O melhor é os comentários: „Go Woke Go Broke“ – depois do filme fazer milhões nas bilheteiras…
RuySan on
Utilizar a palavra „woke“ de forma não irónica em 2025 é logo motivo para não ter qualquer contacto com essa pessoa.
DanBaitle on
O realizador comeu a mulher do crítico?
mar_lx on
É o Eurico de Barros. Estavas à espera do quê?
Uktabi-Bananas on
Fui ver o primeiro filme. Não vi nada de woke?
Estava bem feito e gostei da música. Elas duas cantam muito bem.
Aliás, o cenário da escola estava muito bem feito. Não sei se era CGI, mas pareceu-me que era um cenário real.
Iagp on
Percebo sentimento, olhar para a Chyntia Erivo é efetivamente motivo de criar traumas para a vida.
SantoInverno on
Um crítico cinematográfico / jornalista fala pela direção editorial toda? É que se não, o título deste tópico é sensacionalista.
bAlbuq on
Ahahahahahahah, fds estes gajos publicam cada ignorante. „Desconstrução woke do feiticeiro de Oz“. O livro no qual a peça, e agora os filmes são baseados foi publicado em 1995.
erexcalibur on
Epá, eu fui ver o histórico deste crítico e isto é ridículo. Uma estrela para o Uma Batalha Depois da Outra, duas estrelas para o On Falling, duas estrelas para o Ainda Estou Aqui.
Cada um tem o direito à sua opinião, sem dúvida, mas há muito filme excelente que este homem categoriza como sendo merda simplesmente porque vai contra a ideologia conservadora dele.
PanicAtTheNightclub on
Eu gosto destas criticas de uma estrela a um filme (que eu não vi, saiu agora), quer dizer é impossivel um filme com equipas (make-up, atores, realizacao, efeitos especiais) deste nível merecer uma estrela. Digam só não gostei ou não é para mim.
Aphex_Port on
Ele quase que crítica a escolha de uma atriz negra (para uma personagem toda pintada de verde) como uma escolha woke, acho que está tudo dito.
E estas histórias nem são uma coisa nova, já há alguns anos que existem filmes contados do ponto de vista dos vilões, como a Maléfica e a Cruella de Vil.
abacatte on
O Eurico de Barros é reaccionário desde 1974 e mais um desses críticos de cinema que se aborrece a ver filmes.
mrfailpt on
Se Eurico de Barros deu 1 estrela então deve ser bom.
materpcteco on
Por acaso não gostei nada do filme
ZaireekaFuzz on
Adoro o choque e surpresa do crítico, como se o filme não se baseasse num livro com mais de 30 anos e num musical q anda a rodar mundo há décadas. Este deve ficar triste ao ver pessoas com raças e sotaques diferentes nos filmes.
Mordiken on
> O Observador parece aquela tio que passa demasiado tempo no Facebook.
Não é só „o Observador“, a sociedade está muito assim porque as pessoas efectivamente passam muito tempo no Facebook e nunca questionam nada do que por lá se vẽ.
Donnattelli on
Concordo que puxar idiologia woke num filme é horrível e resulta em falhanço nas bilheteiras, e ainda bem.
Dito isto, não vi nada woke neste filme, é um filme bem feito sem ideologias políticas introduzidas, todos os atores e atrizes eram de qualidade, produção de qualidade também.
Dr_Toehold on
Vou-te contar um segredo: quer os produtores quer o público alvo do observador são aqueles tios que passam demasiado tempo no facebook.
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18 Kommentare
O melhor é os comentários: „Go Woke Go Broke“ – depois do filme fazer milhões nas bilheteiras…
Utilizar a palavra „woke“ de forma não irónica em 2025 é logo motivo para não ter qualquer contacto com essa pessoa.
O realizador comeu a mulher do crítico?
É o Eurico de Barros. Estavas à espera do quê?
Fui ver o primeiro filme. Não vi nada de woke?
Estava bem feito e gostei da música. Elas duas cantam muito bem.
Aliás, o cenário da escola estava muito bem feito. Não sei se era CGI, mas pareceu-me que era um cenário real.
Percebo sentimento, olhar para a Chyntia Erivo é efetivamente motivo de criar traumas para a vida.
Um crítico cinematográfico / jornalista fala pela direção editorial toda? É que se não, o título deste tópico é sensacionalista.
Ahahahahahahah, fds estes gajos publicam cada ignorante. „Desconstrução woke do feiticeiro de Oz“. O livro no qual a peça, e agora os filmes são baseados foi publicado em 1995.
Epá, eu fui ver o histórico deste crítico e isto é ridículo. Uma estrela para o Uma Batalha Depois da Outra, duas estrelas para o On Falling, duas estrelas para o Ainda Estou Aqui.
Cada um tem o direito à sua opinião, sem dúvida, mas há muito filme excelente que este homem categoriza como sendo merda simplesmente porque vai contra a ideologia conservadora dele.
Eu gosto destas criticas de uma estrela a um filme (que eu não vi, saiu agora), quer dizer é impossivel um filme com equipas (make-up, atores, realizacao, efeitos especiais) deste nível merecer uma estrela. Digam só não gostei ou não é para mim.
Ele quase que crítica a escolha de uma atriz negra (para uma personagem toda pintada de verde) como uma escolha woke, acho que está tudo dito.
E estas histórias nem são uma coisa nova, já há alguns anos que existem filmes contados do ponto de vista dos vilões, como a Maléfica e a Cruella de Vil.
O Eurico de Barros é reaccionário desde 1974 e mais um desses críticos de cinema que se aborrece a ver filmes.
Se Eurico de Barros deu 1 estrela então deve ser bom.
Por acaso não gostei nada do filme
Adoro o choque e surpresa do crítico, como se o filme não se baseasse num livro com mais de 30 anos e num musical q anda a rodar mundo há décadas. Este deve ficar triste ao ver pessoas com raças e sotaques diferentes nos filmes.
> O Observador parece aquela tio que passa demasiado tempo no Facebook.
Não é só „o Observador“, a sociedade está muito assim porque as pessoas efectivamente passam muito tempo no Facebook e nunca questionam nada do que por lá se vẽ.
Concordo que puxar idiologia woke num filme é horrível e resulta em falhanço nas bilheteiras, e ainda bem.
Dito isto, não vi nada woke neste filme, é um filme bem feito sem ideologias políticas introduzidas, todos os atores e atrizes eram de qualidade, produção de qualidade também.
Vou-te contar um segredo: quer os produtores quer o público alvo do observador são aqueles tios que passam demasiado tempo no facebook.