> Agentes escreveram na participação que Odair Moniz tinha chamado populares. A faca mencionada também não foi vísivel, sublinha tribunal que decretou a suspensão de funções do agente.
>
> O Tribunal da Amadora, que decretou as medidas de coacção ao agente Bruno Pinto, acusado do homicídio de Odair Moniz, notou que a versão que consta do auto de notícia e que foi transmitida à Polícia Judiciária de que aquele cidadão cabo-verdiano „clamou“ pelo auxílio dos populares contra os agentes da PSP não se confirma pelas imagens, nem pelos depoimentos de testemunhas
ForsakeNtw on
Claro que agora os polícias são os bandidos e o Odaír o grande mártir das classes sociais desfavorecidas e abandonadas pelo poder.
Espero que o tribunal seja mesmo imparcial e decida com base em factos e não em motivações políticas de um lado ou do outro.
VicenteOlisipo on
Estas histórias são sempre assim. Polícia faz asneira, mente para justificar a asneira (agravando-a imensamente), os suspeitos do costume defendem tudo o que a polícia fez com base na mentira, e nos meses e anos seguintes vai-se descobrindo que era mentira – mas as pessoas já decidiram a sua posição e ninguém altera as suas conclusões apesar das premissas se revelarem falsas.
Firmihirto on
Claro que tinha que ser um artigo da Joana Gorjão Henriques.
Extremistas de Esquerda estão desesperados para tentar transformar um caso insignificante (sim, é insignificante comparado com dezenas de outros casos) num escândalo nacional para tirar aproveitamento político.
Quando é que começamos a banir terroristas da BLM de difundir livremente a sua propaganda na comunicação social?
TheEternalAlentejano on
O quê?? Os populares que alegadamente foram instigados (leia-se: conhecidos e moradores do bairro do Odair) desmentem as alegações? Não acredito!
Qual será a próxima notícia?
„Colegas do Agente juram a pés juntos e confirmam a ameaça com faca“ ?
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5 Kommentare
> Agentes escreveram na participação que Odair Moniz tinha chamado populares. A faca mencionada também não foi vísivel, sublinha tribunal que decretou a suspensão de funções do agente.
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> O Tribunal da Amadora, que decretou as medidas de coacção ao agente Bruno Pinto, acusado do homicídio de Odair Moniz, notou que a versão que consta do auto de notícia e que foi transmitida à Polícia Judiciária de que aquele cidadão cabo-verdiano „clamou“ pelo auxílio dos populares contra os agentes da PSP não se confirma pelas imagens, nem pelos depoimentos de testemunhas
Claro que agora os polícias são os bandidos e o Odaír o grande mártir das classes sociais desfavorecidas e abandonadas pelo poder.
Espero que o tribunal seja mesmo imparcial e decida com base em factos e não em motivações políticas de um lado ou do outro.
Estas histórias são sempre assim. Polícia faz asneira, mente para justificar a asneira (agravando-a imensamente), os suspeitos do costume defendem tudo o que a polícia fez com base na mentira, e nos meses e anos seguintes vai-se descobrindo que era mentira – mas as pessoas já decidiram a sua posição e ninguém altera as suas conclusões apesar das premissas se revelarem falsas.
Claro que tinha que ser um artigo da Joana Gorjão Henriques.
Extremistas de Esquerda estão desesperados para tentar transformar um caso insignificante (sim, é insignificante comparado com dezenas de outros casos) num escândalo nacional para tirar aproveitamento político.
Quando é que começamos a banir terroristas da BLM de difundir livremente a sua propaganda na comunicação social?
O quê?? Os populares que alegadamente foram instigados (leia-se: conhecidos e moradores do bairro do Odair) desmentem as alegações? Não acredito!
Qual será a próxima notícia?
„Colegas do Agente juram a pés juntos e confirmam a ameaça com faca“ ?