Rosário Palma Ramalho weist die Kritik ehemaliger Labour-Minister wie Bagão Félix oder Silva Peneda am Entwurf Labour XXI zurück und hält es für selbstverständlich, dass ein auf die Zukunft ausgerichteter Vorschlag von Ministern der Vergangenheit möglicherweise nicht verstanden wird

    https://expresso.pt/economia/trabalho/2026-01-21-criticas-a-proposta-laboral-do-governo-vem-de-quem-nao-e-do-seculo-xxi-aponta-ministra-220ba504

    Von FarInspection7171

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    13 Kommentare

    1. FarInspection7171 on

      Autismo deste governo irá destruí-lo.

      Já agora o Chega aprova isto?

    2. PikachuTuga on

      Palma Ramalho bem. Há que ter firmeza e não deixar cair o programa do governo à 1.ª contestação.

      Se queremos o nível de vida da Dinamarca, Holanda, etc., mais investimento estrangeiro e melhores salários temos de fazer reformas, não podemos continuar com mais do mesmo. Leis laborais mais flexíveis é um dos pontos essenciais nas reformas que Portugal precisa de fazer para sair da cepa torta.

    3. --____________- on

      Se fosse o CH ou o PCP a dizer isto, os comentários estavam cheios de malta a gritar fascismo ou comunismo. Como é o querido PSD, é apenas o governo a fazer o seu trabalho.

    4. Eu acho que ainda é pouco. É foder isto tudo e trabalhar á jorna. Contratos trabalho e regras para quê ? As leis são um chatisse…só atrapalham! Os nossos filhos que se fodam, eles são uns folgados com tudo dado de bandeja…pode ser que assim queiram trabalhar ! Malandros !

    5. One_Coffee9498 on

      >Rosário Palma Ramalho afasta críticas de antigos ministros do Trabalho, como Bagão Félix ou Silva Peneda, ao anteprojeto Trabalho XXI, encarando como natural que uma proposta virada para o futuro possa não ser entendida por ministros do passado

      Antes trabalhava-se mais que 40 horas, portanto parece-me bem próximo do passado.

    6. Estas e outras, recorrentes, metem o Ventura sem ter que se esforçar muito para vir a ser primeiro ministro

    7. ComicCapybara on

      O que os artistas que defendem esta reforma laboral não mencionam é que outros países europeus com leis mais flexíveis têm sindicatos imensamente mais fortes que nós. Nalguns desses nem sequer existe salário mínimo porque os próprios sindicatos discutem contratos coletivos de trabalho.Já para nem falar de conceitos como cogestão na Alemanha onde legalmente os trabalhadores podem influenciar as decisões de uma empresa muito mais que o equivalente português (empresas têm obrigação de permitir a eleição de um mínimo legalmente definido de representantes dos trabalhadores nos órgãos de decisão).

      Tenho a certeza que o governo também vai fazer isto.

    8. curiosity_user on

      Isto está bonito está. Obrigadinha queridos direitolas e xuxalistas. Era mesmo disto que eu estava a precisar com 37 anos e uma bebé para criar.

    9. Uma ditadorazeca… Ora, o PSD não se apresentou a sufrágio com estas alterações que agora pretendem implementar, no seu programa eleitoral! Como tal, muitas pessoas que são contra estas alterações votaram na AD ao engano. É ilegítimo estas alterações “com ou sem acordo”, pois se a maioria não quer alterações, estas não vão acontecer porque quem manda é o povo, não é uma lontra que nunca trabalhou na vida e sempre viveu de heranças e dos milhões que o marido ganha a “administrar” bancos e grandes empresas.

      Esta palhaçada deste anteprojeto só passa se o CHEGA quiser, mas como mudam de opinião como quem muda de cuecas, já nada me admira.

    10. Oberst_Reziik on

      Isto vai mandar o governo abaixo porque o ventura vai sair todo cheio de ego das presidenciais, leram aqui primeiro.

    11. Mynameisbebopp on

      Porra, 8 anos a construir leis de trabalho que fossem minimamente decentes neste pais, para darem maioria aos amigos do Patrão deixa-me imensamente triste.

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