Mas afinal, abandonaram porque houve insultos ou pelo que foi dito no artigo? Porque o que foi dito no artigo não é um insulto.
theholygt on
Pelo menos não houve bombas nem mortos à porta de casa
Glass-Depth-170 on
Parte-me o coração ver isto a acontecer. Temos de travar este caminho enquanto ainda vamos a tempo, porque o que hoje parece distante pode tornar-se realidade muito depressa.
Não é alarmismo: aconteceu na Polónia com o PiS. Municípios declararam-se “zonas livres de LGBT”, com sinais de transito à entrada das cidades e autocolantes espalhados por escolas e edifícios públicos. O aborto foi praticamente proibido, mesmo em situações extremas. Houve mulheres com complicações graves que morreram porque os médicos tiveram medo de agir. Crianças violadas obrigadas a dar a luz a bebés. E, pelo caminho, o governo tomou controlo efetivo dos meios de comunicação públicos.
Nada disto levou décadas. Aconteceu em poucos anos.
É por isso que não podemos tratar isto como abstrato. Trata-se de defender, agora, uma sociedade aberta, plural e onde os direitos não são negociáveis.
alongstrangesomethin on
Notas:
1 – o parlamento não é a tasca;
2 – o comportamento da tasca não é, portanto, adequado ao parlamento;
3 – o respeito pelos outros é um valor essencial;
4 – o respeito por quem prestou serviço à nação, especialmente numa cerimónia oficial, é o mínimo;
4 – o argumento da amnistia proveniente do partido de Pacheco Amorim é uma piada quando este pertenceu ao MDLP, que fez ataques que hoje chamaríamos de terroristas;
5 – membros do MDLP receberam indultos, pelo que a situação não é propriamente diferente;
6 – o CDS votou contra a constituição.
BigNerdT on
O Ventura tem razão e isso é verdade tanto para a constituinte como para a dos dias de hoje, ele sabe melhor que ninguém, ele próprio meteu um a vice-presidente da assembleia
hecho2 on
O chega para o ano logo convida os deputados vivos da altura da Assembleia Nacional para uma homenagem.
everlastingpain15 on
Eu gosto como o Ventura se „esquece“ convenientemente de referir que a amenistia concedida às organizações de „extrema esquerda“ foi concedida igualmente também às organizações de extrema direita que também estavam ativas no país durante esse periodo pós-revolucionário. Mas os atos de violência do MDLP devem ter sido cometidos por pessoas de bem…
sharksareok on
Deixaram entrar os porcos, agora admiram-se de aquilo ser uma pocilga. Se pusessem lá 60 bostas de vaca ao menos davam para estrumar, assim com 60 chungas só se consegue mau ambiente.
Open_Count5223 on
Ventura, o grandioso nacionalista que enfia a bandeira nacional nas cuecas também não conhece a história do próprio país!
Então vem falar de violência política devido à constituição aprovada em 2 de abril de 1976, curiosamente no mesmo dia membros do MDLP assassinaram o padre Max e uma estudante
mas pelo menos sabemos que o Chega que até neo-nazis tem no partido, não consegue nunca condenar a violência da extrema-direita, porque será?
Leave A Reply
Du musst angemeldet sein, um einen Kommentar abzugeben.
9 Kommentare
Mas afinal, abandonaram porque houve insultos ou pelo que foi dito no artigo? Porque o que foi dito no artigo não é um insulto.
Pelo menos não houve bombas nem mortos à porta de casa
Parte-me o coração ver isto a acontecer. Temos de travar este caminho enquanto ainda vamos a tempo, porque o que hoje parece distante pode tornar-se realidade muito depressa.
Não é alarmismo: aconteceu na Polónia com o PiS. Municípios declararam-se “zonas livres de LGBT”, com sinais de transito à entrada das cidades e autocolantes espalhados por escolas e edifícios públicos. O aborto foi praticamente proibido, mesmo em situações extremas. Houve mulheres com complicações graves que morreram porque os médicos tiveram medo de agir. Crianças violadas obrigadas a dar a luz a bebés. E, pelo caminho, o governo tomou controlo efetivo dos meios de comunicação públicos.
Nada disto levou décadas. Aconteceu em poucos anos.
É por isso que não podemos tratar isto como abstrato. Trata-se de defender, agora, uma sociedade aberta, plural e onde os direitos não são negociáveis.
Notas:
1 – o parlamento não é a tasca;
2 – o comportamento da tasca não é, portanto, adequado ao parlamento;
3 – o respeito pelos outros é um valor essencial;
4 – o respeito por quem prestou serviço à nação, especialmente numa cerimónia oficial, é o mínimo;
4 – o argumento da amnistia proveniente do partido de Pacheco Amorim é uma piada quando este pertenceu ao MDLP, que fez ataques que hoje chamaríamos de terroristas;
5 – membros do MDLP receberam indultos, pelo que a situação não é propriamente diferente;
6 – o CDS votou contra a constituição.
O Ventura tem razão e isso é verdade tanto para a constituinte como para a dos dias de hoje, ele sabe melhor que ninguém, ele próprio meteu um a vice-presidente da assembleia
O chega para o ano logo convida os deputados vivos da altura da Assembleia Nacional para uma homenagem.
Eu gosto como o Ventura se „esquece“ convenientemente de referir que a amenistia concedida às organizações de „extrema esquerda“ foi concedida igualmente também às organizações de extrema direita que também estavam ativas no país durante esse periodo pós-revolucionário. Mas os atos de violência do MDLP devem ter sido cometidos por pessoas de bem…
Deixaram entrar os porcos, agora admiram-se de aquilo ser uma pocilga. Se pusessem lá 60 bostas de vaca ao menos davam para estrumar, assim com 60 chungas só se consegue mau ambiente.
Ventura, o grandioso nacionalista que enfia a bandeira nacional nas cuecas também não conhece a história do próprio país!
Então vem falar de violência política devido à constituição aprovada em 2 de abril de 1976, curiosamente no mesmo dia membros do MDLP assassinaram o padre Max e uma estudante
mas pelo menos sabemos que o Chega que até neo-nazis tem no partido, não consegue nunca condenar a violência da extrema-direita, porque será?