Adicionem a isso os adultos que até andam doentes com essa merda.
zalkier on
Uma forma de ajudar é não converterem os putos ao clubismo.
773187 on
aposto que o diagrama de Venn entre putos que vomitam quando a equipa perde e que têm cartão de sócio desde que nasceram é um círculo
alentejamos on
Se há putos assim quem precisa de ajuda são os pais
rDmT93 on
É chegar ao pé de um desses miúdos e dizer coisas como:
„São eles que ganham o dinheiro, não és tu“
„A bola dá-te de comer?“
„São só 22 gajos atrás de uma bola“
Swimming_Bar_3088 on
Wtf… a sociedade está a criar miúdos cada vez mais fracos.
Provavelmente esses miúdos fazem a mesma fita quando perdem num jogo qualquer, não deve ser exclusivo ao futebol.
Known-Fennel6655 on
Quando o Benfica ganhou o primeiro do tetra, decidi deixar de ver futebol. A alegria de ganhar era tão efémera, comparada com os meses de discussões, novelas, berrarias, „polémicas“ – e isto se o clube ganhar – que não queria mais participar no circo.
Fiquei parvo, no entanto, com o quão difícil se revelou desligar! Todos os dias, e quero mesmo dizer todos os dias, havia sempre alguma novela, alguma análise, algum rumor, que voltava a puxar-me para o turbilhão. E presente em todo o lado, bastava ir à Internet e era garantido lá estar o futebol. Desligava a Internet e ligava a televisão, lá aparecia o Rui Santos ou algum assecla a vomitar a verdade desportiva. Desligava tudo e ia para a rua, e em qualquer banca de jornal lá estava a bola, em qualquer café de esquina a conversa da arbitragem.
Foi difícil, mas difícil porque havia tantos factores externos sempre a puxar a atenção. A última competição que assisti com interesse foi o Mundial 2022, e apenas porque queria ver o Messi, provavelmente o melhor jogador que alguma vez vi, a ganhar. Desde então, não quero mais saber. Já não reconheço os jogadores do Benfica, nem quero saber do número de campeonatos ganhos. Parece tudo tão sem sentido, mas não me espantam nada as dificuldades que os miúdos possam atravessar por causa disso
unknown_user8888 on
Miúdos e graúdos. Futebol e Raspadinhas são uma doença neste país.
manualbackscratcher on
Se fosse só o futebol, era menos mal. Comecem a ajudar os miúdos a deixar as apostas a dinheiro, casinos e a acreditar em fantasias que os vão tornar milionários do dia para a noite.
skapuntz on
Perdi o gosto pelo futebol durante o covid. Muita gente mal a ganhar as ajudas do estado etc. e os jogadores das grandes equipas a queixarem-se que não recebiam os seus milhões…
O futebol não paga as conta e eu não ganho nada com as vitórias do meu clube além de um ou dois dias alegres. Continuo a gostar de ver alguns jogos (champions e mundiais por exemplo) mas deixei de ter sporttv e Benfica tv. Apenas mantive o meu redpass para ir ver uns jogos de vez em quando, e quando o Benfica joga fora tento ver se dá para fazer uma escapela fixe à cidade em que jogar. Mas os resultados já não me importam muito.
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10 Kommentare
Adicionem a isso os adultos que até andam doentes com essa merda.
Uma forma de ajudar é não converterem os putos ao clubismo.
aposto que o diagrama de Venn entre putos que vomitam quando a equipa perde e que têm cartão de sócio desde que nasceram é um círculo
Se há putos assim quem precisa de ajuda são os pais
É chegar ao pé de um desses miúdos e dizer coisas como:
„São eles que ganham o dinheiro, não és tu“
„A bola dá-te de comer?“
„São só 22 gajos atrás de uma bola“
Wtf… a sociedade está a criar miúdos cada vez mais fracos.
Provavelmente esses miúdos fazem a mesma fita quando perdem num jogo qualquer, não deve ser exclusivo ao futebol.
Quando o Benfica ganhou o primeiro do tetra, decidi deixar de ver futebol. A alegria de ganhar era tão efémera, comparada com os meses de discussões, novelas, berrarias, „polémicas“ – e isto se o clube ganhar – que não queria mais participar no circo.
Fiquei parvo, no entanto, com o quão difícil se revelou desligar! Todos os dias, e quero mesmo dizer todos os dias, havia sempre alguma novela, alguma análise, algum rumor, que voltava a puxar-me para o turbilhão. E presente em todo o lado, bastava ir à Internet e era garantido lá estar o futebol. Desligava a Internet e ligava a televisão, lá aparecia o Rui Santos ou algum assecla a vomitar a verdade desportiva. Desligava tudo e ia para a rua, e em qualquer banca de jornal lá estava a bola, em qualquer café de esquina a conversa da arbitragem.
Foi difícil, mas difícil porque havia tantos factores externos sempre a puxar a atenção. A última competição que assisti com interesse foi o Mundial 2022, e apenas porque queria ver o Messi, provavelmente o melhor jogador que alguma vez vi, a ganhar. Desde então, não quero mais saber. Já não reconheço os jogadores do Benfica, nem quero saber do número de campeonatos ganhos. Parece tudo tão sem sentido, mas não me espantam nada as dificuldades que os miúdos possam atravessar por causa disso
Miúdos e graúdos. Futebol e Raspadinhas são uma doença neste país.
Se fosse só o futebol, era menos mal. Comecem a ajudar os miúdos a deixar as apostas a dinheiro, casinos e a acreditar em fantasias que os vão tornar milionários do dia para a noite.
Perdi o gosto pelo futebol durante o covid. Muita gente mal a ganhar as ajudas do estado etc. e os jogadores das grandes equipas a queixarem-se que não recebiam os seus milhões…
O futebol não paga as conta e eu não ganho nada com as vitórias do meu clube além de um ou dois dias alegres. Continuo a gostar de ver alguns jogos (champions e mundiais por exemplo) mas deixei de ter sporttv e Benfica tv. Apenas mantive o meu redpass para ir ver uns jogos de vez em quando, e quando o Benfica joga fora tento ver se dá para fazer uma escapela fixe à cidade em que jogar. Mas os resultados já não me importam muito.