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    12 Kommentare

    1. superdouradas on

      „Nós devíamos centrar os nossos esforços de investimento em matéria de Defesa nacional naquilo que é importante para as Forças Armadas Portuguesas. O que é importante para as Forças Armadas Portuguesas é atrair jovens para o cumprimento de serviço militar, porque as nossas Forças Armadas estão muito deficitárias em matéria de recursos humanos, porque as carreiras militares não são minimamente atrativas“, afirmou o candidato apoiado pelo PCP.

      „E devemos ter um equipamento de acordo com a nossa responsabilidade de Defesa do território nacional, tendo em conta a vasta área marítima sob a nossa responsabilidade, o que implica, obviamente, meios para a Marinha e para a Força Aérea“, acrescentou.

      No passado dia 28, o Conselho de Ministros aprovou a candidatura formal de Portugal ao programa europeu de empréstimos para a Defesa SAFE, no valor de 5,8 mil milhões de euros. Após a candidatura inicial, „abre-se agora um processo que é de contratação até ao final de fevereiro, quando então a Comissão Europeia confirmará em concreto tudo o que vai suceder“, explicou hoje Nuno Melo.

      Para António Filipe, que falava aos jornalistas após ter participado numa sessão da Fórum Manifesto, em Lisboa, a propósito das eleições presidenciais de 18 de janeiro, o Governo deveria fazer „um investimento muito criterioso“, que não pusesse em causa as necessidades do país na área social.

      „Estar a investir na Defesa nacional, a pedir um empréstimo que, depois, vamos ter que pagar, porque apesar de a União Europeia ter dito que agora, como é preciso investir em armas, estes empréstimos não contarão para agravar as contas públicas, o que é facto é que isso não é dado. Ou seja, este dinheiro que nos é emprestado para comprar armas vai ter que ser pago“, elucidou.

    2. superdouradas on

      Eu não tenho partido e provavelmente nunca terei. Não sou de esquerda nem de direita. Já votei no PDS e já votei na CDU, porque cá em casa, nos anos 90, o meu pai era comunista e estava nas mesas de voto nas eleições. E, sinceramente, nem ele nem eu suportamos hoje o PCP.

      O partido parece que nos quer isolados de tudo seja da NATO, seja da União Europeia. O que é que eles querem, afinal? Só o “bom”? Como é óbvio, Portugal tem de contribuir para a defesa, porque fazemos parte de um bloco.

      O que me irrita também é que o PCP parece não ouvir a maioria do povo português, que quer a União Europeia e a NATO. Falam em nome dos “trabalhadores” que estão na nossa defesa, mas parecem estar sempre contra nós!

    3. Hun?

      Apesar de haver metas de investimento não há obrigação em ser em x ou y e claro que Portugal vê aquilo que lhe dá jeito.

      Ele mesmo reconhece várias necessidades de investimento. Donde vem o dinheiro é que já não sabe. Só que não deve ser do empréstimo da UE porque „apesar de a União Europeia ter dito que agora, como é preciso investir em armas, estes empréstimos não contarão para agravar as contas públicas, o que é facto é que isso não é dado. Ou seja, este dinheiro que nos é emprestado para comprar armas vai ter que ser pago“. Não contar para as regras do défice não quer dizer que o empréstimo não seja para pagar. Que lógica da batata é esta?!

    4. Que ativo de potências estrangeiras tão obediente que é o António Filipe

    5. Hungry-Class9806 on

      „Nós devemos fazer investimentos nessa área que não ponham em causa o investimento público.“

      Eu concordo com isto embora ache que é uma muito importante investir na Defesa, ainda para mais dado o contexto actual e numa semana em que o Putin ameaça mais uma vez uma guerra a larga escala na Europa.

      A questão é: Se lhe derem garantias que esse empréstimo de 6 mil milhões de euros para a Defesa seria atribuído em condições muito favoráveis (com um prazo muito largo e juros simbólicos) e não iria comprometer o orçamento de áreas mais importantes, será que ele ainda estaria de acordo?

    6. Enough_Code_3831 on

      Eu julgo que a maioria dos eleitores gostaria que o dinheiro do orçamento tivesse menos gasto na defesa e mais noutras áreas que tem impacto direto e imediato na vida da população. Aqui o problema é que se não o fizermos somos dominados por alguma forma imperialista e isso vai contra o discurso do próprio PCP. Só com a NATO ou uma organização semelhante europeia podemos garantir a independência de Portugal.
      Ninguém quer a guerra mas é necessário mostrar força de forma a evitá-la.
      O PCP continua com a cassete do século passado e cada vez tem menos votos.

    7. O PCP não esconde nem nunca se escondeu aquilo que diz e pensa. E há sempre montes de malta a criticar e a comentar as posições do PCP. A conclusao que chego é que há mais malta a comungar das posições do PCP do que quer fazer transparecer. Ou as posicoes do PCP incomodam muita gente.

    8. Flat_Deer_9196 on

      >Eu creio que é um caminho errado estarmos a fazer aquisição de equipamentos militares só porque a NATO e a União Europeia entendem que é o que devemos fazer. Nós devemos fazer investimentos nessa área que não ponham em causa o investimento público

      1. Se fazemos parte da NATO e da UE não devemos apenas olhar para o nosso umbigo, mas se calhar eles deviam de olhar para o caso de cada país e ver qual o investimento que faz sentido, como já foi dito n vezes no nosso caso faz mais sentido investir na marinha do que na força aérea
      2. O investimento na defesa não deve ser descurado, foi isso que foi feito nos últimos anos e todos sabemos o estado atual das FA

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