
"Die Notwendigkeit einer Bevölkerungsnutzung ist für Arbeitgeber und Arbeitnehmer quer und konzentriert sich auf ältere Generationen – da sich die jüngeren im europäischen Kontext bereits gut vergleichen. Policies that promote requalification are essential to raise our country’s work productivity-which is the lowest at the European level, reflecting on a living level of the worst-with measures that promote an improvement in the economy’s specialization profile, especially the qualified entrepreneurship and the cross-sectional reorientation of investments with higher added and exporting projects, as well as the reduction of the tax load and it Simplification to attract more structuring and sophisticated foreign investment."
Mais diplomas, mas economia que não acompanha: O paradoxo da produtividade em Portugal
Von SantoInverno
2 Kommentare
Outro fator que o artigo não menciona, e talvez o mais importante, é a pressão que a escassez (ou não) de mão-de-obra tem nos salários e consequentemente na necessidade de aumento de produtividade das empresas.
O Zé não vai investir dezenas (centenas?) de milhares de euros em maquinaria se arranja quem lhe faça o serviço manualmente a €3.5 à hora.
Infelizmente é dado pouco peso à pouca qualificação das gerações mais velhas. Fala-se sempre dos jovens serem altamente qualificados, sim, mas isso não quer dizer muito a curto se a geração que vão substituir tinha em média o equivalente ao 9o ano.
Há poucas empresas em Portugal que necessitam verdadeiramente das qualificações dos jovens, e as poucas que há são novas, pequenas, ou estrangeiras, nenhum dos quais consegue absorver toda a população qualificada. E por haver sempre mais jovens por aí à procura de „bons“ empregos, não têm grande pressão para aumentar salários.
A nossa economia tem de mudar, mas isso não é um processo rápido e nunca vai evoluir rápido o suficiente para estancar a hemorragia dos jovens. Mas quanto mais tarde começar a transição „a sério“, pior.