>Os contabilistas certificados poderão ajudar a “identificar desde já quais os clientes potencialmente abrangidos, sobretudo os que deduziram IVA na aquisição ou locação destas viaturas, e verificar se existe utilização privada suscetível de desencadear a obrigação de liquidação”, conclui.
LEL
WallStreetPelosi on
É proibido mas pode-se fazer
Takssista on
Como controlar? Tirando operações stop fora do horário de expediente, não estou a ver como podem saber…
lou1uol on
Eunsó quero perceber uma coisa: caso a AT desconfie que há uso privado, quem é que tem de provar essa utilização?
Admirable-Cell-2658 on
Sempre foi assim para todos os carros mas ninguém quer saber disto, pois não existe forma de controlar nem o estado se interessa porque sabe que se já cobra impostos em excesso e um controle mais apertado poderia prejudicar o sector automóvel.
RamalhoCunhal on
Carros de empresas deviam ter uma matrícula de cor diferente. Acabasse com muita vaidade
Laurent_Series on
Mas também alguém me explique uma coisa. Uma empresa dá carro a um funcionário para deslocações profissionais. Este tem de ter necessariamente outro carro para as deslocações pessoais? Se passar pelo supermercado a caminho de casa já conta como deslocação pessoal? Uma distinção destas, impossível de classificar e controlar, é francamente estúpida e não deveria existir. Até do ponto de vista ambiental…
Se o IRS não fosse tão progressivo (pelo menos nos escalões atuais), esta brincadeira acabava.
Mean-Author4359 on
Como gajo que trabalha com seguros, posso dizer sem qualquer dúvida que a esmagadora maioria dos carros modernos que circulam na estrada é tudo de empresas. O tuga é um animal desenvergonhado.
Interesting_Chef_227 on
>O sujeito passivo deve, por isso, apurar qual a percentagem de quilómetros percorridos em uso pessoal face ao total de quilómetros realizados no período em causa.
Essa proporção deve ser depois aplicada ao valor normal do serviço, sobre o qual incide IVA à taxa normal de 23%.
Hilariante
tbalbino on
Honestamente concordo, concordo com mais fiscalização a todos os níveis. Quer seja para o patrão abastado que tem um ordenado mínimo e anda tesla, quer para o indivíduo que está habilitado a receber rsi, quer seja para a pessoa de baixa que está no shopping sem qualquer problema de saúde.
Acho que tudo deveria apertar.
areyoua0neora0 on
Mais uma lei que ninguém vai fiscalizar mas pronto assim já podem dizer que o Luís está a trabalhar
Hot_Impression2966 on
já começavam era a controlar os carros que estão à venda, supostamente no stand, andarem a ser usados à grande e à francesa pelos vendedores e afins. carros estes que ficam a dormir na rua em zonas que já foram mais seguras.
carros de serviço não deveriam ser carros praticamente novos avaliados em cerca de 50 mil euros, como faz a santogal em sete rios.
saposapot on
Nao entendi muito bem porque só deram O exemplo da renda de um carro.
Se comprares um carro a “pronto” ele vai deduzir o iva da compra, ponto final. Se depois 50% for uso pessoal como é isso é “acertado”?! Porque o iva já foi todo deduzido, não é um valor mensal.
O que me parece que é dito é uma confusão gira: tem de determinar o custo de mercado das viagens que fez a nível pessoal e pagar o iva consoante esse valor? Não percebi bem mas pareceu que era isso.
Ou seja, é uma complicação bastante gira. Não deve haver ninguém a fazê-lo.
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13 Kommentare
Sempre foi…
>Os contabilistas certificados poderão ajudar a “identificar desde já quais os clientes potencialmente abrangidos, sobretudo os que deduziram IVA na aquisição ou locação destas viaturas, e verificar se existe utilização privada suscetível de desencadear a obrigação de liquidação”, conclui.
LEL
É proibido mas pode-se fazer
Como controlar? Tirando operações stop fora do horário de expediente, não estou a ver como podem saber…
Eunsó quero perceber uma coisa: caso a AT desconfie que há uso privado, quem é que tem de provar essa utilização?
Sempre foi assim para todos os carros mas ninguém quer saber disto, pois não existe forma de controlar nem o estado se interessa porque sabe que se já cobra impostos em excesso e um controle mais apertado poderia prejudicar o sector automóvel.
Carros de empresas deviam ter uma matrícula de cor diferente. Acabasse com muita vaidade
Mas também alguém me explique uma coisa. Uma empresa dá carro a um funcionário para deslocações profissionais. Este tem de ter necessariamente outro carro para as deslocações pessoais? Se passar pelo supermercado a caminho de casa já conta como deslocação pessoal? Uma distinção destas, impossível de classificar e controlar, é francamente estúpida e não deveria existir. Até do ponto de vista ambiental…
Se o IRS não fosse tão progressivo (pelo menos nos escalões atuais), esta brincadeira acabava.
Como gajo que trabalha com seguros, posso dizer sem qualquer dúvida que a esmagadora maioria dos carros modernos que circulam na estrada é tudo de empresas. O tuga é um animal desenvergonhado.
>O sujeito passivo deve, por isso, apurar qual a percentagem de quilómetros percorridos em uso pessoal face ao total de quilómetros realizados no período em causa.
Essa proporção deve ser depois aplicada ao valor normal do serviço, sobre o qual incide IVA à taxa normal de 23%.
Hilariante
Honestamente concordo, concordo com mais fiscalização a todos os níveis. Quer seja para o patrão abastado que tem um ordenado mínimo e anda tesla, quer para o indivíduo que está habilitado a receber rsi, quer seja para a pessoa de baixa que está no shopping sem qualquer problema de saúde.
Acho que tudo deveria apertar.
Mais uma lei que ninguém vai fiscalizar mas pronto assim já podem dizer que o Luís está a trabalhar
já começavam era a controlar os carros que estão à venda, supostamente no stand, andarem a ser usados à grande e à francesa pelos vendedores e afins. carros estes que ficam a dormir na rua em zonas que já foram mais seguras.
carros de serviço não deveriam ser carros praticamente novos avaliados em cerca de 50 mil euros, como faz a santogal em sete rios.
Nao entendi muito bem porque só deram O exemplo da renda de um carro.
Se comprares um carro a “pronto” ele vai deduzir o iva da compra, ponto final. Se depois 50% for uso pessoal como é isso é “acertado”?! Porque o iva já foi todo deduzido, não é um valor mensal.
O que me parece que é dito é uma confusão gira: tem de determinar o custo de mercado das viagens que fez a nível pessoal e pagar o iva consoante esse valor? Não percebi bem mas pareceu que era isso.
Ou seja, é uma complicação bastante gira. Não deve haver ninguém a fazê-lo.