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4 Kommentare
> Pela primeira vez num documento oficial, o Banco de Portugal (BdP) veio dizer objectivamente que é prudente os cidadãos „manterem algum dinheiro físico disponível“. A recomendação, feita no Boletim Notas e Moedas, publicado a 31 de Outubro, é divulgada no âmbito de uma avaliação aos constrangimentos gerados pelo apagão ocorrido a 28 de Abril, evento que ainda está bem presente na memória dos portugueses, uma parte dos quais sentiu dificuldades em fazer pagamentos com meios electrónicos, nomeadamente através de cartões. Mas também em levantar dinheiro em caixas automáticas, por falta de electricidade e comunicações, assim como em pagar compras em numerário, por não disporem de quantidade suficiente.
> „Um evento súbito, como o que ocorreu, revela que o numerário continua a ser indispensável“, escreve a BdP no documento, acrescentando que „o dinheiro físico não é apenas um meio de pagamento: é também um recurso estratégico de continuidade operacional“. „Funciona como rede de segurança, assegurando que a economia prossegue mesmo quando a tecnologia falha“, sendo, „por isso, essencial preservar uma rede capilar de pontos de acesso a numerário, distribuída de forma equilibrada no território“. E conclui que „continua a ser prudente os cidadãos manterem algum dinheiro físico disponível“.
> Contudo, a entidade liderada agora por Álvaro Santos Pereira não dá nenhuma indicação sobre o montante dessa reserva, nem mesmo quando interpelada nesse sentido. „Considerando que os padrões de consumo da população e as disponibilidades financeiras não são uniformes, cada cidadão ou agregado familiar deve definir um valor mínimo de dinheiro físico de contingência, em função das necessidades e hábitos de consumo – por exemplo, alimentação, transporte e medicamentos“, respondeu ao PÚBLICO fonte oficial do supervisor bancário.
> No entanto, outras entidades europeias já recomendaram a criação de reservas de numerário, em alguns casos antes mesmo do apagão ibérico – que teve origem em Espanha, deixando boa parte do país vizinho sem energia eléctrica, e afectando ainda, em menor escala, a França. Estes países enquadram a importância da disponibilidade de numerário face a um conjunto de riscos mais alargado, como catástrofes naturais, ciberataques de larga escala, ou mesmo situações de guerra, tendo em conta o agravamento de tensões geopolíticas.
> Na sequência da identificação desses riscos, a Comissão Europeia recomendou aos cidadãos a criação de um kit de emergência, que deveria incluir água, alimentos não perecíveis, medicamentos, entre outros, e, a par de meios de pagamento como um cartão, algum numerário, composto por vários tipos de notas e algumas moedas, sem quantificar. Clara foi a mensagem de que esse kit deverá garantir a auto-suficiência de cada cidadão durante pelo menos 72 horas (três dias).
> No âmbito deste alerta, mas também já depois do apagão ibérico, as autoridades de alguns países avançaram com valores indicativos que variam entre 70 euros e 100 euros por adulto ou por cada elemento da família, ou 70 euros por cada adulto e 30 euros por cada criança.
> Algumas dessas recomendações foram feitas, por exemplo, pelo Banco Central dos Países Baixos, o De Nederlandsche Bank, mas também por outras autoridades da Áustria e da Finlândia. Os três casos são referidos num estudo publicado recentemente pelo Banco Central Europeu (BCE), da autoria de Francesca Faella e Alejandro Zamora-Pérez, que analisa a importância do dinheiro vivo, apesar da crescente utilização de meios de pagamento digitais.
Devia ser senso comum.
Também tenho sempre dinheiro no carro, na mochila e na capa do telemóvel.
Não é preciso ser *prepper* para ter necessidades banais como back up.
Se bem que com apagão, os sistemas de vendas vão estar em baixo e não sei se as lojas têm capacidade de operar. Mesmo com boas janelas e iluminação, têm backup manual para registar vendas?
Para além disso, deve haver muita gente a viver de salário em salário e sem capacidade para pôr de lado 100 euritos (a adicionar ao resto do restante kit) para uma eventualidade.
Então também deveriam recomendar aos bancos para não fecharem sucursais, de modo a que as pessoas possam trabalhar com dinheiro. Os idosos gostam de ir depositar ao banco as reformas, donos de pequenos estabelecimentos precisam de ir ao banco diariamente para ir buscar moedas vitais para pequenas transações. Se andaram a forçar para só fazermos pagamentos MB way, agora mudaram de ideias? Putacia de vida mais estes malditos energumes , se se fossem auto fecudar ?