Exclusivo para assinantes. O que é que diz a notícia?
Enquanto não restringirmos a procura externa os preços não vão baixar.
Main-Log8218 on
Não tem qualquer interesse em que as casas baixem, qual é a dúvida? (as promotoras imobiliárias tem-nos nas palminhas)!
Eles todos ganham dinheiro a especular e no house swapping porque raio iam acabar com a mama (um tem quase 50 anos e o Pai depois de aos 20 lhe pagar o Maserati agora pagou-lhe a casa e o outro comprou a pronto “casa para os filhos em Lisboa”, mas estes moram em Espinho na casa com os sete andares e elevador interno
Mountain_Beaver00s on
Isto pode ser dito tanto do foco na construção, como do foco na habitação pública, como no famigerado tecto às rendas, etc., etc. Se calhar é porque o tema é mais complexo do que a „solução óbvia“ que há sempre alguém que vê, mas depois o „eles“ é que não deixam, etc., etc.
Makart on
>Um deles é a tese de que um aumento exponencial da oferta levará, de forma natural e sem necessidade de impor quaisquer limites por decreto, a uma descida dos preços da habitação, uma ideia que tem sido amplamente desmontada por investigadores e economistas e que também é contrariada pela estatística.
Lei da oferta e procura funciona na habitação, se calhar não se está a construir o suficiente. Se construir 25k fogos por ano não faz o preço reduzir, então 25k fogos não são suficientes.
O problema da habitação poderia ter aliviado com várias medidas:
* Redução de impostos sobre a construção de forma transversal
* Simplificação dos processos de licenciamento
* Incentivos fiscais para construção em altura e com maior densidade de fogos por edifício.
* Eliminação do conceito de loteamentos: se o terreno é meu e está com zoneamento que permita construir um prédio, não devia ter que pagar para o poder fazer só porque ao meu lado estão só vivendas.
* Maior celeridade na aprovação de projetos
* Parque público de habitações que permitisse uma pressão negativa no preço das rendas
* Muito mais construção de alojamento para estudantes universitários, que iria aliviar as rendas praticadas maioritariamente nas cidades com muito alunos universitários (Lisboa, Porto, Coimbra, etc)
* Aumento de impostos para mais que 2 habitações que não estejam a ser arrendadas ou no mercado de compra.
* Mudança no IMI para não penalizar maior construção no terreno (aproximação a um Imposto sobre Valor de Terra – conhecido por LVT: Land Value Tax)
* Restrições a compra de edifícios por cidadãos fora da união europeia
* Fiscalização mais apertada sobre o estado dos fogos – arrendado ou vazio, para combater o mercado paralelo de arrendamento e ter mais transparência sobre os preços praticados
* Política ativa de aumento do zoneamento dentro dos perímetros das grandes cidades, com uma aposta nos transportes públicos em paralelo – metro e autocarros
* Melhores regras e proteções para senhorios para que seja mais seguro colocar fogos a arrendar.
Tem que ser fácil e rápido construir em quantidade, senão vamos andar sempre atrás do prejuízo.
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4 Kommentare
Exclusivo para assinantes. O que é que diz a notícia?
Enquanto não restringirmos a procura externa os preços não vão baixar.
Não tem qualquer interesse em que as casas baixem, qual é a dúvida? (as promotoras imobiliárias tem-nos nas palminhas)!
Eles todos ganham dinheiro a especular e no house swapping porque raio iam acabar com a mama (um tem quase 50 anos e o Pai depois de aos 20 lhe pagar o Maserati agora pagou-lhe a casa e o outro comprou a pronto “casa para os filhos em Lisboa”, mas estes moram em Espinho na casa com os sete andares e elevador interno
Isto pode ser dito tanto do foco na construção, como do foco na habitação pública, como no famigerado tecto às rendas, etc., etc. Se calhar é porque o tema é mais complexo do que a „solução óbvia“ que há sempre alguém que vê, mas depois o „eles“ é que não deixam, etc., etc.
>Um deles é a tese de que um aumento exponencial da oferta levará, de forma natural e sem necessidade de impor quaisquer limites por decreto, a uma descida dos preços da habitação, uma ideia que tem sido amplamente desmontada por investigadores e economistas e que também é contrariada pela estatística.
Lei da oferta e procura funciona na habitação, se calhar não se está a construir o suficiente. Se construir 25k fogos por ano não faz o preço reduzir, então 25k fogos não são suficientes.
O problema da habitação poderia ter aliviado com várias medidas:
* Redução de impostos sobre a construção de forma transversal
* Simplificação dos processos de licenciamento
* Incentivos fiscais para construção em altura e com maior densidade de fogos por edifício.
* Eliminação do conceito de loteamentos: se o terreno é meu e está com zoneamento que permita construir um prédio, não devia ter que pagar para o poder fazer só porque ao meu lado estão só vivendas.
* Maior celeridade na aprovação de projetos
* Parque público de habitações que permitisse uma pressão negativa no preço das rendas
* Muito mais construção de alojamento para estudantes universitários, que iria aliviar as rendas praticadas maioritariamente nas cidades com muito alunos universitários (Lisboa, Porto, Coimbra, etc)
* Aumento de impostos para mais que 2 habitações que não estejam a ser arrendadas ou no mercado de compra.
* Mudança no IMI para não penalizar maior construção no terreno (aproximação a um Imposto sobre Valor de Terra – conhecido por LVT: Land Value Tax)
* Restrições a compra de edifícios por cidadãos fora da união europeia
* Fiscalização mais apertada sobre o estado dos fogos – arrendado ou vazio, para combater o mercado paralelo de arrendamento e ter mais transparência sobre os preços praticados
* Política ativa de aumento do zoneamento dentro dos perímetros das grandes cidades, com uma aposta nos transportes públicos em paralelo – metro e autocarros
* Melhores regras e proteções para senhorios para que seja mais seguro colocar fogos a arrendar.
Tem que ser fácil e rápido construir em quantidade, senão vamos andar sempre atrás do prejuízo.