Share.

8 Kommentare

  1. Este artigo, para além de bastante acertado, está magistralmente bem escrito, o que é uma raridade nos dias de hoje.

  2. always_somewhere_ on

    „Transcristãos, transumanos, transdemocratas e transcorajosos. Entre todos estes trans, apenas os transexuais e os transgénero não fazem mal a ninguém. Deixem-nos em paz“

    Premissa errada, opinião descartada.

  3. shatbrickss on

    O meu problema com toda esta direita internacional neste momento é que tentam ditar exatamente como as pessoas devem viver a vida delas, como se delas se tratasse.

    Vão ao ponto de eleger pessoas como o Trump, que está a dar cabo do mundo como o conhecemos, deitando fora toda a ideia de união, racionalidade, cordialidade, decoro, enfim, tudo o que consideravamos valores, para acabar com o „pensamento woke“.

    E o PSD, que devia de ser os moderados na sala, alinham no mesmo tipo de discurso de partidos como o Chega e toda a extrema direita mundial.

    O que ganhamos? Sentem que o mundo está um lugar melhor neste momento? Ainda sentem que o problema do mundo era o José que se identificava como Maria?

    Como vos está a correr essa escolha de valores que apoiam? Já abasteceram o carro hoje?

  4. Não percebo porque é que ninguem pergunta a esta gente o que é exatamente „woke“ e porque é que andam a legislar contra isso.

    Em inglês temos uma definição, ainda que seja do calão, „aware of and actively attentive to important societal facts and issues (especially issues of racial and social justice)“.

  5. Partidos que fazem bandeira do menos estado e mau „socialismo“ por alegadamente querer controlar a vida das pessoas mas depois usam o estado para impor controlo sobre escolhas pessoais, corpos e identidades.

  6. Concordo que isto é uma das muitas coisas em que quando não se conhece mais vale estar calado.
    O Paulo Núncio nunca conheceu um jovem trans, e honestamente: também eu.

    Também me causava estranheza as novas possibilidades introduzidas na lei anterior, isto porque nunca conheci um jovem nessa situação. Entretanto um familiar por razões profissionais conheceu um destes jovens e tanto ela como eu mudámos de opinião.

    O problema aqui é a de que quando as instâncias internacionais, a OMS, Ordem dos médicos, Ordem dos psicólogos, pais, etc. Entidades que trabalham com estes jovens e os conhecem são descartados pelas opiniões de Facebook de uns quantos deputados que como isso „mete nojo“ atacam desta forma os direitos destas pessoas.

  7. Isto foi um apelo à base. O Governo tem uma taxa de aprovação baixíssima.

Leave A Reply