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    7 Kommentare

    1. Upper_Ad2896 on

      Ana Catariana Mendes ficará na História como a autora de uma das piores leis da História centenária de Portugal. Nao tem qualquer credibilidade ou competência.

    2. A Ana Catarina Mendes é das piores pessoas que alguma vez tivemos no espectro político, sinceramente incompetente a todos os níveis.

    3. Bom, PNS bem para o resultado que quer.

      Ainda há pouco tempo era o PNS o odiado aqui, olho para os comments, o homem que mudou de opinião em menos de um mes da defesa assertiva de uma medida para a sua critica está certo e de repente a Ana Catarina passou a ser a má da fita. lolol

      Temos mesmo os politicos que queremos, duss…

    4. Quanto mais aparecerem a dizer isto mais eu acredito que a pior coisa que pode acontecer é voltar a dar-lhes trela para fazerem o que querem. Porque o PNS é só um e não vai lá ficar para sempre. Esta malta está lá para ficar e à primeira oportunidade **vão voltar a meter tudo como estava**. É fantástico que estejam a dizer isto tão às claras.

      Uns dizem que o PNS „ter mudado“ de ideias é sinal de mudança daqui para a frente. Eu estar a ver vários do Partido continuarem na mesma é sinal que não há realmente mudança nenhuma.

    5. Hungry-Class9806 on

      >Para Ana Catarina Mendes, a segunda „perplexidade“ relativa à entrevista desta sexta-feira de Pedro Nuno Santos ao Expresso prende-se com „a ideia de aculturação“ que é um discurso normalmente „associado mais à direita“, porque „num Estado de direito, aquilo que acontece é que a lei é igual para todos“.

      „Aculturação“ e „igualdade de direitos e deveres“ são conceitos totalmente diferentes, a não ser que a Ana Catarina Mendes esteja a sugerir que se deva permitir que certos aspectos culturais de comunidades imigrantes (em especial o tratamento das mulheres, que foi frisado pelo PNS na entrevista) se sobreponham à nossa Constituição. Sería „Aculturação“ se, ao invés de dizer que as mulheres em Portugal tem o direito de sair de casa para trabalhar, alguém sugerisse que imigrantes de outras culturas deveriam deixar de falar a sua língua, abandonar os seus hábitos religiosos ou deixar de celebrar os seus feriados.

      É um excelente exemplo da Falácia do Espantalho: Distorce-se o argumento para desviar a atenção do que foi realmente dito. Patético.

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