>Seis arguidos estão a ser condenados por apresentarem e aprovarem para reembolso 433 despesas aos serviços municipalizados, que envolviam, em sua maioria, refeições em restaurantes de custo elevado.
>O Ministério Público (MP) pediu nesta sexta-feira a condenação do ex e do atual presidente da câmara da Maia e ainda mais quatro arguidos por peculato, mas para as defesas, que salientaram a “fraqueza técnica” da acusação, “só a absolvição” fará justiça.
>Bragança Fernandes, ex-presidente daquela autarquia do distrito do Porto entre 2002 e 2017 e atual presidente da Assembleia Municipal, e António Silva Tiago, que lhe sucedeu no cargo, juntamente com o vereador no atual executivo Hernâni Ribeiro e com os antigos vereadores Ana Vieira de Carvalho e Manuel Nogueira dos Santos, e Albertino da Silva, ex-diretor delegado do SMEAS – Serviços Municipalizados de Eletricidade, Água e Saneamento, começaram a ser julgados a 17 de outubro de 2023 pelo crime de peculato por terem apresentado e aprovado para reembolso 433 despesas aos serviços municipalizados, através de um alegado “esquema fraudulento de pagamento de faturas não devidas”, num total de 53 mil euros.
>Nas alegações finais, que decorreram durante toda esta sexta-feira no Tribunal de Matosinhos, o MP salientou que das 433 faturas de despesas com refeições, 233 ocorreram em sextas-feiras (predominantemente jantares), dias de fim de semana e feriados, em restaurantes de nível ou custos elevados, salientando que os arguidos já recebiam uma verba para despesas de representação por exercerem o cargo de vereadores.
charge-pump on
E devia ser acompanhado de perda de mandato.
lou1uol on
E então? O que é que tem?? Querem que os vereadores passem fome??? Com a carga de trabalho que existe na câmara de Maia, é normal que eles tivessem de comer bem.
Nada de mal nisto, só mais uma não-notícia.
DiamondDogPT on
É roubar e roubar sem medo nenhum das consequências.
Era perda de mandato e devolução dos valores.
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4 Kommentare
>Seis arguidos estão a ser condenados por apresentarem e aprovarem para reembolso 433 despesas aos serviços municipalizados, que envolviam, em sua maioria, refeições em restaurantes de custo elevado.
>O Ministério Público (MP) pediu nesta sexta-feira a condenação do ex e do atual presidente da câmara da Maia e ainda mais quatro arguidos por peculato, mas para as defesas, que salientaram a “fraqueza técnica” da acusação, “só a absolvição” fará justiça.
>Bragança Fernandes, ex-presidente daquela autarquia do distrito do Porto entre 2002 e 2017 e atual presidente da Assembleia Municipal, e António Silva Tiago, que lhe sucedeu no cargo, juntamente com o vereador no atual executivo Hernâni Ribeiro e com os antigos vereadores Ana Vieira de Carvalho e Manuel Nogueira dos Santos, e Albertino da Silva, ex-diretor delegado do SMEAS – Serviços Municipalizados de Eletricidade, Água e Saneamento, começaram a ser julgados a 17 de outubro de 2023 pelo crime de peculato por terem apresentado e aprovado para reembolso 433 despesas aos serviços municipalizados, através de um alegado “esquema fraudulento de pagamento de faturas não devidas”, num total de 53 mil euros.
>Nas alegações finais, que decorreram durante toda esta sexta-feira no Tribunal de Matosinhos, o MP salientou que das 433 faturas de despesas com refeições, 233 ocorreram em sextas-feiras (predominantemente jantares), dias de fim de semana e feriados, em restaurantes de nível ou custos elevados, salientando que os arguidos já recebiam uma verba para despesas de representação por exercerem o cargo de vereadores.
E devia ser acompanhado de perda de mandato.
E então? O que é que tem?? Querem que os vereadores passem fome??? Com a carga de trabalho que existe na câmara de Maia, é normal que eles tivessem de comer bem.
Nada de mal nisto, só mais uma não-notícia.
É roubar e roubar sem medo nenhum das consequências.
Era perda de mandato e devolução dos valores.