Share.

    12 Kommentare

    1. bartolomeudebraganca on

      A nostalgia é uma droga mesmo forte que tinge a visão de muita gente

    2. Shot_Yard_4557 on

      A criminalidade e a sensação de insegurança não se mede apenas pelo número de homicídios dolorosos. Mede-se pela quantidade de assaltos, violações, entre outros crimes realizados a nível nacional.

      Alguns podem argumentar que a criminalidade diminuiu, mas não nos esqueçamos que há crimes que muitas vezes não são relatados/comunicados às autoridades.

    3. SantoInverno on

      Penso que está a ser altamente parcial nesta discussão. Os crimes que fala e bem são crimes passionais em que vítima e agressor estão relacionados, ou seja, apesar de ser extremamente mau, alguém fora deste relacionamento estaria à vontade, poderia passar ao lado do muro do eventual assassino que nada lhe acontecia. Sentimento de segurança.

      O que se parece verificar é uma arbitrariedade, um possível azar ou mau timing, em que a roleta russa entra em ação, daí a discussão estar a centrar-se em percepções de segurança.

      Em suma, de uma perspetiva puramente psicológica é consequente que exista sensação de falta de segurança, mesmo que as estatísticas suportem que somos um país seguro.

      Não querendo colocar lenha na fogueira, é algo que se verifica muito facilmente, basta perguntar à namorada/mulher/mãe/amiga como se sente se tiver que andar por Lisboa ou Porto sozinha à noite, ou até apanhar um Uber.

    4. Von__Mackensen on

      Portanto, houve uma evolução brutal na sociedade portuguesa para chegarmos a este ponto. Ok concordamos.

      Agora, qual o problema de algumas pessoas temerem um retrocesso?

    5. VicenteOlisipo on

      Ah, mas a população na altura era 5x maior, por isso na verdade aumentou

    6. Glum-Championship794 on

      400 por ano? Amadores, e há 200 anos? e há 300 anos atrás como era? Isto é tão pouquinho, como é que um ser assim é professor.

    7. thenaivedev on

      Que bons tempos! Não, se podia andar na rua à noite, especialmente no Porto e Lisboa e especialmente se fosse mulher, mas eram mesmo bons tempos!

      Também era mesmo bom que a violência doméstica nunca era denunciada! Agora nem uma lapada o homem pode dar na esposa que aumenta logo o número de crimes! É triste!

      /s

    8. telochpragma1 on

      Um professor ensina mas um aluno também pode e deve fazer perguntas.

      Fico com uma dúvida acerca da opinião deste ‚professor‘. A mim parece-me claramente a opinião duma pessoa que vive em conforto. O tipo de pessoa que dizia outra coisa se já lhe tivesse batido à porta. Posso tar a tirar conclusões precipitadas, mas parece-me irrelevante.

      É perfeitamente normal. Não me afeta, vocês tão todos é a ver mal. A minha realidade é a tua, tem que ser. Se não for, tás errado. Toda a gente é dona da razão mas nem sequer têem a noção do quão frágil é a fundação. Este ‚professor‘ disse isto. Tudo bem. Se depois dele dizer isto, acontecesse algo fatal e desnecessário a um familiar, ele até poderia manter a posição, mas garanto que o expressava duma forma bem mais humilde. Frágil.

    9. Somos dos países mais seguros do mundo. Vivi por muito tempo num bairro rodeado de minorias e ciganos e mesmo assim nunca me senti tão inseguro como em Birmingham, Coventry, Londres, Paris ou Bruxelas. Sentimentos de insegurança são, em grande parte, moldados não por factos mas por acesso a informação. Com o „efeito CNN“ 24/7 de cobertura sobre tudo e todos, a gente anda informada. Às vezes com jornalismo de baixa qualidade e factos exagerados (correio da manhã….)

      Também há um incentivo aos canais e programas de notícias de manter audiências altas, e com isso um bias para mostrar notícias negativas, que permanecem mais na mente das pessoas (negativity bias)

    10. Os Chegácios até espumam!

      MAS E O CRL DOS PEDOFILOS QUE NAO SAO DO CHEGA?!?!?!

    Leave A Reply