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    6 Kommentare

    1. u/Castro_Laboreiro não tenhas vergonha da notícia. Só vai contra tudo aquilo que defendes.

    2. Demasiado cedo para concluir alguma coisa.

      Estou curioso para ver se vamos ter algum efeito no preço das casas com as mudanças da história da nacionalidade.

    3. Jealous-Weekend4674 on

      Artigo de merda, quem olhar para os graficos, pode ver que todos os trimestres existem freguesias onde os preços descem comparativamente ao trimestre anterior.
      Por exemplo:

      – no Porto: à 2 trimestres os preços desceram em Paranhos e no Trimestre passado e no trimestre passado voltaram a subir.

      – Em Lisboa: Em Arroios os preços desceram à dois trimestres para voltarem a subir no trimestre passado.

      Quando se olha para as freguesias individualmente, isto vai acontecer, e só quem não entende um chavo de numeros e estatistica é que tira as conclusões que o artigo tirou.

    4. Estamos apenas a assistir ao início de uma correção no mercado imobiliário.
      Os preços das casas, tanto na compra como no arrendamento, ultrapassaram há muito o poder de compra médio da população.
      Com as novas leis a apertar fronteiras mais controladas, maior vigilância sobre fluxos de capital e combate a esquemas de lavagem de dinheiro o mercado está finalmente a ajustar-se. O número de pessoas à procura de casa está a diminuir, e a lei da oferta e da procura começa a equilibrar o cenário.
      Exemplo: quem iria pagar 450 mil euros por uma moradia no Cartaxo, se por um valor semelhante já se encontra algo no Estoril? (hipoteticamente, claro.)
      O mesmo acontecerá no arrendamento. Quem hoje paga preços absurdos em zonas periféricas como Mafra, vai rapidamente mudar-se para Lisboa assim que o mercado lá se tornar acessível outra vez.

      Estas dinâmicas levam tempo a surtir efeito, mas até ao final de 2026 já deveremos perceber para onde o mercado realmente caminha.

    5. O aumento da oferta ajuda a moderar preços, mas há mais fatores mencionados na notícia.

      Muitas das casas à venda precisam de reabilitação, o que dá margem de negociação e que faz puxar os preços para baixo.
      No calculo do INE do preço mediano por freguesia, entra tudo (casas novas e antigas) e isso faz parecer que os preços caíram de forma generalizada, quando na realidade é apenas o efeito do tipo de casas vendidas nesse período.

      Outro ponto é a diferença entre preços pedidos e preços reais: os proprietários continuam a pedir valores altos, mas as vendas estão a acontecer a preços mais realistas. O INE reflete o que é efetivamente transacionado, não o que é anunciado.

      Portanto o artigo foi escrito para parecer que há uma quebra generalizada de preços, mas lendo com atenção percebe-se que isso não corresponde à realidade. É mais propaganda do que informação.

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