„Von den Feministinnen des Blocks habe ich kein Wort der Solidarität gehört.“ Entlassener Mitarbeiter bereut „falschen Vertrag“ unterschrieben zu haben
Já chega não? É espremer até a última. Que desespero
TCB13sQuotes on
Agora dizem que é tudo fake news lol
neapo on
Aqui fica o artigo completo:
Parte I
Érica Postiço, ex-funcionária do Bloco de Esquerda, relatou na rede social X a sua versão dos acontecimentos noticiados pela revista Sábado, que dá conta de que o partido dispensou quatro trabalhadoras que tinham sido mães pouco tempo antes (pelo menos três estavam ainda a amamentar).
“Eu sou a trabalhadora com uma filha de nove meses despedida pelo Bloco de Esquerda em 2022. Fui despedida por telefone enquanto estava a trabalhar na sede nacional”, começou por explicar, alertando para o facto de a notícia original ter alguns “erros”, desde logo o facto de as duas mulheres em causa (Érica e a “trabalhadora com um bebé de dois meses que estava em licença de maternidade”) não terem sido “substituídas pela namorada de nenhum dirigente”.
Assegurou que não falaram com a imprensa, nem agora nem na altura dos acontecimentos, e passou a descrever a sua versão: “Das 6 pessoas da equipa de redes ficaram 3. Decidiram extinguir os postos de trabalho de um homem, uma mulher a amamentar a filha de 9 meses e uma mulher em licença de maternidade com um filho de 2 meses. Ficaram um homem e 2 mulheres sem filhos, com toda a disponibilidade.”
Ora, Érica Postiço salientou que “as recém-mães não podem viajar, não trabalham 60 horas [por] semana, não apagam fogos às 23h00 ou ao domingo, não respondem de imediato às mensagens e e-mails“, enaltecendo que têm “limitações” e que é por isso que “existem leis que as protegem”, sublinhando que essas são “leis que o Bloco de Esquerda defende”.
A ex-funcionária do Bloco de Esquerda explicou ainda que — tanto no caso da colega que estava em licença de maternidade como no dela, no qual “não havia parecer da CITE”– , foi “proposto um falso contrato de trabalho a termo a vigorar até ao fim de 2022”. “Arrependo-me até hoje, mas a verdade é que assinei quando queria ir para o Tribunal de Trabalho. Também eu fui hipócrita”, desabafou na rede social.
Dna_boy on
Érica Postiço.
Ponto.
Leave A Reply
Du musst angemeldet sein, um einen Kommentar abzugeben.
5 Kommentare
Tem paywall
Já chega não? É espremer até a última. Que desespero
Agora dizem que é tudo fake news lol
Aqui fica o artigo completo:
Parte I
Érica Postiço, ex-funcionária do Bloco de Esquerda, relatou na rede social X a sua versão dos acontecimentos noticiados pela revista Sábado, que dá conta de que o partido dispensou quatro trabalhadoras que tinham sido mães pouco tempo antes (pelo menos três estavam ainda a amamentar).
“Eu sou a trabalhadora com uma filha de nove meses despedida pelo Bloco de Esquerda em 2022. Fui despedida por telefone enquanto estava a trabalhar na sede nacional”, começou por explicar, alertando para o facto de a notícia original ter alguns “erros”, desde logo o facto de as duas mulheres em causa (Érica e a “trabalhadora com um bebé de dois meses que estava em licença de maternidade”) não terem sido “substituídas pela namorada de nenhum dirigente”.
Assegurou que não falaram com a imprensa, nem agora nem na altura dos acontecimentos, e passou a descrever a sua versão: “Das 6 pessoas da equipa de redes ficaram 3. Decidiram extinguir os postos de trabalho de um homem, uma mulher a amamentar a filha de 9 meses e uma mulher em licença de maternidade com um filho de 2 meses. Ficaram um homem e 2 mulheres sem filhos, com toda a disponibilidade.”
Ora, Érica Postiço salientou que “as recém-mães não podem viajar, não trabalham 60 horas [por] semana, não apagam fogos às 23h00 ou ao domingo, não respondem de imediato às mensagens e e-mails“, enaltecendo que têm “limitações” e que é por isso que “existem leis que as protegem”, sublinhando que essas são “leis que o Bloco de Esquerda defende”.
A ex-funcionária do Bloco de Esquerda explicou ainda que — tanto no caso da colega que estava em licença de maternidade como no dela, no qual “não havia parecer da CITE”– , foi “proposto um falso contrato de trabalho a termo a vigorar até ao fim de 2022”. “Arrependo-me até hoje, mas a verdade é que assinei quando queria ir para o Tribunal de Trabalho. Também eu fui hipócrita”, desabafou na rede social.
Érica Postiço.
Ponto.