Ainda bem que, com 2/3 da AR em concordância com a medida, a opinião desta gente vale zero.
>(…) o constitucionalista Pedro Bacelar de Vasconcelos (…) vê na proposta do executivo um „cruzamento perverso“ entre a luta contra a criminalidade e o direito pela nacionalidade que viola a „consagração do valor da dignidade humana“ inscrito na Constituição Portuguesa.
„NÃO LHES PODEM RETIRAR A NACIONALIDADE! ISSO VIOLA A DIGNIDADE HUMANA DELES*! 😰😱“
*DELES – Malta que violou, alegremente, a dignidade humana de outros.
Quão desconectados da realidade andam estes idiotas?
Inspetor_Ventoinha on
Mudem a constituição, simples.
LoganMars on
Se é inconstitucional, que se altere a constituição. Para existirem direitos, têm de haver deveres. Não cometer crimes graves não me parece um dever muito difícil de cumprir.
alentejamos on
Parece-me pouco sensato. Já existe o tempo de espera de 7 – 10 anos. Não me agrada a ideia de nacionalidade provisória.
A haver exceção deveria ser para e.g. terrorismo ou apoio ao terrorismo, traição à patria e afins, crimes graves contra a nação.
canalhistoria on
Constitucionalista de bancada aqui. Não há grandes duvidas, é inconstitucional. A retirada de cidadania só pode ser feita a pedido do cidadão por renúncia voluntária. A medida iria trazer para a mesa dois escalões de portugueses, uns que podem ser portugueses permanentemente e outros que podem ser portugueses temporários. Se querem este tipo de medidas, que pensem antes em dar a cidadania com condições mais extensas mas que mantenham a cidadania portuguesa como ela está.
lamprey_rice on
É fazer depressa a revisão constitucional e acabar com as opiniões destes inúteis pagos com os nossos impostos! (Outra opinião que tinham era a de que mudar o TC para Coimbra seria desprestigiante, veja-se a petulância)
ApprehensiveScene349 on
Altere-se! Como é que estão preocupados com a dignidade humana de alguém que atenta contra a dignidade das suas vítimas? São superiores ao restante povo? É que parece que é a gozar.
micaelmiks on
Continuem assim o chega a seguir ganha.
zalkier on
Altere-se a constituição, dupla nacionalidade deve ser uma benesse e não um dado adquirido.
throwaway4838381 on
Aos muitos que estão a dizer „altere-se a constituição“, cuidado com o que desejam.
Hoje serão „eles“, amanhã poderão ser vocês, nascidos e criados em Portugal mas, por exemplo, com dupla nacionalidade e devido a „humilhação da nação“ (vá-se lá saber o que englobaria) como defende o Chega.
Abre precedentes muito perigosos. Querer mais controlo e rigor nos critérios de atribuição de nacionalidade é legítimo. Agora, retirar depois de atribuída? Não consigo concordar.
YCaramello on
Não há problema, se for inconstitucional, muda-se a constituição.
SpeedAppropriate7318 on
Como é que existe uma dúvida? Óbvio que é inconstitucional, isto já parece o tribunal supremo americano
mwon on
Tanto problema neste país mas passamos o tento todo a discutir um único tema, que é aliás o menor dos problemas.
[deleted] on
Sou contra a retirada da nacionalidade por causa de crimes. Aqui na Suiça também existe isso, mas só em casos de terrorismo e afins, e mesmo só quando a pessoal tem duas nacionalidades.
Mesmo assim é extremo, acho que o criminoso deveria apenas ser condenado como qualquer outro. Se acham que as penas são leves, então aumentem as penas.
Por aqui até retiraram a nacionalidade a uma pessoa que ao obter a nacionalidade suíça, renunciou a antiga que tinha, e depois foram a descobrir que tinha mentido durante a aplicação para obter a cidadania suíça. Esta pessoa andava envolvida em organizações criminosas, e ficou sem qualquer nacionalidade.
O problema é que isto cria cidadãos de duas categorias.
vdiogo on
10 anos de residência, 2 anos para vir a família, 10 anos de cidadania probatória.
Requer 2 revisões constitucionais, pois é preciso alterar o Art 288 primeiro e ao mesmo tempo alterar o número mínimo de deputados para fazer a 2a revisão antes do tempo. Só na 2a revisão se poderia mudar os direitos dos cidadãos após ajustar o Art 288. E no fim a malta que não quer bazar renuncia só à cidadania do país de onde imigraram e ficam cá na mesma.
Entretanto a população vai envelhecendo e niguém substitui as pessoas que se reformam. Também ninguém cria procura nem investimento (porque os reformados gastam menos e não investem tanto).
