Ausschlaggebend für die Entscheidung waren der Platzmangel in den PJ-Anlagen in Tyres und das nicht verfügbare Budget für die Vernichtung der Chemikalien

    Álvaro Pires, Finanz- und Vermögensdirektor des PJ, der für die Verwaltung der beschlagnahmten Vermögenswerte verantwortlich ist, gibt intern zu, dass es seine Initiative war, die Obhut des Anhängers mit Fässern mit chemischen Produkten vorläufig dem Auftragnehmer João Carvalho zu übergeben – was er im September 2025 als beste Übergangslösung für die Interessen des Staates begründet, weiß CNN Portugal.

    Ein Vorschlag, der später vom damaligen Nationaldirektor der PJ, Luís Neves, mangels Alternativen bestätigt wurde. Die Marine hatte darum gebeten, den Anhänger sofort von seinem Land in Seixal zu entfernen, da bei den Chemikalien Brandgefahr bestand; der PJ-Park in Tiers war überfüllt; und das einzige Budget, das die PJ von einem Unternehmen für die Vernichtung der Chemikalien erhalten hatte, betrug 144.000 Euro – Mittel, die der PJ für diesen Zweck nicht zur Verfügung standen.

    Neun Monate später und nachdem PJ letzte Woche zum Lagerhaus von Construbarcelos gefahren ist, um den Anhänger mit den Chemiefässern aus dem Großraum Lissabon abzuholen, stehen sie außerdem wieder im Freien – heute stehen sie aus Platzmangel im Inneren auf der Straße neben dem Lagerhaus von PJ in Tyros, wie auf einem Foto dokumentiert, auf das CNN Portugal Zugriff hatte. Im Inneren ist das Lagerhaus überfüllt mit den Trümmern des verunglückten Glória-Aufzugs und anderen beschlagnahmten Waren.

    https://cnnportugal.iol.pt/luis-neves/ministro-da-administracao-interna/diretor-financeiro-da-pj-assume-entrega-do-atrelado-a-guarda-de-empreiteiro-por-falta-de-alternativas/20260728/6a68c415d34e511da0b30428

    Von PikachuTuga

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    11 Kommentare

    1. A PJ tem, no país inteiro, decerto um sitio mais indicado que o terreno do amigo do diretor para meter um atrelado. No país inteiro. Não? O problema de ter uma situação absurda é que qualquer resposta dada, será sempre absurda quando confrontada com o senso comum esperado de uma instituição com este tamanho.

      Em todo Portugal continental, na sua plenitude.. Não havia de todo outro local? „Assume internamente ter sido ele“..

      Porque quando isto apareceu, não o podia ter feito ou não sabia que devia ser ele a cair em vez do diretor? Será que há três dias já tinha tido indicação para „assumir internamente“? Não o podia ter dito mais cedo? Ou só lhe chegou hoje essa indicação, para se lembrar de assumir internamente? Passou demasiado tempo para que qualquer resposta a isto agora não seja demasiado conveniente. Principalmente respostas destas, vindas de pessoas que podiam ter dito qualquer coisa horas depois disto vir a público, não dias.

      A credibilidade já está fodida. A única questão é se vai levar o PSD com ele ou não.

      Lembrando que a PJ continua a dizer que não encontra documento nenhum sobre a autorização. [(Noticia SIC)](https://sicnoticias.pt/pais/2026-07-28-video-caso-luis-neves-pj-continua-sem-encontrar-documento-que-permitiu-deslocar-reboque-dadba711) Portanto, se o senhor não arranjar no bolso esquerdo das calças o tal papel para mostrar, é demasiado conveniente começar a aparecer mais pessoas que de repente se lembram que se calhar têm culpa mas não sabiam ter dito nada mais cedo..

    2. PikachuTuga on

      >Recuando à decisão de Álvaro Pires, superiormente validada por Luís Neves, recorde-se que os produtos químicos foram apreendidos numa operação da PJ de combate ao tráfico de droga a 4 de dezembro de 2024. E logo dois dias depois chegou uma ordem de destruição dos produtos químicos por parte do Ministério Público – o que desmente todas as teorias que foram noticiadas sobre uma eventual ilegalidade na preservação da custódia da prova: “Determino a destruição da totalidade dos materiais químicos e resíduos apreendidos, nos termos do disposto no artigo 185, nº1, do Código de Processo Penal. Comunique à PJ”, lê-se no despacho de uma procuradora do DCIAP, titular do inquérito, a que a CNN Portugal teve acesso.

