
Gouveia und Melo Teme Europa ohne die Azoren als „Kreisverkehr“ der NATO: „Portugal wird der Seefahrer einer kontinentalen Kraft sein“
https://expresso.pt/politica/defesa/2025-03-13-gouveia-e-melo-teme-europa-musculada-sem-os-acores-como-rotunda-da-nato-portugal-sera-a-periferia-maritima-de-uma-potencia-continental-a2ff305f
Von PapaEslavas

5 Kommentare
Contexto
https://eurodefense.pt/a-influencia-da-otan-na-politica-externa-portuguesa-e-a-revisao-do-conceito-estrategico-de-defesa-nacional/
Só é curioso que há 3 anos quem dissesse uma coisa destas, que a NATO era uma aliança perigosa e nos devíamos virar para a Europa, era logo rotulado como radical de esquerda. Hoje é a posição „normal“.
E a América não ficou assim de repente. O Trump já tinha sido presidente e muito antes dele já tinha havido a Guerra do Iraque (para a qual nós contribuímos ao sermos anfitriões da Cimeira das Lajes). Só ficou surpreendido com os acontecimentos dos últimos tempos quem andava desatento.
É apenas uma pequena observação para reflectirem.
Estupidez monumental, o poderio da Europa não vem da sua parte continental, mas sim do seu domínio parcial sobre os mares. Ser uma potência continental era das coisas mais estúpidas que a UE poderia tentar fazer, e acho que os decisores políticos estão informados quanto aos problemas associados a essa decisão. Para os curiosos, vejam as palestras da Sarah Paine, que resume as teorias clássicas do conflicto entre poderes continentais e poderes marítimos.
Os EUA vão sair das Lajes e vão para lá Britânicos ou Franceses ou um destacamento combinado de forças Europeias.
Para começar Portugal para ser útil aos seus aliados, devia investir e bem é na marinha e força aérea. Portugal tem população pequena e o único possível „inimigo“ terrestre é a Espanha que nunca irá ser como a conjuntura internacional está a ficar.
Portugal tem maioria do seu território no mar. Para patrulhar e ser relevante tem de é investir nesses dois ramos. Não estou a dizer para acabar com o exército, mantém exército mas a prioridade é os outros dois.