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    1. >Rui Mesquita, antigo presidente da Junta de Areosa, em Viana do Castelo, vai ser julgado a partir de 7 de maio. Em causa está a atribuição de obras e serviços a duas empresas das quais é sócio-gerente, sem concurso público prévio.

      >Um antigo presidente da Junta de Areosa, Viana do Castelo, vai ser julgado por adjudicar, entre 2013 e 2021, mais de 270 mil euros em obras e prestação de serviços a duas empresas das quais é sócio-gerente.

      >De acordo com a acusação, a que a agência Lusa teve hoje acesso, Rui Mesquita „cometeu, em autoria singular, dolo direto e concurso efetivo um crime de prevaricação (…) e um crime de participação económica em negócio“.

      >O julgamento tem início no dia 7 de maio, com sessões às 09h15 e às 14h00.

      >Hoje contactado pela Lusa, o antigo autarca socialista disse estar de „consciência tranquila“ por considerar que „não fez nada para prejudicar a freguesia“, tendo manifestando „confiança na absolvição“.

      >O caso começou a ser investigado em 2019, na sequência de uma queixa formalizada por desconhecidos, por alegada corrupção e abuso de poder, e outras duas queixas, apresentadas separadamente, em 2021, por Maria Ivone Marques, na altura candidata da Iniciativa Liberal (IL) nas autárquicas de setembro daquele ano.

      >Rui Mesquita renunciou ao cargo em outubro de 2022, invocando „razões de índole pessoal e profissionais“.

      >Segundo o MP, „no exercício das suas funções como presidente da Junta da Freguesia e durante aquele período, o arguido deliberou a adjudicação de obras e prestação de serviços às sociedades MFR – Soluções Elétricas Lda e Discretevidente – Unipessoal Lda, sociedades comerciais por si detidas e geridas, das quais é o sócio-gerente, sem que os procedimentos legais tenham sido observados“, lê-se no documento.

      >Entre 2016 e 2020, a MFR Soluções Elétricas faturou 91.951,14 euros e a sociedade Discretevidente, entre 2018 e 2021, faturou 180.585,55 euros.

      >O MP acrescenta que „todos estes contratos e adjudicações foram conduzidos apenas pelo arguido, enquanto presidente da Junta de Freguesia e sócio-gerente das sociedades MFR e Discretevidente, sempre à revelia dos demais membros do executivo“.

    2. Estar inscrito na sub dos autarcas é um abre olhos para o bar aberto que é este país.

      A malta queixa-se do governo mas é a todas as escalas e com uma bazófia bem grande a todos os níveis.

    3. Para além dos políticos o que não falta é Zé tugas com empresas unipessoais cheios de esquemas para fugir aos impostos. Apesar de este caso ser muito mais grave, sendo os nossos impostos diretos em causa.

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