Wie einige Alkoholkonsumdaten, die vor einigen Tagen in Sub auftraten, machten mich dies nicht überrascht, weil wir am niedrigsten sind (+ hoch bei Alkohol), sondern weil der Unterschied zu den meisten anderen ziemlich groß ist (gehen Sie nicht, ohne die 2 Inseln im Mittelmeer) zu zählen)

    Und dann ist es Witz, weil wir stark sind, um Schuhe und Fahrräder zu produzieren (hier denke ich, wir sind der größte Produzent in Europa!)

    Ein weiterer merkwürdiger Effekt, es gibt eine Abteilung, die auf dem Ausmaß der Bildung und des Geschlechts basiert. In Portugal ist der Wert bei niedriger Bildung höher, aber in den meisten Ländern ist es umgekehrt.

    In praktisch jedem Land gehen Männer umso mehr, aber Portugal ist mit 5 gegenüber 1,5%am extremsten, und je höher das Land in diesem Indikator, desto mehr das Ding -Gleichgewicht, mit Parität in Dänemark und Frauen, um aktiver in zu sein in "Niederlande"

    Und es gibt weitere Details, die für Datennerds interessant sein können: P.

    https://ec.europa.eu/eurostat/databrowser/view/hlth_ehis_pe6e__custom_16678158/default/table?lang=en

    https://i.redd.it/cz5aczfrvi0f1.png

    Von Amendoisn

    Share.

    2 Kommentare

    1. ZacariasZagalo on

      Andar de bicicleta em Portugal é arriscar a vida. Por isso é que mal elas estejam montadas são logo enfiadas num camião virado á Europa civilizada.

    2. Usar uma bicicleta em Portugal é uma aventura.

      Construimos um país tão virado para a caixinha de metal de duas toneladas que se torna evidente que as bicicletas e os peões nunca vão ser muitos. Para muitos, dormir com o carro na cama é um objetivo e ter um carro aos 18 é um sonho, porque dá liberdade. É verdade, dá liberdade. Porque estamos dependentes deles…

      Temos uma infraestrutura totalmente carrocêntrica, em que o peão e a bicicleta são relegados para terceiro plano para que os carros individuais andem sempre a direito e quase sempre sem parar. Desinvestiu-se gravemente nos transportes públicos e estes estão degradados. Os autocarros não cumprem porque, imagine-se, andam no meio dos carros individuais. Infelizmente não voam.

      Pelo menos nas maiores cidades, já deviamos estar a priorizar os peões, as bicicletas e os transportes públicos. Mas ainda é muito fácil estacionar um carro a qualquer hora em qualquer lado, deixando propriedade privada em espaço público por valor irrisório ou de borla.

      Precisamos de melhor infraestrutura, ligações decentes para as bicicletas (se as ciclovias fossem tão bem interligadas e diretas como as estradas para os automóveis toda a gente as usava), e promover formas das pessoas morarem mais perto do trabalho e trabalharem mais perto de onde moram. Termos deslocações médias de 15 km (dados do Inquérito de Mobilidade da AML de 2017) é inconcebível, principalmente porque principalmente os destinos são comuns a grande parte das deslocações.

      Não é só um problema de cultura, mas começa por aí.

    Leave A Reply