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    6 Kommentare

    1. VicenteOlisipo on

      >Num último esforço, Bloco de Esquerda, PCP, Livre e PAN ainda pediram as votações na especialidade do alargamento da licença parental fossem feitas esta sexta-feira no plenário, mas o PSD, o CDS (ambos com votos contra) e o PS (com a abstenção) impediram-no. A iniciativa que tinha sido subscrita por 24 mil cidadãos deverá ficar, então, pelo caminho.

      lol PS com medo do patronato

    2. No ano de 2024, nasceram 84 631 bebés e 143 mulheres foram despedidas por estarem grávidas, puérperas, lactantes ou em gozo de licença inicial.

      Estas 143 mulheres representam 0,16% das aprox 84 631 novas mães, o que não leva a querer que tenha sido este o motivo do alargamento da licença parental não ter sido aprovada.

      O aumento dos 4 meses para 6 meses de licença, aumentava a despesa publica para 230 milhões de euros.

      Despesa publica da Segurança Social porque é a SS quem paga a licença de parentalidade.

      Se estamos com problemas em pagar reformas, aumentar a despesa da SS em licenças parentais era tirar de uns para dar a outros.

      O que é melhor?

      Aumentar/pagar reformas dignas OU dar + 2 meses de licença parental?

      Trabalhar e ser mãe é do crlh! A extensão da licença parental, é bem intencionada e eu apoio-a sendo em prol do bebé!

      Se tivessemos condições melhores na SS, isto tinha andado para a frente.

    3. senseibarbosa on

      Isto era algo tão justo e óbvio que conseguiu juntar PCP, BE, Livre, Chega e IL.

      O centrão tratou de travar tudo.

      Edit: o centrão e o CDS, claro, que é o „partido da família“.

    4. Fun_Leave4327 on

      O „pro-vida“ CDS a não querer saber da vida depois da criança nascida, e anda o PSD de mãos dadas com esta gente (não literalmente, que eles abominam coisas não viris). E o PS no canto da sala a ver se passa despercebido, que asco

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