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    27 Kommentare

    1. KokishinNeko on

      Que nomes pomposos para designar „pessoas que aceitam tuta e meia por 14h de trabalho“.

    2. PapaEslavas on

      Mas o que é que os nepaleses têm de especial para um trabalho como o do Solar dos Presuntos?

      E como é que esses nepaleses vieram para cá? Certamente não foi o Solar dos Presuntos contratá-los ao Nepal.

    3. No_Day_9464 on

      Já faz lembrar o Avilez, conversa de merda.

      Se o modelo de negócio assenta ou apenas sobrevive com mão-de-obra escrava, explorada até ao tutano, então não é um negócio viável à partida.

    4. DarthTuga2000 on

      Ok eu assumo que os imigrantes brasileiros e os Palop já sejam demasiado caros para o dono do Solar dos Presuntos.

    5. Pois sempre a mesma conversa, os de cá mandaram-lhe dar uma curva e como ele muitos, porque querem que sejam escravados, depois os outros que se sugeitam a tudo e ainda não abriram oa olhos é que são os maiores, deixa eles perceberem como as coisas funcionam que vai ver quanto tempo é que eles lá vão ficar…

    6. Overall_Round121 on

      Um restaurante que vive dos turistas e de fama antiga.
      Vou traduzir: „Sem os imigrantes nepaleses não poderíamos continuar com o estilo de vida que temos“.

    7. Different-Draft-8187 on

      O típico empresário tuga nunca gostou tanto da esquerda como agora que lhes permitiu ter mão de obra escrava em pleno século XXI. Um restaurante na minha zona também contratou dois marroquinos que dormem num carro velho numa rua adjacente. Chamam-lhe de progresso.

    8. Era uma pena fecharem, a maior fonte de fuga ao fisco do país faz imensa falta à economia e à sociedade

    9. sad-kittenx on

      Se pagassem salários decentes aos portugueses, se calhar não era preciso tantos nepaleses.

    10. Current-Ideal-697 on

      E sem imigrantes tínhamos casas mais baratas. Que fechem os restaurantes. Prefiro baixar o preço da habitação do que ter onde ir comer fora.

    11. 14soulrebel on

      Acredito. Não se consegue sustentar moradias na Aroeira, e apartamentos em Lisboa de outra forma.

      Eles até tinham/têm bastantes empregados portugueses, alguns com muitos anos de casa.
      Mas pelos vistos, o que os famosos pagam por pratos sobrevalorizados(não vou mentir que não prestam, só não valem o valor pedido) e viver do bom nome, já não é suficiente.

    12. Entradas:

      – Queijo de Azeitão: 6,50€
      – Tábua de enchidos: 13,80€
      – Salada de Polvo: 8,50€
      – Croquetes: 6,50€
      – Amêijoas à Bulhão Pato: 27,50€
      – Gambas ao Alho: 16,50€
      – Peixinhos da Horta: 6,50€

      Carne:

      – Cabrito Assado à moda de Monção: 25,85€
      – Pernil de Porco Assado: 23,50€
      – Bife do Lombo à Portuguesa: 29,50€

      Marisco:
      – Açorda de Lagosta: 34,50€
      – Camarões: 55€/kg
      – Lagosta Portuguesa: 115€

      Com estes preços, realmente não percebo como conseguiu aguentar 50 anos sem os Nepaleses (est. 1974). Vá para a puta que o pariu.

      Fonte: https://maps.app.goo.gl/WxcZjwQFZcHVMHWUA

    13. Admirable-Crazy-3457 on

      Ou, ou, pagam como deve ser, respeitam horários e os trabalhadores.

    14. BlueDragon_27 on

      Então que feche. Um negócio que só vive à custa de mão de obra escrava não é viável

    15. agoodusername222 on

      bem para ser justo as plantações de açucar na costa do brazil também em grande parte desapareceram com o fim da escravatura. e para se sustentarem, bastante tiveram de evoluir, industrializar e contratar e pagar gente para tomar conta das quintas

      realmente ca ganda merda… já viste?

    16. Super_Collection_632 on

      Já dizia o outro: “fazem os trabalhos que os tugas não querem fazer”… ou então, simplesmente recebem aquilo que o tuga não está disponível para receber! São perspectivas diferentes de ver o mesmo problema

    17. É porque, claramente, o solar dos presuntos já devia ter fechado…

      Nada contra os imigrantes nepaleses, eles são só o dano colateral duma sociedade que se pudesse não pagava aos trabalhadores. O facto de precisarmos de imigrantes nepaleses só prova que somos incapazes de criar salários e condições de trabalho competitivas. Num país em que existe, claramente, restaurantes a mais por mim bem que podem fechar todos os restaurantes (e restantes negócios) que dependem de condições tão precárias que só imigrantes que nem falam a língua podem aceitar.

    18. se um restaurante com gestão portuguesa nem consegue contratar falantes de Português, é porque paga tudo pelos mínimos e tem rotação de pessoal como nunca.

      Nenhum restaurante de qualidade e acima da média faz o choramingo destes.

    19. Alert_Macaroon_2185 on

      esquecem-se de juntar que os nepaleses por norma recebem 200 euros a menos, que são convencidos a trabalhar mais horas e que por serem pessoas honestas e trabalhadoras costumam, como se diz… levar na peida á força toda. O brasileiro e africano evita a restauração em Portugal pela mesma forma que eu já sai a meio de entrevistas para restauração: Acham que a malta anda a comer gelados com a testa. é ordenado minimo e o resto por fora, é trabalhar um ano sem contrato mas estás „a experiência“, é 1 folga rotativa por semana ou uma folga e meia sem receber mais por isso, é trabalhar 10/12 horas a esperar receber extra pelas horas e nem dinheiro nem tempo livre, e claro o típico em restauração: um ambiente toxico, muitas vezes com gente meia desequilíbrada, alcoólicos e por ai afora. É vergonhoso, por isso é que uma boa parte dos cozinheiros de primeira portugueses somem daqui pra longe, juntamente com chefs, ajudantes de cozinha e até o pessoal de sala. estar aqui a ser explorado quando posso ir pra irlanda receber mais com mais condições e um patrão que não nos obriga a usar ingredientes só da makro e a fazer milagres com ingredientes de 3a? oh filho

    20. Esta malta não percebe mesmo os tiros nos pés.. */anota o nome para nunca lá ir*

      Bom, pode sempre virar-se para os clientes nepaleses também.

    21. Podem fechar à vontade, é porque não têm faturação suficiente para estar abertos.

      É vergonhoso o Expresso publicar isto, mas é a corrente que o merdas do diretor Ricardo Costa defende junto com o irmão. Estar a defender a escravatura moderna é muito mau!

      Só faltava a cereja no topo do bolo: os portugueses não querem trabalhar!

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