
Proibição semelhante à da França, também desde 2011.
Aplicada em espaços públicos e transportes.
🇦🇹 Áustria
Desde 2017, proíbe o uso de vestes que cubram totalmente o rosto em locais públicos.
🇩🇰 Dinamarca
Lei em vigor desde 2018.
🇳🇱 Países Baixos
Em 2019, entrou em vigor uma proibição parcial em escolas, hospitais, transportes públicos e edifícios do governo.
🇧🇬 Bulgária
Desde 2016, é proibido usar roupas que cubram o rosto em locais públicos.
🇨🇭 Suíça
Em 2021, um referendo aprovou a proibição do uso de vestes que cubram o rosto em espaços públicos.
🇳🇴 Noruega
Proibição nas escolas e universidades de vestuário que cubra o rosto.
🇩🇪 Alemanha
Não há proibição total, mas há restrições em contextos específicos, como condução de veículos, funções públicas, e em escolas.
Current-Ideal-697 on
Isto a 2 dias do concerto dos Slipknot.
Morfeu1234 on
Para ontem se faz favor.
CrazyBytesVE on
Já cá devia estar. Para o mês passado, SFF.
ImaginarySprinkles72 on
Mais uma lei para chumbar e para fingir que faz alguma coisa. Utilidade prática? Nenhuma.
Já agora, vai ser proibido tapar o cabelo?
rabitrc on
Não permite a identificação. NÃO PODE USAR.
Commercial_Isopod862 on
Em relação a esta proposta, estou inteiramente de acordo.
Não considero aceitável o uso de coberturas faciais em espaço público, independentemente do motivo. Para além de levantar preocupações legítimas de segurança, este tipo de vestuário compromete a coesão social, afastando em vez de integrar.
A nossa cultura valoriza o rosto descoberto, o contacto visual e a transparência nas relações humanas. Práticas que ocultam completamente a face vão contra esses princípios e, por isso, não devem ser normalizadas nem incentivadas em Portugal.
Não se trata de intolerância, mas sim de preservar valores culturais e sociais que nos definem enquanto comunidade. Não quero que esse tipo de prática se dissemine na nossa sociedade.
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28 Kommentare
Nada contra.
ok, boa medida gosto
Chega rare W
Os grupos de extrema-direita estão fodidos.
Ainda paranóia do COVID?
Rip caretos, cabeçudos e Zés Pereiras
Isto não deve ter nada a ver com o Chega mas devia ser uma regra básica de segurança nos locais públicos.
Ter a face tapada deve ser simplesmente proibido, seja com burka ou com lenços, roupa ou capacete.
„Na exposição de motivos, assinala que o Estado português é laico e defende que não existem motivos para ser permitida „a exibição de símbolos religiosos em instituições públicas, como escolas não religiosas, hospitais, transportes públicos e demais locais regidos ou pertencentes ao Estado“.“
A justificação é completamente absurda. Será que ele quer proibir pessoas de usarem correntes com crucifixos? Porque se esta justificação serve para uns, teria de servir para todos, o que seria uma absurda violação de liberdades individuais.
Não existem um monte de trajes festivos que envolvem cobrir o rosto (caretos por exemplo), ou seja este defensor da pátria quer proibir que um homem ande nesses trajes?
A justificação é parva, tantos países que proíbem a cara tapada por razões de segurança e não tiveram problemas com isso, e este gajo vai meter religião ao barulho? Fds… Que tiro no pé.
Mas que venha a lei, 100% de acordo.
concordo, os homens nao deviam andar ai a tapar-se com bonés e boinas e chapeus parolos
O estado português é laico, mas as pessoas não.
Cada um faz o que quer, desde que não afecte a liberdade do próximo.
Devia-se estender também a roupas (de cariz religioso) que cubram o cabelo. Mas um passo de cada vez.
Para ontem
Eu percebo e no geral até concordo (abrindo exceções para manifestações e festivais que devia ser óbvio)
A verdadeira questão é: Qual é o intuito do chega em fazer isto? Duvido que seja segurança….
Proíbam é os Panamás. Que coisa foleira
Uma vez mais demonstra que o grande problema com a imigração passa apenas e só pela existência destas pessoas na via pública. Se apenas fosse permitido aos imigrantes viver no subsolo, ninguém se importaria se vivem assim ou assado. O que incomoda é que existam no espaço público e que usufruam dos serviços pelos quais pagam impostos.
Chega bem, novamente.
A Suiça acabou de aplicar esta regra a 1 de janeiro.
“No diploma admitem-se outras exceções, nomeadamente „por razões de saúde ou motivos profissionais, artísticos e de entretenimento ou publicidade“”
Publicidade? Isso quer dizer que posso usar lenços da prozis para tapar a cara é na boa certo? Quem diz que não foi um favorzinho ao Milhão? 😉
O espaço do chega a desaparecer com decisões do psd, vão ter que inventar mais papões para os ignorantes, esse grande problema da burca. O estado é laico. Deve-se discutir o espaço público como a escola e os espaços do estado. Mas já agora Pf tirem as santinhas aos professores das escolas e ponham e fechem a porta aos padres. De resto, em nome da segurança calcam-se direitos por todo o lado. Coisas que eram inaceitáveis há meia dúzia de anos vão parecendo normais. Somos nós a violar sistematicamente a nossa privacidade. Mas a burca, claro.
Com capacetes de vidro, duhhh 😂😂
Não é original e já deveria estar implementado.
Já temos muitos países por questões de segurança com medidas idênticas:
🇫🇷 França
Desde 2011, é proibido cobrir totalmente o rosto em locais públicos.
🇧🇪 Bélgica
Proibição semelhante à da França, também desde 2011.
Aplicada em espaços públicos e transportes.
🇦🇹 Áustria
Desde 2017, proíbe o uso de vestes que cubram totalmente o rosto em locais públicos.
🇩🇰 Dinamarca
Lei em vigor desde 2018.
🇳🇱 Países Baixos
Em 2019, entrou em vigor uma proibição parcial em escolas, hospitais, transportes públicos e edifícios do governo.
🇧🇬 Bulgária
Desde 2016, é proibido usar roupas que cubram o rosto em locais públicos.
🇨🇭 Suíça
Em 2021, um referendo aprovou a proibição do uso de vestes que cubram o rosto em espaços públicos.
🇳🇴 Noruega
Proibição nas escolas e universidades de vestuário que cubra o rosto.
🇩🇪 Alemanha
Não há proibição total, mas há restrições em contextos específicos, como condução de veículos, funções públicas, e em escolas.
Isto a 2 dias do concerto dos Slipknot.
Para ontem se faz favor.
Já cá devia estar. Para o mês passado, SFF.
Mais uma lei para chumbar e para fingir que faz alguma coisa. Utilidade prática? Nenhuma.
Já agora, vai ser proibido tapar o cabelo?
Não permite a identificação. NÃO PODE USAR.
Em relação a esta proposta, estou inteiramente de acordo.
Não considero aceitável o uso de coberturas faciais em espaço público, independentemente do motivo. Para além de levantar preocupações legítimas de segurança, este tipo de vestuário compromete a coesão social, afastando em vez de integrar.
A nossa cultura valoriza o rosto descoberto, o contacto visual e a transparência nas relações humanas. Práticas que ocultam completamente a face vão contra esses princípios e, por isso, não devem ser normalizadas nem incentivadas em Portugal.
Não se trata de intolerância, mas sim de preservar valores culturais e sociais que nos definem enquanto comunidade. Não quero que esse tipo de prática se dissemine na nossa sociedade.