>O presidente do Conselho de Administração (PCA) da Águas de Gaia (ADGAIA), Miguel Lemos Rodrigues, foi suspenso de funções no âmbito de um inquérito do Ministério Público (MP) que investiga a alegada prática de crimes económicos, nomeadamente corrupção.
>Fonte judicial disse esta quarta-feira à agência Lusa que o PCA da ADGAIA „está fortemente indiciado“ da prática de vários crimes económicos, nomeadamente de abuso de poder, participação económica em negócio, corrupção passiva para ato ilícito e tráfico de influências.
>O inquérito em causa, instaurado em 2019, investiga a atividade de Miguel Lemos Rodrigues, enquanto presidente do CA desta empresa municipal e a sua relação com empresas da área da comunicação e imagem, no âmbito da contratação pública.
>Segundo a mesma fonte, o arguido usou, alegadamente, o cargo e a ADGAIA para „promover os seus interesses políticos e empresariais“, tendo agido „em conluio com vários empresários“, alguns também arguidos, no sentido de viciar os contratos públicos, através de diversas maneiras, como a atribuição de ajustes diretos, o fracionamento de concursos ou a simulação de falsa concorrência.
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„Miguel Lemos Rodrigues é o administrador executivo da companhia Águas de Gaia e foi distinguido, enquanto personalidade, com o troféu “Gestão e Ambiente 2019”, na XV Gala de Audiência. Além disso, o gestor assume cargos de gestor público e dirigente do Partido Socialista e pertence à direção da Associação Europeia de Operadores Públicos de Serviços de Água e Saneamento.“
É o que eu digo, nesta república das bananas os corruptos são todos distinguidos ou premiados com cargos.
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>O presidente do Conselho de Administração (PCA) da Águas de Gaia (ADGAIA), Miguel Lemos Rodrigues, foi suspenso de funções no âmbito de um inquérito do Ministério Público (MP) que investiga a alegada prática de crimes económicos, nomeadamente corrupção.
>Fonte judicial disse esta quarta-feira à agência Lusa que o PCA da ADGAIA „está fortemente indiciado“ da prática de vários crimes económicos, nomeadamente de abuso de poder, participação económica em negócio, corrupção passiva para ato ilícito e tráfico de influências.
>O inquérito em causa, instaurado em 2019, investiga a atividade de Miguel Lemos Rodrigues, enquanto presidente do CA desta empresa municipal e a sua relação com empresas da área da comunicação e imagem, no âmbito da contratação pública.
>Segundo a mesma fonte, o arguido usou, alegadamente, o cargo e a ADGAIA para „promover os seus interesses políticos e empresariais“, tendo agido „em conluio com vários empresários“, alguns também arguidos, no sentido de viciar os contratos públicos, através de diversas maneiras, como a atribuição de ajustes diretos, o fracionamento de concursos ou a simulação de falsa concorrência.
„Miguel Lemos Rodrigues é o administrador executivo da companhia Águas de Gaia e foi distinguido, enquanto personalidade, com o troféu “Gestão e Ambiente 2019”, na XV Gala de Audiência. Além disso, o gestor assume cargos de gestor público e dirigente do Partido Socialista e pertence à direção da Associação Europeia de Operadores Públicos de Serviços de Água e Saneamento.“
É o que eu digo, nesta república das bananas os corruptos são todos distinguidos ou premiados com cargos.