      >O reboque e os bidões com produtos químicos no seu interior estavam depositados, ao relento, em instalações da Autoridade Marítima, no Seixal, por falta de espaço no armazém da PJ em Tires. Mal chegou a ordem do Ministério Público de destruição, o núcleo de apreendidos da PJ, na dependência de Álvaro Pires, fez uma auscultação de mercado com pedidos de orçamento para a destruição dos químicos, tendo recebido um orçamento de 144 mil euros.

      >Sem capacidade financeira para o pagamento desses valores, a PJ ficou a aguardar por outra solução. A Marinha ofereceu-se então para procurar uma solução de destruição, mas também sem sucesso. E pediu à PJ, já no verão de 2025, que o reboque fosse retirado das suas instalações imediato.

      >Essa informação da Marinha ocorreu numa altura em que Álvaro Pires, diretor do património da PJ, fazia a fiscalização de uma obra da PJ em curso, acompanhado do empreiteiro João Carvalho, responsável pela obra. E este sugeriu-lhe então ser parte da solução, transitória, com o parqueamento do reboque num armazém seu, gratuitamente, enquanto o próprio ficou de ver junto de empresas no norte do país quais tinham condições de destruir os produtos químicos por valores significativamente mais baixos do que o orçamento que a PJ tinha recebido.

      >Esta proposta foi aceite por Luís Neves, à falta de alternativas, tendo, a 5 de setembro de 2025, sido transportado o reboque para Barcelos com escolta de elementos do núcleo de apreendidos da PJ.

      >Não foi, entretanto, encontrada nenhuma empresa com a devida credenciação para a destruição dos químicos, pelo que a PJ equacionou o regresso do material a Tires, ao parque da PJ, só que o espaço foi, entretanto, todo ocupado por outra grande apreensão de produtos químicos.

      >Já em abril e maio desde ano, a PJ pediu novos orçamentos para a destruição dos químicos, às empresas VEOLI e EGEO, pelo que caberá à atual direção nacional decidir se aceita os valores apresentados. A PJ sempre soube onde estavam o atrelado e os bidões apreendidos, que nunca foram desviados pelo empreiteiro João Carvalho. O mesmo nunca cobrou qualquer valor do Estado pelo transporte ou armazenamento dos bens, entre setembro do ano passado e julho deste ano.

    3. Left_Capital133 on

      Vamos ver se percebi bem, o atrelado foi para onde foi porque a PJ de alguma maneira não tinha melhor alternativa do que o terreno do amigo, e a fonte disto é o „trust me bro“ porque não há nada a oficializar a deslocação para lá.

      Porra, fiquei sem palavras…

    4. Que palhaçada muito mal contada. Ao tentar encobrir o que realmente aconteceu estão cada vez num buraco maior.

    5. Demorou mas lá encontraram desculpa para isto. Boa.

      É pena que no meio dos milhentos espaços do governo por todo o país não havia um espaçito para o atrelado. Um muito obrigado a este empresario benemérito e que tão bem fez a este país.

      A tua guarda pode repousar, já conseguiste livrar mais um ministro.

    6. „Oh Álvaro, pá, dizes que foste tu e eu depois trato de ti. Não te preocupes, vais ficar bem.“

    7. BlimundaSeteLuas on

      Existe alguma teoria ou até consenso do real motivo? A motivação de terem colocado lá o atrelado?

    8. Weak-Design-3207 on

      Funciona tudo errado no país e a burocracia é tanto que ela própria gera crime.
      Porque não vender o atrelado? Porque não vender os químicos?
      Isso não porque pode gerar algum crime… 

    9. Álvaro Pires foi o sacrificado. O bode expiatório encontrado para esta mentira pegado

      Álvaro, agora só temos de saber se fizeste isto a troco de muito dinheiro/ promoção OU por saberem algo da tua vida privada e foste coagido

      Boneco

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