Mas siga, ver gajos escuros na rua mete medo portanto bora afundar o barco.
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15 Kommentare
Ainda bem que, com 2/3 da AR em concordância com a medida, a opinião desta gente vale zero.
>(…) o constitucionalista Pedro Bacelar de Vasconcelos (…) vê na proposta do executivo um „cruzamento perverso“ entre a luta contra a criminalidade e o direito pela nacionalidade que viola a „consagração do valor da dignidade humana“ inscrito na Constituição Portuguesa.
„NÃO LHES PODEM RETIRAR A NACIONALIDADE! ISSO VIOLA A DIGNIDADE HUMANA DELES*! 😰😱“
*DELES – Malta que violou, alegremente, a dignidade humana de outros.
Quão desconectados da realidade andam estes idiotas?
Mudem a constituição, simples.
Se é inconstitucional, que se altere a constituição. Para existirem direitos, têm de haver deveres. Não cometer crimes graves não me parece um dever muito difícil de cumprir.
Parece-me pouco sensato. Já existe o tempo de espera de 7 – 10 anos. Não me agrada a ideia de nacionalidade provisória.
A haver exceção deveria ser para e.g. terrorismo ou apoio ao terrorismo, traição à patria e afins, crimes graves contra a nação.
Constitucionalista de bancada aqui. Não há grandes duvidas, é inconstitucional. A retirada de cidadania só pode ser feita a pedido do cidadão por renúncia voluntária. A medida iria trazer para a mesa dois escalões de portugueses, uns que podem ser portugueses permanentemente e outros que podem ser portugueses temporários. Se querem este tipo de medidas, que pensem antes em dar a cidadania com condições mais extensas mas que mantenham a cidadania portuguesa como ela está.
É fazer depressa a revisão constitucional e acabar com as opiniões destes inúteis pagos com os nossos impostos! (Outra opinião que tinham era a de que mudar o TC para Coimbra seria desprestigiante, veja-se a petulância)
Altere-se! Como é que estão preocupados com a dignidade humana de alguém que atenta contra a dignidade das suas vítimas? São superiores ao restante povo? É que parece que é a gozar.
Continuem assim o chega a seguir ganha.
Altere-se a constituição, dupla nacionalidade deve ser uma benesse e não um dado adquirido.
Aos muitos que estão a dizer „altere-se a constituição“, cuidado com o que desejam.
Hoje serão „eles“, amanhã poderão ser vocês, nascidos e criados em Portugal mas, por exemplo, com dupla nacionalidade e devido a „humilhação da nação“ (vá-se lá saber o que englobaria) como defende o Chega.
Abre precedentes muito perigosos. Querer mais controlo e rigor nos critérios de atribuição de nacionalidade é legítimo. Agora, retirar depois de atribuída? Não consigo concordar.
Não há problema, se for inconstitucional, muda-se a constituição.
Como é que existe uma dúvida? Óbvio que é inconstitucional, isto já parece o tribunal supremo americano
Tanto problema neste país mas passamos o tento todo a discutir um único tema, que é aliás o menor dos problemas.
Sou contra a retirada da nacionalidade por causa de crimes. Aqui na Suiça também existe isso, mas só em casos de terrorismo e afins, e mesmo só quando a pessoal tem duas nacionalidades.
Mesmo assim é extremo, acho que o criminoso deveria apenas ser condenado como qualquer outro. Se acham que as penas são leves, então aumentem as penas.
Por aqui até retiraram a nacionalidade a uma pessoa que ao obter a nacionalidade suíça, renunciou a antiga que tinha, e depois foram a descobrir que tinha mentido durante a aplicação para obter a cidadania suíça. Esta pessoa andava envolvida em organizações criminosas, e ficou sem qualquer nacionalidade.
O problema é que isto cria cidadãos de duas categorias.
10 anos de residência, 2 anos para vir a família, 10 anos de cidadania probatória.
Requer 2 revisões constitucionais, pois é preciso alterar o Art 288 primeiro e ao mesmo tempo alterar o número mínimo de deputados para fazer a 2a revisão antes do tempo. Só na 2a revisão se poderia mudar os direitos dos cidadãos após ajustar o Art 288. E no fim a malta que não quer bazar renuncia só à cidadania do país de onde imigraram e ficam cá na mesma.
Entretanto a população vai envelhecendo e niguém substitui as pessoas que se reformam. Também ninguém cria procura nem investimento (porque os reformados gastam menos e não investem tanto).
Mas siga, ver gajos escuros na rua mete medo portanto bora afundar o barco.