„Es ist unmöglich, die Erhöhungen zu unterstützen“, sagt Chefkoch Rui Paula über die Krise in den Restaurants

    https://www.jn.pt/economia/artigo/e-impossivel-suportar-os-aumentos-diz-o-chef-rui-paula-sobre-a-crise-na-restauracao/18037435

    Von Left_Capital133

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    40 Kommentare

    1. TheDudeFromPT on

      É impossível suportar os aumentos porque o mercado da restauração está saturado e leva alguns restaurantes a fechar. É isso?

      E nos de sucesso que continuam a pagar mal aos funcionários? Também é impossível suportar os aumentos?

    2. Desculpem, isto é o chef cuja (incrivel) casa de chá cobra 25 euros por uma sobremesa de chocolate e amendoim?

      Se ele não consegue, o que dirá o Zé Júlio com a tasca em Famões

    3. Preços deste restaurante:

      – „Cantos“ (menu de degustação que é um conjunto limitado de micropratos) desde 145€ até 295€

      – Um prato de robalo ou besugo a 70€, sendo que nenhum deles é um peixe caro

      – Sobremesas a 30€

      – Sopas a 40€

      É um chef de um restaurante com duas estrelas Michelin, completamente fora do meu bolso e das minhas ambições quando vou jantar fora. Se o restaurante é para ricos, porque é que pessoas normais como eu que nunca o frequentariam devem ter pena dele? E ele tem mais dois restaurantes, que seguem a mesma lógica de preços.

    4. O chef quer subsídios diretos (transferências) ou indiretos (imigrantes do terceiro mundo)?

    5. Admirable-Cell-2658 on

      Fdx, chefes que levam 30€ por prato dizem que não sabem como suportar os aumentos?

      Então que farão as centenas de restaurantes/tascas de Norte a Sul que vendem diárias de 5 a 10€?

    6. Sempre em crise e a pagar misérias de salários, vai chorar para outro canto

    7. É impossível suportar é a exploração dos colaboradores da restauração… é ridícula esta conversa…
      – têm o Iva reduzido para os artigos que compram
      – fogem aos impostos como gente grande
      – roubam as gorjetas aos empregados
      – tem todos um carro topo de gama à porta
      – vendem gato por lebre (pota em vez de polvo, paloco em vez de bacalhau, porco preto alentejano criados na extremadura espanhola 😀😃😃😃😃)
      – compram carros desportivos e colocam como despesas da empresa para abater no IRC (toda a gente sabe a falta que faz um carro desportivo para ir aviar as compras ao mercado).
      – subcontrantam pessoal sem contrato de trabalho sem nada para épocas sazonais
      – inflacionam o preço dos pratos de tal forma que hoje é prática comum uma refeição num restaurante fraco/médio custar em média 25€ p/ pessoa.
      Etc etc

      Não tenho pena desta gente.

    8. Mental-Quality7063 on

      Qualquer empresa com esta conversa não merece atenção nenhuma antes de partilhar publicamente o valor do salário do seu empregado mais mal pago.

    9. FilipeMateus7 on

      Mano, se 4/5 pessoas forem ao teu restaurante, deixam lá o ordenado mínimo. Em vez de enfiares o dinheiro no cu, começa a pagar aos teus funcionários

    10. Arruma as coisas e fecha. É o mercado a trabalhar. Não há mamas para ninguém.

    11. Inspetor_Ventoinha on

      Podem aproveitar e utilizar o que meteram ao bolso quando o IVA reduziu e os preços ficaram iguais para amortizar esses aumentos.

    12. SoftOutlandishness81 on

      Então, fecha, qual é o drama mesmo?

      Está ao nível dos senhores do „sem escravos não há morangos“.

      É ignorar.

    13. BlueDragon_27 on

      Se não consegue suportar os aumentos… É o mercado a funcionar. E digo isto sem ironia

    14. Pleasant-Ad-7820 on

      Deve abrir o restaurante em França ou Espanha ou Inglaterra. Lá certamente encontra clientes que deseja. Desampara a loja, chega de salários miseráveis, chega de ser o país dos pobres! A imagem que a Europa e o mundo desenvolvido têm de Portugal é elucidativa e não é por causa de restaurantes duas estrelas Michelin, é por causa do atraso económico, é pelo rendimento que a sua população aufere.

    15. É o mercado a funcionar, não tem clientes para o tipo de produto que vende, é fechar portas ou mudar o produto.

