>Luís Filipe Menezes tinha apontado para criação de faixa bus, mas via ciclável desaparece e haverá estacionamento de cinco minutos em vários troços da Avenida da República.
>O resultado da votação era previsível e confirma a remoção da ciclovia da Avenida da República, uma promessa eleitoral do regressado Luís Filipe Menezes. Nesta sexta-feira, a Assembleia Municipal (AM) de Gaia aprovou a alteração da postura municipal de trânsito que, na prática, significa o desaparecimento da via ciclável da mais importante avenida do concelho.
>A vontade do autarca do PSD deverá assim ser cumprida, apesar da oposição: uma manifestação de utilizadores de bicicleta às portas da assembleia e de estar em curso uma providência cautelar interposta pela Associação pela Mobilidade Urbana em Bicicleta – Mubi.
>Com 33 eleitos numa assembleia municipal de 57 membros, a direita (PSD, CDS, IL e Chega) tinha votos mais do que suficientes para aprovar uma medida que já tinha tido luz verde do executivo municipal (com votos favoráveis de vereadores do PSD, IL e Chega e votos contra do PS).
>A votação que decorreu já depois da meia-noite acabou por reflectir a posição do executivo: houve 24 votos de PS, Livre e CDU contra a alteração de postura municipal e 32 membros do PSD, Chega, IL e CDS votaram a favor da medida que significa o fim da ciclovia. Houve um deputado municipal liberal, Gonçalo Pinto, que se ausentou da sala apenas no momento de levantar os braços, pelo que ficou registado que não votou.
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>Luís Filipe Menezes tinha apontado para criação de faixa bus, mas via ciclável desaparece e haverá estacionamento de cinco minutos em vários troços da Avenida da República.
>O resultado da votação era previsível e confirma a remoção da ciclovia da Avenida da República, uma promessa eleitoral do regressado Luís Filipe Menezes. Nesta sexta-feira, a Assembleia Municipal (AM) de Gaia aprovou a alteração da postura municipal de trânsito que, na prática, significa o desaparecimento da via ciclável da mais importante avenida do concelho.
>A vontade do autarca do PSD deverá assim ser cumprida, apesar da oposição: uma manifestação de utilizadores de bicicleta às portas da assembleia e de estar em curso uma providência cautelar interposta pela Associação pela Mobilidade Urbana em Bicicleta – Mubi.
>Com 33 eleitos numa assembleia municipal de 57 membros, a direita (PSD, CDS, IL e Chega) tinha votos mais do que suficientes para aprovar uma medida que já tinha tido luz verde do executivo municipal (com votos favoráveis de vereadores do PSD, IL e Chega e votos contra do PS).
>A votação que decorreu já depois da meia-noite acabou por reflectir a posição do executivo: houve 24 votos de PS, Livre e CDU contra a alteração de postura municipal e 32 membros do PSD, Chega, IL e CDS votaram a favor da medida que significa o fim da ciclovia. Houve um deputado municipal liberal, Gonçalo Pinto, que se ausentou da sala apenas no momento de levantar os braços, pelo que ficou registado que não votou.