„Es gibt ein Problem mit der Art und Weise, wie schwangere Frauen aus dem PALOP bei unbegleiteten Hochrisikoschwangerschaften in die Notaufnahme gelangen.“

    https://cnnportugal.iol.pt/videos/ha-um-problema-com-a-forma-como-as-gravidas-vindas-dos-palop-chegam-as-urgencias-em-situacoes-de-gravidez-de-risco-nao-acompanhada/690511610cf2c7eb24443e26

    Von OnionPersonal2632

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    8 Kommentare

    1. Excellent-Stable1251 on

      Porque não é possível ter havido um mau diagnóstico médico?

    2. JOAO--RATAO on

      O que admira é como estes casos não são mais comuns.

      Conseguimos erradicar a transmissão vertical do VIH. Em breve também devemos ver o reaparecimento disso e outras coisas não vistas há décadas.

    3. Careless-Whisper1388 on

      Há um problema sim, chama-se turismo de saúde, e é pago pelo contribuinte. 
      Quanto é que custa uma gravidez por cesariana ao estado a uma pessoa que não é de cá nem foi acompanha cá? 10k€? 

    4. Neurolinker on

      E mesmo os PALOPs que vêm tratar-se com acordos, ficam internados meses e meses a entupir vagas, e no final esses países não pagam ao Estado português? Começar logo por acabar com isso.

    5. heartbeatcity1984 on

      É um problema, mas não pode ser o bode expiatório para todas as mães PORTUGUESAS que têm partos fora de estabelecimentos de saúde (nem vou dizer maternidades) devido ao enceramento de serviços hospitalares nas áreas de residência.

      Odemira, por exemplo, é um caso flagrante, em que está mais do que documentado o aumento da população local devido à agricultura intensiva em estufas. Há décadas que é necessário um hospital com serviço de maternidade, que não obrigue a população local a deslocar-se para o Hospital de Beja, Faro e, por vezes, Setúbal, para ter o parto.

    6. Cá puta de novidade. Os portugueses são bons a desenranscar e a corrigir problemas, preveni-los, nem tanto.

    7. Loud_Evidence7423 on

      A Subsidiolândia deixa qualquer pessoa entrar, experimentem fazer o mesmo num dos PALOPs, nem vos deixam entrar lá porque são países governados por gente séria, ao contrário da Subsidiolândia.

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