"Regierung, Arbeitgeberverbände und UGT saßen wieder an einem Tisch, doch das Treffen endete ohne Einigung über die von Ministerin Maria do Rosário Palma Ramalho vorgeschlagenen arbeitsrechtlichen Änderungen."

https://sicnoticias.pt/economia/2026-03-09-negociacoes-sobre-pacote-laboral-terminam-como-comecaram.-sem-acordo-entre-ugt-governo-e-confederacoes-c7576f99

Von Ready-Pirate3328

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12 Kommentare

  1. Estava a ouvir o presidente da CIP e acho completamente desonesto em muitas coisas que diz. Culpa a UGT de não ser flexível, sendo que ele não é flexível em coisas que ele qualifica como absurdas. Para ele 25-3 dias de férias é diferente de 22+3, que segundo ele as empresas têm todas boas intenções.

    Na lei da amamentação ele só disse que era mentira, quando o que ele e o governo querem fazer é piorar os direitos dos jovens que querem ser pais. Queremos crianças, mas a custa dos trabalhadores.

    As medidas que quer: tirar direitos aos sindicatos. Curioso que fala de países que têm direitos sindicais superiores aos nossos para justificar as suas medidas.

    Medidas para negociações individuais, o chamado“ dividir para conquistar“, são os seus pontos mais importantes de divergência com os sindicatos. A sério que há portugueses que acham isto fundamental para melhorar as condições laborais?

    Este reforma laboral depois de ouvir este palhaço só tem um objecto, erodir a capacidade negocial do trabalhador, já que são os pontos principais de divergência é esse segundo o presidente do CIP com a UGT.

    Ele ali no meio deixou cair a máscara quando disse que não queria negociações sindicais, mas entre advogado da empresa e do funcionário, claramente quer ganhar na capacidade económica contra o trabalhador no sistema judicial.

    Palhaçada de prioridades do governo.

  2. ResponsibleLuis on

    Todo o código laboral devia ser revisto. Fiquei com uma empresa agora de um familiar, que também está nos Estados Unidos, e a diferença de como trabalham é do dia para a noite

  3. O governo enfiou-se num beco sem saída com esta palhaçada e agora não sabe como se livrar disto. 

    Até eles já perceberam que o pacote é mau e que não é querido nem por patrões nem por trabalhadores.

    Ou muito me engano ou isto vai acabar com mais uma humilhação do governo porque se o André deixar isto passar no parlamento vai para o constitucional.

    Se este o deixar passar o Seguro não deixa como já avisou toda a gente.

    Não sei se o governo quer começar o mandato do presidente da república com um veto político.

    Eu não quereria…

  4. SmilingIsNotEnough on

    Questão honesta: A CGTP não foi envolvida nestas negociações? Ou a UGT fala por todos? Não percebi.

  5. PikachuTuga on

    A UGT querer a retirada de todo o pacote e propor um pacote alternativo que ainda torna mais rígida a legislação atual é de quem não quer negociar nada.

    Segue-se o parlamento, a esquerda vai votar contra, AD e IL a favor, resta saber se Chega aceita uma parte do pacote ou rejeita tudo. Vamos ver se o efeito Passos não leva a alguma flexibilidade do Chega.

  6. --____________- on

    O pacote laboral é uma merda mas a culpa é nossa, trabalhadores, que deixamos esta merda acontecer sem qualquer manifestação a sério como aquelas que se vê em França por exemplo

  7. FarInspection7171 on

    Quem fala de leis mais liberais como os países nórdicos esqueceu-se do seguinte:

    O modelo dinamarquês de „flexigurança“ (flexicurity) combina alta flexibilidade para empresas contratarem/despedirem com forte proteção social e apoio aos trabalhadores desempregados. Baseia-se em leis laborais flexíveis, generosos subsídios de desemprego e formação contínua, permitindo um mercado de trabalho dinâmico e seguro. 

    Principais Características da Flexigurança na Dinamarca:

    Flexibilidade Laboral: Fácil contratação e despedimento, facilitando a adaptação das empresas às mudanças de mercado.

    Segurança Social: Elevados benefícios de desemprego e apoio ativa na procura de novo emprego, reduzindo o medo do desemprego.

    Formação e Qualificação: Foco em requalificação profissional para facilitar a transição entre empregos.

    Jornada de Trabalho: A semana de trabalho padrão é geralmente de 37 horas.

    Férias: Direito a 25 dias úteis de férias por ano. 

    Este modelo, implementado nos anos 90, resultou numa diminuição significativa da taxa de desemprego

  8. Competitive_Wafer941 on

    A concertação social também tem muito de política e de narrativas.
    O governo sabia desde o início que é um pacote polémico e que havia sempre dois cenários: ou conseguia um acordo e podia dizer que foi um compromisso entre todos, ou não consegue e passa a narrativa de que „tentou negociar mas os sindicatos não quiseram“.

    Se o governo quisesse mesmo avançar com as medidas, até podia dividir o pacote em várias partes. Pelas noticias há pontos onde existe acordo e podia aprovar gradualmente, reduzindo o risco político.

    Acho que pontos como o aumento da duração máxima dos contratos a prazo, banco de horas individual, fim das restrições do „outsourcing“ e mais fácilidade para negar teletrabalho são os pontos principais que eu não concordo e que pelos vistos também são alguns pontos em que não há acordo e que deveriam de ser retirados.

    Dada a taxa de rejeição deste pacote não acredito que o Chega o aprove porque sabe que tem mais beneficios eleitorais se o chumbar.

  9. Estas centrais sindicais são dos maiores atrasos que temos neste país. Os jovens precisam de reformas e estes querem manter tudo igual para se fingirem relevantes. Enfim…

  10. Comparando Portugal com a Suíça nos despedimentos:

    – Na Suiça existe liberdade de rescisão, em Portugal só se pode despedir por justa causa, extinção de posto ou despedimento coletivo

    – Na Suiça o despedimento não da direito a indemnização (excepto nums casos raros), em Portugal é obrigatoria 12 a 14 dias de salário por cada ano de trabalho.

    Os Portugueses querem os salários da Suiça, mas depois não querem o liberalismo económico que fez crescer a economia e os salários Suíços.
    Acham que o iliberalismo economico e os consequentes salários miseráveis estão bem e não é preciso mudar nada.
    Não dá para ter iliberalismo economico e uma economia forte ao mesmo tempo

  11. charge-pump on

    O PSD está a tentar a todo o custo pagar os favores a quem lhe pagou a campanha. Esta revisão não estava no programa de governo e só favorece os patrões em tempo de vacas gordas. E há propostas que são particularmente graves, como a retirada de direitos associados à maternidade. Se isto for aprovado vai piorar a situação de muitos trabalhadores e vai ter retorno económico zero para quem trabalha.

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