Es wurde eine Erklärung dafür gefunden, warum Arbeitnehmer im SNS durchschnittlich fünf Wochen im Jahr fehlen! Dieser Arbeiter war 7 Monate lang weg, hat den Staat getäuscht und ein Verbrechen begangen!

    Die Leiterin des allgemeinen Notfalldienstes im Hospital de Portimão hat sich seit Juli letzten Jahres, als sie wegen einer Schwangerschaft krankgeschrieben war, nicht mehr zur Arbeit gemeldet. Die Ärztin arbeitet jedoch weiterhin in einer Privatklinik ihres Vaters und nimmt an Schulungen am National Institute of Medical Emergency (INEM) teil.

    https://tviplayer.iol.pt/programa/jornal-nacional/63e6588b0cf2665294d4f012/video/6792a8770cf216cd3ad316e6

    Von Pleasant-Ad-7820

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    13 Kommentare

    1. BenFluxDucray on

      Vá lá, algum jornalismo decente.

      Aquela chamada foi deliciosa, então a parte da confirmação da consulta é um mimo.

      Por muito bem que a senhora tenha feito nas ações de formação do INEM e na ida à Turquia quando foram os sismos de 2023, não é mais que os outros e não pode andar a cometer fraude.

    2. lettucefolk on

      >Está encontrada a explicação para que no SNS os trabalhadores faltem, em média, 5 semanas por ano! 

      Está?

    3. Asleep-Category-8823 on

      Se houvesse consequências sérias para este tipo de situações, provavelmente não ocorriam tão habitualmente, mas como vivemos na República das bananas, não se passa nada e daqui a 15 dias já toda a gente se esqueceu e voltamos ao mesmo.
      País de tansos e ladrões.

    4. Finalmente qualquer coisa que é relevante para a nossa sociedade. E não, não é a incrível esperteza da senhora em causa mas sim como é que é possível que isto aconteça sem ser detetado… Multam a senhora e cancelam-na muito bem mas no entretanto deve haver uns quantos diretores e doutores a fazer o mesmo.

    5. Icy_Writing_6404 on

      Acontece porque quem tem o poder não tem o mínimo respeito pelos contribuintes.

    6. A típica chique-espertice de quem nasceu em berço de ouro e com o cu virado para o sol. Tão conveniente a filha ser médica quando o pai tem uma clinica privada, diria até que nem podia ter outra profissão esta senhora.

      Faz me lembrar um caso de uma outra senhora a exercer medicina no hospital da cidade onde o pai pertence à direção da câmara, e que obteve as médias de acesso na escola secundária onde a mãe era diretora. Há coisas do caneco…

    7. EmotionalTaro3890 on

      Aposto que não lhe vai acontecer nada, esta malta é impune e protege-se uns aos outros, essa a do inem e a bastonaria ladra dos enfermeiros
      Depois ah e tal o sns tá mau e ganhamos mal , pudera os próprios profissionais roubam e enganam.

    8. oPeritoDaNet on

      Acho que o nosso presidente da república tem que condecorar novamente esta médica pela sua prestação, trabalha mesmo não podendo, senão é amor à camisola o que será?

      /s

    9. Eu sei que a malta não gosta porque agora nos faltam médicos e não podemos falar mal deles mas aldrabices entre médicos no público e a mandar malta para as suas clínicas privadas ou médicos que têm um emprego no hospital e mesmo assim conseguem estar dias e dias a dar consultas nas suas clínicas, é uma coisa corriqueira e que acontece há décadas.

      Agora chegar a este ponto de desplante e estar-se completamente a cagar para uma baixa fraudulenta, com provas fáceis de demonstrar que anda a dar consultas e a fazer formações é um patamar ainda acima disso. É preciso ter realmente muita cara de pau pq isto deveria ser mt fácil de alguém fazer uma queixa e ela ser apanhada.

      O que está a fazer é uma burla bastante grave com consequências reais e significativas. É muito claro para todos que quem está de baixa não pode exercer nenhuma actividade profissional.

       

      O facto de antes ser directora de urgência mas pelos vistos ainda ter tempo para ter prática na sua clínica privada também é de logo bestial. devo ser só eu que achava q director de um serviço num hospital era um cargo a tempo inteiro (ou mais).

       

      Não sei porquê mas tenho um feeling que ela e o pai têm cartão de um dos dois partidos do regime. E não tenham esperanças, não vai dar em nada.

       

      Temos é de uma vez por todas cagar na pressão da Ordem e abrir muitas mais faculdades e vagas em Medicina. Enquanto não deixar de ser esta profissão ‚endeusada‘, vamos estar sempre muito mais vulneráveis a isto.

       

      Quanto à baixa, é uma coisa q se ouve desde sempre: enfermeiras e médicas na FP têm uma percentagem de gravidezes de risco que deve bater nos 90%…. E logo diagnosticadas ao 2º mês de gravidez

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