
Verspätete Unabhängigkeit: Unterkunft und die psychologischen Auswirkungen auf junge Portugiesisch sind jung in Portugal zu einer Übung im Widerstand. Der Traum der Unabhängigkeit, der vor einigen Jahrzehnten ein natürlicher Meilenstein im Erwachsenenalter war, wurde für viele zu einem unzugänglichen Luxus. Das aktuelle Szenario ist besorgniserregend: Jüngere und jüngere Szenarien sind gezwungen, bis zu 30 oder 35 Jahre im Haus ihrer Eltern zu bleiben, nicht nach Wahl, sondern aus Notwendigkeit. Der portugiesische Wohnungsmarkt ist zu einem echten Schlachtfeld geworden, auf dem die Leasingpreise ohne Logik das Einkommen der Mehrheit überschreiten.
https://www.publico.pt/2025/03/07/p3/cronica/independencia-adiada-habitacao-impacto-psicologico-jovens-portugueses-2124971
Von Shybx

7 Kommentare
Solução simples: Construir, Construir, Construir
Fica uma reflexão de alguém que comprou um terreno urbano recentemente e quer construir lá casa: Aliviem a burocracia nas câmaras e coloquem critérios a nível nacional e não regulamentos e entendimentos diferentes que mudam em cada câmera municipal. É preciso consistência, previsibilidade, estabilidade.
Depois há outras medidas que se podem tomar, como fiscalizar contratos de arrendamento sem recibo, ~~impedir~~ proíbir compras por não residentes, dar incentivos ao arrendamento a quem tem casas vazias, converter edifícios do estado em habitação pública, usar terrenos municipais para construção de habitação pública, usar espaços vazios nos campus das universidades ou área circundante para instalar residências.. Etc.
Os dois municpios principais tem de ganhar dimensao. Porto e Matosinhos, Lisboa e Oeiras, tem de se juntar e formar municpios unicos. Assim, apenas nestes dois iriam viver 1 milhao de pessoas, 10% da populacao.
Aqueles que podem viver na casa dos pais ainda acabam por ser os sortudos, da maneira como as coisas estão a evoluir vamos ter uma boa fatia da população a viver debaixo da ponte, em barracas, em camaratas como sardinhas em lata, etc.
E que tal a garantia de estado não ser só para aquisição mas também para obras de renovação?? É que somos dos paises da OCDE com mais imóveis per capita, a maioria devolutos. Mas os estímulos vão para a aquisição de casa pronta e não para a reconstrução.
Como Arquitecto, e já referi isto várias vezes, deveríamos ter uma política de reabilitação de edifícios para habitação pública muito agressiva. Na minha opinião, o Estado e as entidades que lhes devem satisfações têm bastante património dentro (e fora) dos centros urbanos, e mesmo não tendo, o que não falta são edifícios com falta de manutenção e devolutos.
Estes imóveis deveriam ser alvo de rápidos processos de reabilitação, um trabalho que pode e dever ser feito pelas Câmaras Municipais, com equipas que já trabalhem dentro destas Instituições, para se ultrapassar barreiras burocráticas e ter custos bem afinados na construção.
É uma solução „win-win“ porque podem-se colocar rendas com valores aceitáveis, e esse valor reverte diretamente para a Câmara que pode aplicar o mesmo na manutenção deste edificado público, e, ao mesmo tempo, comprar e reabilitar novo património de forma a conseguir ter mais pessoas a viver nos centros urbanos sem que sejam assaltados todos os meses em rendas absurdas.
Existem, como é óbvio, outras soluções que deveriam ser implementadas ao mesmo tempo, como os imóveis (leia-se prédios e não habitações isoladas) que estejam devolutos poderem ser alvos de processos, quer seja por herdeiros que não se entendem ou malta mais velha que é dona de um prédio mas que não quer saber do estado do mesmo, a habitação deve ser um direito público, se alguém ou alguma empresa não tem, ou não quer saber do seu património, em certos casos, devem ser indemnizados e o imóvel passa para habitação pública.
Não é com leis dos solos ou Portas65 da vida que vamos ter um plano que realmente resolva o estado ridículo da habitação do País. É absolutamente necessário fazer este trabalho de habitação pública e construir o mais possível. E não pode haver cedências a pressões nem lobbies, é construir, regular com cabeça e o resto vem por arrasto.
Problema doa jovens. A base eleitoral já têm as suas casas pagas ou rendas congeladas. O seu património imobiliário sobe todos os anos.
Os jovens que se concentrem em pagar a dívida publica e a SS para dar reforma os velhinhos.
Inundam o país com expats ricos, golden visas e imigrantes de terceiro mundo e arredores, e esperam o quê?
São setes cães a um osso.