    16. Jvidinha1996 on

      claro que é impossível ir gastar 200 paus num jantar nem que seja uma vez na vida neste momento… os custos da habitação e contas é 90% da renda recebida ficamos com 10% para comer e vestir e algum tipo de lazer (que neste momento é um luxo), até a merda de um computador é um luxo agora graças ao aumento dos preços da RAM e das gráficas, vamos ser obrigados a estar em casa a olhar para as paredes…

    17. throwaway0000012132 on

      Mas leram o artigo? Ele está a falar da crise na restauração, onde o preço da matéria prima está a levar a margem de lucro, isto se não quiserem passar esse aumento para os clientes e assim perde-los.

      É uma situação que já vem desde o tempo do COVID e parece que agora está pior. A mim pessoalmente é difícil ver um restaurante que frequentei quando estive em Portugal e quando volto agora está fechado; tem sido assim nos últimos anos, o que só mostra o quão difícil de gerir e o quão pouco sustentável é essa área de negócio. 

      Simplesmente não há espaço para tanto restaurante, seja de pratos de 8€ ou de 150€.

      Curiosamente há ainda tascas baratas em Portugal que se mantém vivas, por alguns motivos: 
      – preços muito em conta com qualidade média.
      – faturam muito devido ao elevado volume, pois os preços são baixos. Mas em dias fracos, têm grandes quebras.
      – proporcionam um ambiente mais familiar, mais próximo. Isso tem vantagens e desvantagens, claro. 
      – praticamente não têm outro restaurante nas proximidades, logo a concorrência é quase nula.

      Um restaurante que tenha estes pontos todos acima marcados têm garantidamente negócio, vai é dar imenso trabalho. 

      Source: já trabalhei em vários restaurantes.

    18. Ainda bem que com o novo pacote da lei laboral, vai ser mais fácil desped… Perdão, vai aumentar a flexibilização do mercado de trabalho, e consequentemente vai aumentar as condições de trabalho de todos, inclusive os empregados deste senhor 🙂

      /S

    19. Restaurantes Portugueses: se não dá lucro fecha, não tenho pena.

      Restaurantes fecham. Portgueses: epah, a minha rua só tem lojas de indostânicos… como é possível??? Só podem estar a lavar dinheiro.

    20. Lost_Manufacturer854 on

      lá vem os chorões de sempre, fdx sempre a mamar do estado. Se não aguentas um aumento de merda fecha portas.

    21. Lol.. ainda se estivessemos a falar de um restaurantezeco com preços baixissimos, agora este idiota tem um restaurante caríssimo e queixa-se que nao consegue suportar o aumento de salario minimo?

      Ele que vá po crl, com ganhos como os que tem deveria pagar os empregados a preço de ouro.

      E digo mais, digo-lhe o que digo aos outros. Se nao é possivel comportar, entao o negocio nao é viavel e tem de fechar. Temos pena.

    22. É tão fácil, se não dá porque que vai insistir? É difícil perceber esta gente às vezes…

    23. Consistent-Idea1734 on

      O aumento de quê? Do salário mínimo? Então fecha as portas amigo.

    24. ThisIsNotSpartha on

      Coitadinhos. Nao sei do que se queixam sinceramente. Com a quantidade de comida que metem nos pratos e ao preco das bebidas..e impossivel nao terem lucro.

    25. Malta dos comentários completamente desenquadrada da realidade…

      Deveis achar que todos os restaurantes são grandes operações que faturam imenso e fogem todos aos impostos…

      Meus amigos, aquelas tascas que gostais de ir, se não aumentar os preços, vão fechar

      A carne de vaca aumentou quase 200% num espaço de 2 anos. Legumes, cereais e derivados, vegetais, fruta, outro tanto aumentaram.

      O preço das rendas aumentou dramaticamente.

      Os portugueses não querem/podem pagar mais pelo serviço de restauração.. o que vai acontecer é que daqui a uns anos, vão querer ir jantar a uma tasca ou a um negócio mais familiar, e não vai haver.

      Pouco a pouco a verdadeira comida tradicional portuguesa vai se extinguindo. Divirtam-se a comer hambúrgueres e pizzas

    26. Para dar mais contexto sobre o significado de „aumentos“:
      > O chef explica que as empresas estão numa „encruzilhada perigosa“ e não conseguem passar o **aumento de custos da matéria-prima** para a conta final.

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