> A maioria pede tempo, uma profunda reflexão interna sobre as causas da hecatombe eleitoral de 18 de maio, preferem uma gestão provisória até às autárquicas, que se realizam no final de setembro ou início de outubro, e só depois um novo secretário-geral que, em diálogo, **deixe passar o Governo de Luís Montenegro, fazendo uma cerca sanitária ao Chega.**
> Aquele que perdeu as eleições internas há um ano para Pedro Nuno Santos, e que volta a candidatar-se, **já se mostrou disponível para conversar com a Aliança Democrática (AD) – coligação PSD/CDS e deixar passar o programa de Governo, em nome da “estabilidade”**, mas rejeita uma solução de bloco central, porque “seria prejudicial aos dois partidos subsumirem-se”, afirmou, esta segunda-feira, José Luís Carneiro, em entrevista à CNN Portugal.
> Mariana Vieira da Silva é mais assertiva ao defender que, nesta fase, **o PS deve deixar passar o Governo de Luís Montenegro. “Não vejo razões para o PS alterar a sua posição. Não faz sentido votar favoravelmente moções de rejeição, devemos olhar para o processo que temos pela frente**. O PS tem tido uma posição que só vota favoravelmente moções de rejeição quando tem uma alternativa, como em 2015, e não vejo que o PS mude essa abordagem”.
Tudo terá as suas consequências no futuro. Mas neste momento, que se orientem para o máximo tempo possível. De preferência, quatro anos. Já chega de eleições.
Relevant_Helicopter6 on
O PS não tem outra alternativa. Deram um tiro nos pés e saíram fragilizados.
Different-Draft-8187 on
O PS desesperado por poleiro afinal já tem desejos de um bloco central 🤣
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3 Kommentare
> A maioria pede tempo, uma profunda reflexão interna sobre as causas da hecatombe eleitoral de 18 de maio, preferem uma gestão provisória até às autárquicas, que se realizam no final de setembro ou início de outubro, e só depois um novo secretário-geral que, em diálogo, **deixe passar o Governo de Luís Montenegro, fazendo uma cerca sanitária ao Chega.**
> Aquele que perdeu as eleições internas há um ano para Pedro Nuno Santos, e que volta a candidatar-se, **já se mostrou disponível para conversar com a Aliança Democrática (AD) – coligação PSD/CDS e deixar passar o programa de Governo, em nome da “estabilidade”**, mas rejeita uma solução de bloco central, porque “seria prejudicial aos dois partidos subsumirem-se”, afirmou, esta segunda-feira, José Luís Carneiro, em entrevista à CNN Portugal.
> Mariana Vieira da Silva é mais assertiva ao defender que, nesta fase, **o PS deve deixar passar o Governo de Luís Montenegro. “Não vejo razões para o PS alterar a sua posição. Não faz sentido votar favoravelmente moções de rejeição, devemos olhar para o processo que temos pela frente**. O PS tem tido uma posição que só vota favoravelmente moções de rejeição quando tem uma alternativa, como em 2015, e não vejo que o PS mude essa abordagem”.
* [webarchive](https://archive.ph/DhikO)
Tudo terá as suas consequências no futuro. Mas neste momento, que se orientem para o máximo tempo possível. De preferência, quatro anos. Já chega de eleições.
O PS não tem outra alternativa. Deram um tiro nos pés e saíram fragilizados.
O PS desesperado por poleiro afinal já tem desejos de um bloco central 🤣