Verhaftet, weil er seinen behinderten Sohn jahrelang im Dunkeln angekettet und von Fäkalien umgeben gehalten hat

    https://www.jn.pt/justica/artigo/presa-por-manter-filho-com-deficiencia-acorrentado-as-escuras-e-rodeado-de-fezes-durante-anos/18028484

    Von montanhafresca

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    15 Kommentare

    1. thefpspower on

      Olha tudo bem vai presa yay mas só tres anos e meio de prisão depois de manter o filho preso por 3 anos de forma deshumana?

      A justiça portuguesa não bate bem da tola…

    2. 3 anos e 6 meses? Que nojo de sistema de justiça

      Um monstro destes nunca mais deveria sair em liberdade.

    3. RosieDirt_x on

      Em frança uma senhora chamada Blanche Monnier ficou nestas condições durante 25 anos. Não há pena que chegue para pessoas que fazem isto, nem mesmo a forca.

    4. Fds, para que é que fui ler esta merda, miséria. Essa anormal havia de passar 3 anos na cadeia exatamente como o rapaz passou em casa.

    5. Expensive_Row7138 on

      3 anos por uma psicopata destas?!
      Foda-se, algo não bate mesmo bem nesta justiça.
      Que sentimento de revolta tão grande, imagino a dor e sofrimento deste miúdo

    6. iShitUnoTbooKa on

      é um problema a falta de soluções para os pais de crianças com este nível de incapacidade. Só as há no privado e para quem tem dinheiro. Este facto potência a existência deste tipo de situações. Miséria cria miséria onde o estado se demite. Por isso é preciso ir para além do choque da situação e criar condições para que este tipo de situações, muito vulgar até aos anos 80 no nosso país não aconteça

    7. --____________- on

      Foda-se só isto????

      Impossível, esta pessoa precisa de prisão perpétua numa solitária para o resto da vida, é um perigo para a sociedade

      “pena de três anos e seis meses de prisão efetiva aplicada a uma mulher, de 46 anos, do Montijo pelo tratamento „desumano e prolongado“ imposto ao filho, um jovem de 21 anos com 97% de incapacidade que viveu anos fechado num quarto sem luz, nu, sobre um colchão sujo e rodeado de fezes, urina e restos de comida com bolor. Incapaz de falar, de se defender ou de satisfazer necessidades básicas sem ajuda, terá sofrido medo contínuo, humilhação e profunda degradação física e emocional, num ambiente descrito pelas autoridades como „nauseabundo e intolerável“.

      “O acórdão menciona a „ausência total de arrependimento“, um discurso marcado pela „vitimização“ e a incapacidade da mulher para reconhecer o desvalor das próprias ações.”

      “A vítima foi retirado da casa e acolhido numa instituição onde permaneceu até ao seu falecimento, em 2024. “

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